Que imposto vão pagar aqueles que acertam no jackpot em Portugal e se tornam milionários?

Ganhar um prémio avultado no jogo é o sonho de qualquer jogador e/ou apostador. Se for um jackpot milionário então é “a cereja no topo do bolo”. É óbvio que os felizes contemplados, com prémios milionários, encaram os pagamentos ao Estado como um mal menor. Ainda assim, importa conhecer quais os impostos pagos pelos portugueses, quando ganham jackpots, em especial o imposto sobre premio euromilhões, cujos valores são, simplesmente, astronómicos.

Mas para as pessoas que jogam a dinheiro os impostos não são um problema, porque se pode ganhar todos os dias e não se pensa em pequenas despesas. Para variar, passe por cá e leia sobre blackjack online, talvez este jogo online seja o seu favorito para angariar novas grandes somas. Aprenda os detalhes do jogo, leia como jogá-lo e veja os locais sugeridos onde pode tentar a sua sorte agora. Não é de admirar que muitos ganhem grandes somas graças a estas análises.

De acordo com o último relatório sobre a atividade de jogo online, apresentado pelo Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ), relativo ao 2º semestre de 2024:

  • A atividade de jogos e apostas online gerou 261,8 milhões de euros em Receita Bruta
  • O valor do Imposto Especial de Jogo Online (IEJO) cobrado foi de 76,7 milhões de euros. Mais 29,5% em comparação com o trimestre homólogo

Note-se que as taxas de IEJO para as entidades exploradoras em Portugal são as seguintes:

  • A taxa do IEJO para apostas desportivas corresponde a 8%.
  • A taxa do IEJO nos jogos de fortuna ou azar é de 25%, com repartição entre Turismo de Portugal, I.P.; Estado; Fundo de Fomento Cultural e Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD).

O elevado valor da tributação já foi apontado por Panos Konstantopoulos, vice-presidente da Stoiximan (marca operada pela Kaizen Gaming). Numa entrevista pode ler-se: «Há uma tributação alta sobre os operadores de gaming em Portugal? Claro que há. Geralmente os mercados europeus aplicam o imposto com base nas receitas líquidas.

E Portugal é uma exceção, juntamente com a Polónia, em que os impostos são aplicados sobre as vendas brutas Isso torna o mercado menos atraente? Sim, talvez. Mas se você quiser ser uma empresa que opera em ambientes licenciados, isso é algo que é um pré-requisito».

Quando declarar um prémio de jogo?

Como referido, os felizes vencedores de prémios online não precisam declarar qualquer valor ou pagar imposto sobre os montantes recebidos.

Já em relação aos prémios de jogos territoriais, como a raspadinha, o euromilhões, o eurodreams, entre outros jogos de azar e jogos sociais (Santa Casa da Misericórdia), o vencedor está sujeito a um imposto de Selo 20% para prémios com valor igual ou superior a 5 mil euros. Este é o único valor a pagar ao Estado, não sendo, depois necessário declarar o prémio em sede de IRS, já que este é entregue livre de imposto, após a dedução.

Portanto, a declaração deve ser feita para prémios a partir dos 5 mil euros. O que significa, por exemplo, que, ao jogar o euromilhões, se o jogador foi premiado com um milhão de euros vai receber 800 mil, sendo o restante entregue ao Estado, como imposto sobre euromilhões.

Como se processa a entrega do prémio?

Para vencedores com um prémio superior a um milhão de euros, os Jogos da Santa Casa criaram o Grupo de Apoio ao Alto Premiado (GAAP), que tem como objetivo orientar os clientes até à entrega do prémio.

O serviço oferece um atendimento personalizado e acompanha o jogador em cada fase do processo, incluindo nas informações e instrução sobre imposto de selo sobre euromilhões, por exemplo. O intuito é disponibilizar um canal aberto que possa dar apoio ao mais recente milionário.

A dedução do imposto

O imposto sobre premios euromilhões, ou outro qualquer jogo social, é automaticamente deduzido, sendo o valor entregue ao vencedor, com a respectiva dedução aplicada. Isto ara prémios a partir de 5.000€, com um imposto de selo de 20%.

 

O GAAP orienta o jogador, com instruções precisas sobre o pagamento do imposto sobre o euromilhões, para que este receba já o valor que lhe cabe, livre de outros impostos ou tributações.

Ganham todos?

Como refere um artigo da Sic Notícias, a propósito do euromilionário que acertou, em junho de 2024, no jackpot de 213,9 milhões de euros, «O vencedor tornou-se no beneficiário do maior prémio de sempre entregue no nosso país. Vencedor foi também o Estado, que arrecadou 42,8 milhões de euros em imposto.». Com estes valores em cima da mesa, é caso para dizer que “todos ficam a ganhar”.

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Famalicão: Conferência sobre o setor das carnes regressa em setembro

Na tarde de 30 de setembro, a Casa das Artes recebe a terceira edição da conferência Meat Meetings´26 sob o tema “Tecnologia e valorização do setor cárneo”. A organização é do TECMEAT – Centro de Competências do Agroalimentar para o Setor das Carnes, em parceria com a Câmara Municipal de Famalicão.

A conferência contará com especialistas nacionais e internacionais, que irão apresentar soluções, experiências e boas práticas relacionadas com a inovação tecnológica, a sustentabilidade e a competitividade da produção pecuária e da indústria agroalimentar. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia em: https://tinyurl.com/MMeetings26

A organização sublinha que esta conferência é já uma referência na partilha de conhecimento e debate em torno dos desafios e oportunidades da fileira da carne. Nas edições anteriores, reuniu cerca de 150 participantes, entre empresas, entidades e outros profissionais do setor.

Famalicão: PCP quer Governo a defender trabalhadores da ROQ

A propósito do despedimento de mais de 50 trabalhadores na ROQ, o grupo parlamentar do PCP perguntou à Ministra do Trabalho e da Solidariedade e Segurança Social sobre as medidas que tomará o Governo para defender os trabalhadores e se tem conhecimento que a empresa possa proceder a despedimento coletivo faseado.

No mesmo requerimento, o PCP pergunta, ainda, se a empresa tem continuado a receber apoios, «como os 294,9 mil euros que recebeu como beneficiária do Portugal 2030». Para o PCP, «é inaceitável que a empresa tenha recebido apoios públicos, mas agora despeça novamente trabalhadores para salvaguardar os seus lucros».

O PCP recorda que a ROQ, sediada em Oliveira São Mateus, tinha, há quatro anos, mais de 700 trabalhadores e uma faturação de 88 milhões de euros. Atualmente terá cerca de 400 trabalhadores.

Famalicão: Fim de semana de aromas no centro da cidade

No próximo sábado e domingo, o Mercado Magia dos Aromas, mais uma iniciativa do Vai à Vila, instala-se no centro da cidade, na Praça D. Maria II. O certame reúne artesãos locais com propostas que vão das velas artesanais a sabonetes, passando por peças em resina, gesso perfumado e produtos à base de ervas aromáticas.

O espaço estará aberto das 10 às 21 horas, no sábado; e das 10 às 18 horas, no domingo. Neste dia, a animação musical estará a cargo de Joana D´Alma, com concerto às 16 horas.

Recorde-se que o Vai à Vila é uma iniciativa municipal que se realiza ao longo de vários fins de semana para animar e promover a fruição do espaço público e, claro, permitir que artesãos, produtores locais e associações mostrem as suas propostas.

Jogos casuais: o refúgio simples que devolve a calma ao dia a dia

Há dias em que a cabeça não desliga. O trabalho acumula, as notificações não param e, quando finalmente sobra um bocadinho de tempo, apetece qualquer coisa que não exija muito esforço nem compromissos. É precisamente aqui que os jogos casuais ganham espaço na vida de tanta gente. Não pedem horas de dedicação, não obrigam a decorar comandos complicados e estão sempre à distância de um clique.

Ao contrário do que muita gente pensa, jogar de forma descontraída não é sinónimo de perder tempo. Vários estudos sobre bem-estar apontam que pequenas pausas mentais ajudam a reduzir o stress e a melhorar a concentração ao longo do dia. Um jogo rápido funciona quase como uma respiração fundo. Afasta a mente da rotina durante uns minutos e permite regressar às tarefas com a cabeça mais leve.

Porque é que os jogos de cartas resistem ao tempo

As cartas acompanham-nos há séculos e, curiosamente, continuam tão populares como sempre. A explicação é simples. São jogos fáceis de perceber, mas difíceis de dominar por completo. Cada partida é diferente da anterior, o que mantém o interesse vivo mesmo depois de muitas jogadas.

O Solitário, ou Paciência como também é conhecido por cá, é talvez o melhor exemplo dessa longevidade. Nasceu muito antes dos computadores, mas foi com a chegada dos ecrãs que se transformou num verdadeiro fenómeno mundial. Milhões de pessoas cresceram a arrumar cartas por naipe e por ordem, muitas vezes sem sequer se aperceberem de quanto tempo passavam nisso.

Hoje existem inúmeras variantes que mantêm a essência do jogo original, mas acrescentam pequenos desafios que renovam a experiência. Quem procura algo mais exigente costuma inclinar-se para jogos casuais como Paciência Spider, uma modalidade que exige mais planeamento e paciência do que a versão clássica. A ideia continua a ser a mesma, ou seja, organizar as cartas em sequências, mas a dificuldade acrescida obriga a pensar várias jogadas à frente.

A vantagem de jogar diretamente no navegador

Uma das grandes mudanças dos últimos anos foi a facilidade de acesso. Já não é preciso instalar nada nem ocupar espaço no telemóvel ou no computador. Basta abrir o navegador e começar a jogar. Esta simplicidade fez com que muita gente voltasse a dedicar uns minutos ao entretenimento leve, seja durante uma pausa no trabalho, numa viagem de comboio ou simplesmente antes de dormir.

Plataformas como a SolitaireSite.com reúnem várias versões destes clássicos num só lugar, prontas a jogar sem qualquer complicação. Não há registos obrigatórios nem descargas demoradas. É entrar, escolher e jogar. Este tipo de acesso imediato encaixa perfeitamente no ritmo apressado dos dias de hoje, em que raramente sobra tempo para processos longos.

Mais do que passatempo, um treino para a mente

Vale a pena lembrar que estes jogos também dão trabalho ao cérebro, ainda que de forma agradável. Organizar cartas, antecipar movimentos e procurar a melhor jogada estimula o raciocínio lógico e a capacidade de planeamento. Não substituem um treino sério, claro, mas funcionam como uma ginástica mental suave que se faz quase sem dar por isso.

No fundo, o segredo do sucesso dos jogos casuais está no equilíbrio. Distraem sem exigir demasiado, desafiam sem frustrar e estão sempre disponíveis quando precisamos de uma pausa. Numa era de estímulos constantes, esse tipo de simplicidade tornou-se um pequeno luxo. Da próxima vez que precisares de desligar por uns minutos, talvez uma mão de cartas seja tudo o que faz falta.

Drible é Agência do Ano em Design pelo 3º ano consecutivo

A Drible foi distinguida, na terça-feira, 8 de julho, em Lisboa, com os títulos de Agência do Ano em Design em Portugal, pelo 3.º ano consecutivo, e, pela segunda vez, Agência Lusófona em Design, na mais recente edição dos Prémios Lusófonos da Criatividade, onde arrecadou ainda 14 prémios, entre os quais 1 Ouro, 6 Pratas e 7 Bronzes, com projetos desenvolvidos nas áreas de branding, design corporativo, websites e e-commerce.

Os Prémios Lusófonos da Criatividade são um festival internacional sediado em Portugal e o único dedicado exclusivamente a premiar, homenagear e promover o melhor trabalho desenvolvido por agências, estúdios, produtores e profissionais dos mercados de língua oficial portuguesa.

Com este resultado, a Drible soma 32 prémios na edição 2025/2026 dos Prémios Lusófonos da Criatividade, juntando as 14 distinções do 3.º quadrimestre aos 18 prémios conquistados no 2.º quadrimestre.

Entre os projetos distinguidos, destaca-se o novo e-commerce da BOOMFIT, vencedor de Ouro na categoria de E-commerce, reconhecendo o trabalho desenvolvido pela Drible na criação de experiências digitais orientadas para performance e crescimento.

Na área do branding e design corporativo, os projetos desenvolvidos para a Cúmplice, IdealCrédito e Naipe arrecadaram Prata, enquanto Portfólio, Regente e Yokozuna conquistaram várias distinções de Bronze.

Também na área de websites, foram distinguidos os projetos desenvolvidos para a AE Minho e para a Oficina do Projeto, ambos premiados com Bronze.

“Mais do que o número de prémios, este reconhecimento valida uma forma de trabalhar. Procuramos desenvolver projetos onde estratégia, criatividade e execução caminham lado a lado para construir marcas e experiências digitais com impacto real”, refere a equipa da Drible.

Para a Drible, voltar a conquistar o título de Agência do Ano em Design em Portugal pelo 3.º ano consecutivo, ser distinguida, pela segunda vez, como Agência Lusófona em Design e somar 32 prémios ao longo desta edição anual dos Prémios Lusófonos da Criatividade representa o reconhecimento de uma abordagem assente na consistência, no rigor e na capacidade de desenvolver projetos reconhecidos entre os melhores do espaço lusófono.

Drible é Agência do Ano em Design pelo 3º ano consecutivo

A Drible foi distinguida, na passada terça-feira, 8 de julho, em Lisboa, com os títulos de Agência do Ano em Design em Portugal, pelo 3.º ano consecutivo, e, pela segunda vez, Agência Lusófona em Design, na mais recente edição dos Prémios Lusófonos da Criatividade, onde arrecadou ainda 14 prémios, entre os quais 1 Ouro, 6 Pratas e 7 Bronzes, com projetos desenvolvidos nas áreas de branding, design corporativo, websites e e-commerce.

Os Prémios Lusófonos da Criatividade são um festival internacional sediado em Portugal e o único dedicado exclusivamente a premiar, homenagear e promover o melhor trabalho desenvolvido por agências, estúdios, produtores e profissionais dos mercados de língua oficial portuguesa.

Com este resultado, a Drible soma 32 prémios na edição 2025/2026 dos Prémios Lusófonos da Criatividade, juntando as 14 distinções do 3.º quadrimestre aos 18 prémios conquistados no 2.º quadrimestre.

Entre os projetos distinguidos, destaca-se o novo e-commerce da BOOMFIT, vencedor de Ouro na categoria de E-commerce, reconhecendo o trabalho desenvolvido pela Drible na criação de experiências digitais orientadas para performance e crescimento.

Na área do branding e design corporativo, os projetos desenvolvidos para a Cúmplice, IdealCrédito e Naipe arrecadaram Prata, enquanto Portfólio, Regente e Yokozuna conquistaram várias distinções de Bronze.

Também na área de websites, foram distinguidos os projetos desenvolvidos para a AE Minho e para a Oficina do Projeto, ambos premiados com Bronze.

“Mais do que o número de prémios, este reconhecimento valida uma forma de trabalhar. Procuramos desenvolver projetos onde estratégia, criatividade e execução caminham lado a lado para construir marcas e experiências digitais com impacto real”, refere a equipa da Drible.

Para a Drible, voltar a conquistar o título de Agência do Ano em Design em Portugal pelo 3.º ano consecutivo, ser distinguida, pela segunda vez, como Agência Lusófona em Design e somar 32 prémios ao longo desta edição anual dos Prémios Lusófonos da Criatividade representa o reconhecimento de uma abordagem assente na consistência, no rigor e na capacidade de desenvolver projetos reconhecidos entre os melhores do espaço lusófono.