IPCA dá flexibilidade no pagamento das propinas

O IPCA decidiu suspender as prestações das propinas de março a junho de 2020, que habitualmente deveriam ficar regularizadas até junho. Podem ser pagas pelos estudantes até setembro sem pagamento de juros de mora.

Este Instituto Universitário quer evitar que os estudantes abandonem os cursos por falta de condições económicas, provocadas pelas condicionantes que advêm do covid-19.

A presidente do IPCA, Maria José Fernandes, considera «necessário aliviar a pressão financeira das famílias, neste momento mais crítico, para fazer face às suas obrigações num contexto de redução de rendimentos e abrandamento acelerado da economia».

Habitualmente, o valor da propina é pago em dez mensalidades, de setembro a junho de cada ano letivo.

Esta é uma das medidas do IPCA no combate ao covid-19; outras foram tomadas, nomeadamente a substituição das atividades letivas presenciais pelo ensino e avaliação a distância, e o funcionamento dos serviços em teletrabalho.

Famalicão: Alunos e educadores da Escola Camilo partilham ideias para uma sociedade mais solidária

O Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco participou no Ubuntu Fest Ibéria 2026, realizado em Portalegre, que decorreu nos dias 16, 17 e 18 de julho.

O encontro reuniu jovens e educadores de Portugal e de Espanha em torno da construção de uma sociedade mais humana, solidária e comprometida. Da Escola Camilo participaram três alunos e dois educadores.

Sob o mote “Humanar”, «os participantes viveram três dias de intensa aprendizagem, diálogo e partilha, num verdadeiro intercâmbio de culturas, experiências e perspetivas», refere a escola.

Ao longo do evento, participaram em atividades, dinâmicas de grupo e convívios que tocaram os três princípios fundamentais da Academia Ubuntu: a Ética do Cuidado, a Construção de Pontes e a Liderança Servidora.

«Alunos e Educadoras saíram com uma certeza reforçada, de que “Eu sou porque tu és” continua a ser um princípio capaz de transformar pessoas e comunidades», conclui.

IPCA torna-se Universidade Politécnica do Cávado e do Ave

O Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) passa a designar-se, a partir do dia 3 de agosto deste ano, Universidade Politécnica do Cávado e do Ave, com a sigla UPCA. A alteração foi publicada esta segunda-feira, dia 20 de julho, em Diário da República.

Nos termos do artigo 31.º-D, aditado pelo artigo 7.º do diploma, a conversão dos institutos politécnicos em universidades politécnicas ocorre de forma automática para as instituições com acreditação institucional sem condições atribuída pela A3ES (Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior).

Quer dizer que o IPCA junta-se a um número ainda restrito de antigos institutos politécnicos que transitam para o estatuto universitário ao abrigo do novo regime.

Para a presidente do IPCA, Alexandra Malheiro, a alteração «representa o reconhecimento do percurso de afirmação institucional do IPCA e da qualidade do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos». Acrescenta que traduz «o reforço da […] missão e da responsabilidade que assumimos perante os estudantes, os diplomados, os colaboradores, os parceiros e a sociedade».

Luís Montenegro não vai fazer férias no verão para acompanhar a atividade do governo

Luís Montenegro mantém-se ao serviço e prescinde de férias este verão

Luís Montenegro decidiu não tirar férias durante o verão. De acordo com informação avançada pela agência Lusa, o primeiro-ministro vai permanecer em funções, assegurando a coordenação da atividade do Governo e mantendo igualmente a agenda enquanto presidente do PSD.

Entre os compromissos já confirmados estão a participação na Festa do Pontal, marcada para 14 de agosto, e na Universidade de Verão do PSD, que decorre entre 24 e 30 de agosto, em Castelo de Vide.

A opção surge depois das críticas da oposição pelas deslocações do chefe do Governo aos Estados Unidos para assistir a jogos da Seleção Nacional no Mundial de Futebol, numa altura em que Portugal se encontrava em situação de alerta devido ao calor e ao risco de incêndios.

Famalicão: Presidente da ANESPO considera que os decisores são fundamentais na afirmação das escolas profissionais

Na passada semana, no decurso das Jornadas Pedagógicas da Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), Amadeu Dinis salientou que o Ensino Profissional está a ganhar uma nova centralidade no sistema educativo nacional. O famalicense que preside à ANESPO entende, por isso, que é fundamental que os decisores políticos continuem a assegurar a sustentabilidade financeira, organizacional e funcional das escolas profissionais face à importância e especificidade dos projetos educativos nos seus territórios, regiões e país.

As Jornadas Pedagógicas decorreram entre 9 e 10 de julho, na Escola de Turismo de São Pedro Sul, subordinadas ao tema “Ensino Profissional + Flexível + Inclusivo: com o CNQ e os CTE na bagagem”.

O também diretor da Escola Profissional CIOR considerou, ainda, que o encontro «foi um momento particularmente importante para refletirmos, em conjunto, sobre os desafios atuais e futuros e sobre as respostas que as escolas devem continuar a construir». Acrescentou que com esta iniciativa, «a ANESPO pretende promover um espaço de reflexão e partilha em torno da flexibilidade curricular, da inclusão e da valorização das competências. Estas são dimensões essenciais para preparar melhor os alunos, responder às necessidades dos territórios e reforçar o papel do Ensino Profissional no desenvolvimento do país»

Com 300 participantes, de mais 100 Escolas Profissionais de todo o país, as Jornadas Pedagógicas tiveram, segundo a associação, uma particular relevância num momento em que o Ensino Profissional em Portugal enfrenta novos desafios pedagógicos, organizacionais e tecnológicos. Durante os dois dias, coordenadores, docentes, especialistas e representantes institucionais ligados ao ensino e à formação profissional debateram estratégias para tornar as Escolas Profissionais mais flexíveis e inclusivas.

Famalicão: Universidade de Verão frequentada por 57 jovens

Arrancou esta segunda-feira, dia 6 de julho, mais uma Universidade de Verão. Na iniciativa, promovida pelo município de Famalicão, participam 57 jovens do ensino secundário.

Durante uma semana vão contactar de perto com laboratórios, oficinas tecnológicas e centros de investigação. O programa, desenvolvido em parceria com instituições como o IPCA, CIOR, CENFIM, FORAVE, CITEVE, Universidade Lusíada e CESPU, inclui jogos, atividades lúdicas, workshops, ateliers e ações de teamwork, desenhadas para dar a conhecer o ritmo e o espírito da vida académica.

O objetivo da Universidade de Verão é ajudar os jovens a definirem o seu futuro académico/profissional, proporcionando-lhes condições para experimentarem os cursos. Ao mesmo tempo, são dias de convívio e a oportunidade de conhecerem pessoas.

É o caso de Ana Ferreira, aluna da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, que apesar de já ter uma ideia sobre o futuro, esta inscrita para poder conhecer melhor e tirar dúvidas. «É uma boa maneira de contactar com outras realidades. Estou a gostar desta experiência hoje na CESPU, porque nos explicaram outros lados da medicina e sinto que estou a aprender bastante».

Segundo o presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, «a Universidade de Verão é uma iniciativa que permite abrir as portas do futuro aos jovens famalicenses num momento crucial das suas vidas». O autarca acrescenta que, «ao aproximarmos os alunos do Ensino Secundário do ecossistema de investigação, inovação e ensino superior, estamos a dar-lhes ferramentas para uma tomada de decisão mais consciente, mas também a mostrar-lhes que Famalicão tem todas as condições para potenciar o seu talento e acolher o seu percurso académico e profissional».

Famalicão: Alunos da CIOR mostram as suas aptidões profissionais

Começou, esta semana, a apresentação e defesa das Provas de Aptidão Profissional dos finalistas do curso Técnico de Maquinação e Programação CNC da Escola Profissional CIOR. Os alunos fizeram prova dos seus conhecimentos, competências e capacidades adquiridas no decurso da sua formação, parte da qual decorreu no Centro Tecnológico Especializado, na área industrial de metalomecânica e metalurgia. Este espaço moderno e devidamente equipado entrou em funcionamento no ano passado.

Perante o júri – constituído pelo diretores pedagógico, de curso, de turma, professores acompanhantes, representantes de empresas e de instituições do Ensino Superior – foram apresentados projetos, processos de fabrico e soluções técnicas, com os alunos a evidenciarem a importância da precisão, rigor e inovação numa área essencial da indústria que procura técnicos especializados nesta área de formação.

Assim, e «indo de encontro a estas solicitações dos empresários e do mercado de trabalho, no início do próximo ano, irá entrar em funcionamento o curso Técnico de Soldadura», revelou o diretor pedagógico da Escola, José Paiva.