Pelo menos 412.926 mortes em todo o mundo devido à covid-19 desde dezembro

Mais de 7.294.130 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios desde o início da pandemia, dos quais 3.227.700 foram considerados curados.

No entanto, este número de diagnósticos representa apenas uma parte do número real de contaminações. Alguns países testam apenas os casos graves, outros usam os testes como prioridade no rastreamento, e muitos países pobres têm uma capacidade de rastreamento limitada.

Desde a contagem realizada na terça-feira às 19:00 GMT (20:00 em Lisboa), registaram-se mais 5.015 mortes e foram diagnosticados mais 125.128 casos em todo o mundo.

Os países com mais novas mortes são: o Brasil, com 1.272, os Estados Unidos, com 1.027 e o México, com 596.

Os Estados Unidos, onde a primeira morte devido à covid-19 foi registada em fevereiro, é o país mais afetado pela pandemia tanto em número de mortes (112.402) como de casos diagnosticados (1.989.521). Pelo menos 524.855 pessoas foram declaradas curadas naquele país.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são: o Reino Unido, com 41.128 mortes e 290.143 casos diagnosticados, o Brasil, com 38.406 mortes e 739.503 casos, a Itália, com 34.114 mortes e 235.763 casos, e França, com 29.319 mortes e 191.939 casos.

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é o que regista o maior número de mortes em comparação com a sua população, com 83 mortos por 100 mil habitantes, seguindo-se o Reino Unido, com 61, Espanha, com 58, Itália, com 56 e a Suécia, com 47.

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, contabilizou oficialmente um total de 83.046 casos (três novos entre terça-feira e hoje), 4.434 mortos (zero novos) e 78.357 recuperados.

A Europa totalizava às 20:00 de hoje 185.616 mortes e 2.324 casos diagnosticados, os Estados Unidos e o Canadá 120.410 mortes e 2.086.586 casos, a América Latina e o Caribe 69.604 mortes e 1.418.206 casos, a Ásia 20.639 mortes e 738.416 casos, o Médio Oriente 10.968 mortes e 510.454 casos, África 5.558 mortes e 207.142 casos, e a Oceânia 131 mortes e 8.663 casos.

Este balanço é feito a partir de dados recolhidos pelas delegações da Agência France Presse junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde.

“Navios do mundo, liguem os motores!”: Trump anuncia acordo e espera-se queda no preço dos combustíveis

Os Estados Unidos e o Irão chegaram a um acordo de cessar-fogo que põe fim imediato às operações militares entre os dois países, após meses de conflito.

O entendimento prevê também a reabertura do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo, que esteve parcialmente bloqueada desde fevereiro.

Segundo as partes envolvidas, o acordo inclui ainda o levantamento de sanções e a normalização da navegação na região.

O principal impacto esperado é a possível descida do preço dos combustíveis, com os mercados internacionais já a reagirem à queda do petróleo. O acordo deverá ser assinado oficialmente na Suíça na próxima sexta-feira.

Afinal, combustíveis devem aumentar: Trump mandou bloquear Estreito de Ormuz

Os preços dos combustíveis podem não descer nas próximas semanas devido ao aumento da tensão no Médio Oriente.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que ordenou à Marinha norte-americana o bloqueio de navios no Estreito de Ormuz. A decisão surge depois do impasse nas negociações com o Irão sobre o seu programa nuclear.

Trump afirmou que, apesar de alguns avanços nas conversações em Islamabad, o Irão não aceitou desistir das suas ambições nucleares.

O Estreito de Ormuz é uma passagem importante para o transporte de petróleo a nível mundial. Qualquer bloqueio ou instabilidade nesta zona pode afetar o mercado e impedir a descida dos preços dos combustíveis.

Continental distinguida como uma das empresas mais sustentáveis do mundo

A Continental foi reconhecida pela revista norte-americana Time e pela plataforma global de gestão de dados e inteligência empresarial Statista como uma das 500 empresas mais sustentáveis do mundo em 2024.

Avaliaram mais de cinco mil empresas, com base em mais de 20 indicadores-chave. A Continental obteve uma classificação de 61,39 pontos em 100 possíveis, ficando em 265º lugar na classificação. Na categoria da indústria automóvel, a empresa é uma das 10 primeiras, sendo segunda entre fabricantes de pneus. Destaca-se pela redução das emissões poluentes, pelo consumo eficiente de energia e aumento do uso de energias renováveis.

Todas as unidades de produção de pneus da Continental estão a trabalhar em soluções individuais para alcançar uma produção neutra até 2040, o mais tardar.

Na fábrica de Lousado, a Continental produz pneus de forma neutra em carbono, o que só é possível graças ao vapor gerado por uma caldeira elétrica. A Continental produz o vapor utilizando energia solar gerada internamente e energia renovável proveniente da rede.

Pneus produzidos só com materiais sustentáveis até 2050

A Continental está a trabalhar arduamente para atingir o seu objetivo de utilizar mais de 40% de materiais renováveis e reciclados nos seus pneus até 2030 e de se tornar totalmente neutra em termos de carbono até 2050. O mais tardar em 2050, os pneus Continental deverão ser fabricados inteiramente a partir de materiais sustentáveis.

 

Famalicão: Luvas da Raclac com presença exclusiva nos Jogos de Paris

As luvas R.Advance serão as luvas de exame exclusivas que vão ser utilizadas pelos socorristas voluntários da Federação Nacional de Proteção Civil francesa, durante os Jogos de Paris 2024. A federação será a responsável por garantir os postos de primeiros socorros em dois terços dos locais olímpicos e paraolímpicos.

A empresa famalicense, especializada em soluções inovadoras para dispositivos médicos e de proteção, anunciou, esta segunda-feira, a parceria, sublinhando sua a experiência na produção de luvas médicas inovadoras e tecnologicamente avançadas, «de acordo com os mais altos padrões de excelência em saúde pública e segurança».

Ainda segundo consta do comunicado enviado às redações, a Raclac sinaliza que esta colaboração atesta «um compromisso comum com a segurança, a qualidade e a excelência no serviço de saúde pública». A superior proteção proporcionada pelas luvas R.Advance, fabricadas na Europa, «apoiará o trabalho crítico dos socorristas, garantindo que estes desempenhem as suas funções de forma segura e eficaz, independentemente do risco dos procedimentos».

Xavier Volot-Delaunay, diretor de Assuntos Gerais da Protection Civile francesa, refere que «estamos entusiasmados com a parceria com a Raclac. Fomos conquistados pelas luvas R.Advance pelos seus níveis de proteção, qualidade e fiabilidade únicos. Estamos confiantes de que esta colaboração melhorará a nossa capacidade de fornecer serviços médicos e de emergência de alto nível durante os Jogos».

Vitor Teixeira, da Raclac, acrescenta que «é uma honra apoiar a Protection Civile durante um evento global tão prestigiado». Sobre as luvas, garante que foram concebidas para cumprir os mais elevados padrões de segurança, resistência e conforto, bem como para cumprir as recomendações da Organização Mundial de Saúde, «de forma a aumentar a proteção dos profissionais de saúde e dos doentes ao mitigar o risco de contaminações cruzadas. Estamos orgulhosos por contribuir para a segurança de todos que visitam Paris neste verão».

Os Jogos de Paris 2024, que vão decorrer de 26 de julho a 8 de setembro deste ano, serão um dos eventos globais mais significativos do ano, atraindo milhões de visitantes à capital francesa.

Facebook e Instagram com problemas

O Facebook e o Instagram (ambas da empresa Meta) estão a revelar problemas, na versão web e nos dispositivos móveis. Estão a acontecer por todo o mundo e não são conhecidas as razões para esta falha.

Os utilizadores estão a receber avisos sobre “sessão expirada” e é pedido para iniciar novamente a sessão.

Alterações climáticas: Setembro foi o mês mais quente de sempre

Setembro de 2023 entrou para a história como o mês mais quente já registado em todo o mundo, superando o recorde anterior de 2020 numa margem significativa de 0,5 graus Celsius, de acordo com o observatório europeu Copernicus.

O planeta está a aquecer num ritmo alarmante, com setembro a ser 1,75 graus Celsius mais quente do que a média de setembro no período de 1850-1900.

Estes dados agora revelados destacam a urgência de ações globais para combater as mudanças climáticas.