4 dicas de empreendedorismo que vão valorizar as empresas portuguesas

E, talvez, levar a sua empresa para um novo nível!

Ter uma empresa não é tarefa fácil. Existe sempre trabalho para fazer, tanto em empresas recentes como em empresas já estabilizadas no seu mercado. E, se tem uma empresa, acreditamos que entenda o que queremos dizer.

No meio de toda a correria, valorizar a empresa é importante e nunca se deve esquecer de ter esta valorização em mente. Pensando na mesma, deixamos 4 dicas de empreendedorismo que, certamente, farão toda a diferença no seu negócio.

 

4 dicas para valorizar a sua empresa

1. Ter em mente as tendências atuais

Se quer que a sua empresa sobressaia, deve ter em conta as tendências que se encontram em alta na atualidade. Sempre que fizer sentido, a empresa deve incorporar as tendências e reinventar-se.

Uma das tendências atuais e que, inclusivamente, afeta a escolha dos consumidores é o ser amigo do ambiente. Muitas empresas estão, por exemplo, a reduzir o uso de plástico e a deixar de lado os documentos físicos, usando opções digitais.

Na Jerónimo Martins, por exemplo, a maioria dos produtos de marca própria usam plástico reciclável, mas o grupo está à procura de soluções para diminuir esse plástico e substituí-lo por papel. Atualmente, o papel e cartão já representam 60% do material usado pela empresa.

O Lidl também está a reduzir o uso de plástico nos seus produtos de marca própria. As embalagens de frutos secos e têxteis já viram o seu plástico substituído por papel.

Mas não fica por aí. Dezenas de lojas decidiram diminuir os gastos em papel, usando folhetos online. O catálogo Ikea é um excelente exemplo dessa mudança, e, nesse catálogo, o consumidor tem acesso a todos os folhetos repletos de promoções, sem que seja gasto papel para tal. Após 7 anos, a empresa anunciou que vai parar de imprimir e distribuir catálogos, em resposta à mudança de comportamento do cliente e tendências no consumo de mídia e assim sinalizando um declínio da demanda por marketing baseado em impressão. Ao aceder aos folhetos online, o consumidor está a poupar 288 páginas com o catálogo “IKEA – Catálogo 2021” e 68 páginas com o catálogo “IKEA – Catálogo Cozinhas”. É muito papel poupado por consumidor!

Ter atenção às tendências atuais irá valorizar a sua empresa e destacá-la das restantes existentes no seu mercado de atuação.

2. Investir em tecnologia

O uso de novas tendências tecnológicas irá facilitar – e muito! – a otimização de processos dentro da empresa e a relação com os consumidores.

Mas de que tecnologias estamos a falar? Algumas das que merecem destaque são:

  • Internet das coisas (IoT);
  • Realidade aumentada;
  • Impressão 3D;
  • Blockchain;
  • Uso de drones;
  • E muito mais!

Pode saber mais sobre estas tecnologias e o porquê de serem excelentes investimentos para o seu negócio, neste conteúdo.

3. Não faça tudo sozinho

Esta é uma dica de empreendedorismo que muitos demoram a colocar em prática, por diversas razões. Mas colocando essas razões de lado, não fazer sozinho irá levar a um crescimento mais rápido das empresas portuguesas.

Isso pode significar contratar um profissional, candidatar-se a apoios para empreendedores, fazer parcerias com outras empresas ou profissionais e muito mais.

A nível de apoios financeiros, informe-se junto da Câmara Municipal da sua região, pois pode encontrar o que precisa. Outros apoios ao empreendedorismo são o Ninhos de empresas, a ANJE, o IEFP ou o Portugal 2020.

Claro que, com os apoios, conseguirá investir na sua empresa, fazendo-a crescer mais depressa.

4. Abraçar o digital

Lá se foram os tempos em que era possível manter um negócio – e destacar-se – usando, apenas, métodos tradicionais. O digital chegou para ficar, portanto o melhor que as empresas podem fazer é abraçar este método e reinventar o negócio.

Ter um website na internet, manter as redes sociais atualizadas ou valorizar os consumidores – respondendo a comentários – são apenas alguns dos passos essenciais. Lembrando que, atualmente, a presença online pode determinar o sucesso de um negócio.

 

Mas a dica número 1 é abraçar as adversidades!

É certo que as dicas acima vão valorizar o seu negócio, mas não ficamos por aí!

Além de estarem atentos às tendências, investirem em tecnologia e abraçarem o digital, os empresários também devem estudar e ler com frequência, criar uma rede de contactos ou investir em novas skills que, indiretamente, vão valorizar a empresa a longo prazo.

No entanto, a dica de empreendedorismo número 1 e que vai influenciar a empresa de forma positiva é abraçar as adversidades, ao invés de remar contra elas. As adversidades podem – e devem – ser vistas como oportunidades de melhoria.

Não precisamos de ir muito longe, a pandemia tem afetado as empresas portuguesas, o que constituiu uma enorme adversidade para muitos negócios. Os pequenos e novos negócios tiveram de usar o digital para manterem as portas abertas, com entregas ao domicílio.

Embora seja um momento de maior stress, abraçar as adversidades pode levar as empresas portuguesas a um novo nível!

 

Use as dicas acima e valorize a sua empresa para se destacar das restantes que se encontram no mercado português.

Famalicão: Conferência sobre o setor das carnes regressa em setembro

Na tarde de 30 de setembro, a Casa das Artes recebe a terceira edição da conferência Meat Meetings´26 sob o tema “Tecnologia e valorização do setor cárneo”. A organização é do TECMEAT – Centro de Competências do Agroalimentar para o Setor das Carnes, em parceria com a Câmara Municipal de Famalicão.

A conferência contará com especialistas nacionais e internacionais, que irão apresentar soluções, experiências e boas práticas relacionadas com a inovação tecnológica, a sustentabilidade e a competitividade da produção pecuária e da indústria agroalimentar. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia em: https://tinyurl.com/MMeetings26

A organização sublinha que esta conferência é já uma referência na partilha de conhecimento e debate em torno dos desafios e oportunidades da fileira da carne. Nas edições anteriores, reuniu cerca de 150 participantes, entre empresas, entidades e outros profissionais do setor.

Famalicão: PCP quer Governo a defender trabalhadores da ROQ

A propósito do despedimento de mais de 50 trabalhadores na ROQ, o grupo parlamentar do PCP perguntou à Ministra do Trabalho e da Solidariedade e Segurança Social sobre as medidas que tomará o Governo para defender os trabalhadores e se tem conhecimento que a empresa possa proceder a despedimento coletivo faseado.

No mesmo requerimento, o PCP pergunta, ainda, se a empresa tem continuado a receber apoios, «como os 294,9 mil euros que recebeu como beneficiária do Portugal 2030». Para o PCP, «é inaceitável que a empresa tenha recebido apoios públicos, mas agora despeça novamente trabalhadores para salvaguardar os seus lucros».

O PCP recorda que a ROQ, sediada em Oliveira São Mateus, tinha, há quatro anos, mais de 700 trabalhadores e uma faturação de 88 milhões de euros. Atualmente terá cerca de 400 trabalhadores.

Famalicão: Fim de semana de aromas no centro da cidade

No próximo sábado e domingo, o Mercado Magia dos Aromas, mais uma iniciativa do Vai à Vila, instala-se no centro da cidade, na Praça D. Maria II. O certame reúne artesãos locais com propostas que vão das velas artesanais a sabonetes, passando por peças em resina, gesso perfumado e produtos à base de ervas aromáticas.

O espaço estará aberto das 10 às 21 horas, no sábado; e das 10 às 18 horas, no domingo. Neste dia, a animação musical estará a cargo de Joana D´Alma, com concerto às 16 horas.

Recorde-se que o Vai à Vila é uma iniciativa municipal que se realiza ao longo de vários fins de semana para animar e promover a fruição do espaço público e, claro, permitir que artesãos, produtores locais e associações mostrem as suas propostas.

Famalicão: Antiga filial da Mabor em Angola está à venda por 6 milhões de euros

As antigas instalações da Manufatura Angolana de Borracha (Mabor-Angola), empresa criada como filial da histórica Mabor de Lousado, em Vila Nova de Famalicão, foram colocadas à venda em leilão eletrónico pelo Estado angolano, com um preço base de 6,5 mil milhões de kwanzas, o equivalente a cerca de seis milhões de euros.

Localizada no município do Cazenga, em Luanda, a antiga unidade industrial ocupa uma área de cerca de 64 mil metros quadrados e integra o edifício fabril, armazéns, oficinas, áreas técnicas, refeitório, portaria e outras infraestruturas de apoio.

A Mabor-Angola foi criada como filial da Mabor, empresa fundada em 1940 em Vila Nova de Famalicão e pioneira da indústria de pneus em Portugal. A fábrica angolana iniciou atividade na segunda metade da década de 1960, em regime de exclusividade para o fabrico de pneus e câmaras de ar destinados ao mercado local.

Após a independência de Angola, em 1975, a empresa foi nacionalizada e a produção acabou por terminar no final da década de 1980, devido à falta de matérias-primas e à degradação das instalações.

Em 2023, o Presidente de Angola, João Lourenço, aprovou o fim da empresa por considerar que já não reunia condições para cumprir os objetivos para os quais foi criada.

Imagem: cockpitautomovel.com

Famalicão: “Cidade Têxtil” projeta marcas e empresas em fim de semana dedicado à moda

Desfiles de moda com designers, lojas e empresas de referência, palestras, exposição e animação vão encher a Praça D. Maria II no próximo fim de semana, dias 10 e 11 de julho, numa organização do município de Famalicão com outros parceiros.

O objetivo, segundo o presidente da Câmara de Famalicão, é mostrar que Famalicão Cidade Têxtil, desde 2018, é um verdadeiro clusters na área, que abarca não só a fileira da conceção e produção, como é referência na exportação e, também, nas áreas da criatividade e inovação. Segundo o presidente da Câmara, Mário Passos, a iniciativa, «traz para o centro urbano a moda, aproxima a comunidade de um setor que é determinante para a nossa economia, valoriza o talento que aqui se cria e projeta Vila Nova de Famalicão como uma referência nacional nesta indústria».

A apresentação da iniciativa decorreu esta segunda-feira, nas instalações da Salsa Jeans, em Ribeirão, empresa parceira da iniciativa. Presente, também, o designer famalicense Gonçalo Peixoto, colaborador do evento, para quem «Famalicão tem uma corrente de recursos que faz a indústria da moda em Portugal».

Famalicão Fashion tem vários momentos, destaque para o desfile de Fashion Streets, que acontece no dia 10, às 21h30, com oito lojas do comércio local (Salsa, João Vilas Boas, Paulo Gomes, Alice Barbosa, Estribo, Enjoy, Glamour Fashion, Piedino e Favo de Mel). O objetivo, segundo o presidente da Câmara, é a valorização e dinamização do comércio local. No dia 11, pelas 21h30, Desfile Fashion City, com designers, marcas e empresas têxteis com design próprio, com o objetivo de promover a ligação entre «criação, inovação, produção e mercado», realçou o autarca. O CITEVE é o parceiro convidado, mas estão, também, empresas como a Linho Puro, Bárbara Medeiros, PACCA, Salsa; também designers: Gonçalo Peixoto, Diana Sousa, Saardinha, Justina Zaqueu e Rosandra Feliciano.

Entre 11 e 18 de julho, na Fundação Cupertino de Miranda, estará patente uma exposição Emerging Voices, que dá espaço aos alunos da Escola Secundária Camilo Castelo Branco (Curso Técnico Profissional de Design de Moda) e do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (Curso Técnico Superior Profissional de Design de Moda). O objetivo é dar visibilidade ao talento, à criatividade e à inovação dos estudantes destas duas escolas, «constituindo uma plataforma de valorização das novas gerações», diz a organização.

Nesta sessão de apresentação, foi revelado que os jovens procuram pouco estes cursos. Algo que o designer Gonçalo Peixoto atribui à dificuldade que os jovens sentem para entrar no mercado de trabalho.

Ainda no dia 11, entre as 9h30 e as 19h30, destaque para a Urban Brands, uma iniciativa de um grupo de jovens empreendedores de Famalicão, dedicada à promoção da moda urbana, cultura urbana e indústria têxtil portuguesa. Reúne marcas nacionais de streetwear, empresas do setor têxtil, criadores e artistas.

Ao longo do dia decorrerão palestras com marcas e empresas, demonstrações de graffiti, dança, música e outas atividades.

 

Famalicão: Investigadores visitam a Cimenteira do Louro e AMOB

Esta terça-feira, cerca de duas dezenas de investigadores, provenientes de centros de investigação e tecnológicos, e representantes de empresas e de associações setoriais estiveram na Cimenteira do Louro e na AMOB.

A visita teve por objetivo a partilha para identificar oportunidades de colaboração entre a ciência e a indústria.

Uma iniciativa, denominada “Missão Inovação”, inserida no Famalicão Created In, do município de Famalicão, que se fez representar nesta visita pelo vereador da Economia, Augusto Lima.

O programa incluiu apresentações das empresas, visitas técnicas às instalações e sessões de trabalho dedicadas à identificação de desafios, oportunidades de cooperação e potenciais projetos de investigação aplicada.

Recorde-se que a Cimenteira do Louro é uma referência nacional no desenvolvimento de pavimentos e revestimentos em betão; enquanto que a AMOB é uma empresa especializada em maquinaria para curvatura de tubos e perfis.

Com esta iniciativa, o Município acredita estar a reforçar a ligação entre empresas, universidades e centros tecnológicos, incentivando a criação de novos produtos, processos e tecnologias que contribuam para aumentar a competitividade e a capacidade de inovação do tecido empresarial famalicense.