Cervejaria do Kim premiada pelo maior site de viagens

A Cervejaria do Kim, em Joane, foi considerada pela Tripadvisor como o 10.º melhor restaurante do distrito de Braga e o primeiro da vila de Joane.

Essa votação faz parte da TravellersChoice que reúne a avaliação dos clientes, através do reconhecido portal de turismo.

Ao ser premiada, quer dizer que a Cervejaria do Kim entre os 10% melhores restaurantes do mundo, segundo os viajantes.

Os clientes destacam a boa comida, atendimento personalizado e sublinham a boa seleção de cervejas importadas.

Este estabelecimento, situado na Rua do Rio Pele 554, Joane, também tem take away.

Famalicão: Antiga filial da Mabor em Angola está à venda por 6 milhões de euros

As antigas instalações da Manufatura Angolana de Borracha (Mabor-Angola), empresa criada como filial da histórica Mabor de Lousado, em Vila Nova de Famalicão, foram colocadas à venda em leilão eletrónico pelo Estado angolano, com um preço base de 6,5 mil milhões de kwanzas, o equivalente a cerca de seis milhões de euros.

Localizada no município do Cazenga, em Luanda, a antiga unidade industrial ocupa uma área de cerca de 64 mil metros quadrados e integra o edifício fabril, armazéns, oficinas, áreas técnicas, refeitório, portaria e outras infraestruturas de apoio.

A Mabor-Angola foi criada como filial da Mabor, empresa fundada em 1940 em Vila Nova de Famalicão e pioneira da indústria de pneus em Portugal. A fábrica angolana iniciou atividade na segunda metade da década de 1960, em regime de exclusividade para o fabrico de pneus e câmaras de ar destinados ao mercado local.

Após a independência de Angola, em 1975, a empresa foi nacionalizada e a produção acabou por terminar no final da década de 1980, devido à falta de matérias-primas e à degradação das instalações.

Em 2023, o Presidente de Angola, João Lourenço, aprovou o fim da empresa por considerar que já não reunia condições para cumprir os objetivos para os quais foi criada.

Imagem: cockpitautomovel.com

Famalicão: TMG faz parte de consórcio internacional para eliminar emissões na indústria automóvel

Segundo o Executive Digest, a TMG Automotive faz parte do consórcio internacional Mission 0 House. Trata-se de uma iniciativa da Polestar e da Lindholmen Science Park que reúne empresas, universidades e centros de investigação para acelerar a transição para uma indústria automóvel com neutralidade climática.

Enquanto especialista em superfícies automóveis e soluções de materiais, sendo uma das maiores fabricantes europeias de interiores para a indústria automóvel, a TMG Automotive aporta a este projeto a sua experiência e capacidade de inovação para acelerar o desenvolvimento de soluções mais alinhadas com a mobilidade do futuro.

O consórcio, que visa a colaboração entre parceiros industriais e académicos da Suécia e de Portugal, está focado no desenvolvimento de soluções inovadoras em áreas como biomateriais, têxteis sustentáveis, materiais recicláveis, aço de emissões ultra-reduzidas e tecnologias de reutilização de CO₂.

Ainda segundo o Executive Digest, o Mission 0 House pretende funcionar como um ecossistema colaborativo de inovação aplicada, promovendo a ligação entre ciência e indústria para acelerar a criação da próxima geração de materiais sustentáveis para o setor automóvel. A TMG Automotive tem como objetivo alcançar a neutralidade carbónica em 2039, uma meta anunciada pela empresa em 2022.

 

Famalicão: Fim de semana com várias propostas do “Produto que é Nosso”

Até domingo, a Praça D. Maria II recebe o mercado “Produto que é Nosso” que reúne um conjunto de propostas que pode apreciar e degustar. Tratam-se de produtos de produtores locais, protagonistas com o Selo Famalicão Made IN, sendo uma oportunidade para conhecer o que de melhor se produz no concelho.

O mercado está aberto até às 21 horas desta sexta-feira; no sábado pode ser visitado entre as 10 e as 21 horas e no domingo até às 19 horas.

Vinhos, queijos, licores, compotas, doces e fumeiro são propostas que pode encontrar neste mercado “Produto que é Nosso”.

Famalicão: PCP questiona governo sobre lay-off na Coindu

A pretexto da implementação do Lay-off na empresa Coindu, o Partido Comunista Português questionou a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre o que se passa nesta empresa famalicense. Quer saber se o Governo tem conhecimento e acompanha o processo; se a empresa tem continuado a receber apoios públicos e quais os valores a que ascendem os mesmos; se tem conhecimento dos lucros obtidos pela unidade da empresa em Joane e dos resultados líquidos positivos; que medidas tomou o governo para garantir a defesa dos postos de trabalho e dos direitos dos trabalhadores, considerando a atribuição de apoios públicos a esta empresa; e que medidas tomará para defender «os interesses e os direitos dos trabalhadores implicados».

O PCP lamenta que sejam os trabalhadores a «parte fragilizada» de uma política que, diz o partido, «entre os lucros ou os postos de trabalho, opta pela primeira».

Lembra o PCP que a Coindu pretende colocar quase 500 trabalhadores em lay-off. A mesma empresa, recorda o partido, que em 2025 realizou dois despedimentos coletivos na unidade de Joane. A situação agrava-se, diz, porque «apesar dos despedimentos levados a cabo, a empresa terá continuado a receber apoios públicos até dezembro de 2025, designadamente fundos do PRR para um projeto de produção de «componentes e acessórios para veículos a motor, no valor total de 3 910 000 de euros».

Famalicão: Lay-off da Coindu é para 493 trabalhadores, por seis meses e implementado de forma gradual

A Coindu, indústria de componentes têxteis para o setor automóvel, vai implementar um ‘lay-off’ a 493 trabalhadores de diferentes áreas da empresa. É para vigorar por seis meses, entre maio e novembro deste ano, e será implementado «de forma gradual e limitada, abrangendo trabalhadores sem ocupação efetiva ou afetados pelo setor em que trabalham».

A empresa de Joane, que emprega 752 pessoas, justifica a decisão com os desafios que tem enfrentado «devido à conjuntura global e à redução de encomendas do setor automóvel».

Em comunicado, a Coindu afirma que «mantém o compromisso de minimizar o impacto sobre os colaboradores» e diz acreditar na retoma da atividade em 2027, tendo em conta os projetos já assegurados. A empresa acrescenta que este ajustamento é necessário, tendo em conta a conjuntura, para garantir a sua sustentabilidade financeira e continuidade futura.

A empresa refere que a conjugação dos recentes eventos relacionados com as tarifas de importação nos principais mercados mundiais, como Estados Unidos e China, juntamente com os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente, «tem causado um impacto negativo na confiança do mercado». Acrescenta que este cenário tem-se repercutido na indústria automóvel, «afetando a atividade e a faturação da Coindu».

Por isso, «para responder ao excesso temporário de pessoal e à pressão financeira», a empresa vai implementar um ‘lay-off’.

A Coindu diz que a medida foi decidida e comunicada aos trabalhadores esta semana e que está «inserida no contexto do diálogo aberto e transparente que a administração vem mantendo com a organização, colaboradores e demais ‘stakeholders’ [partes envolvidas] ao longo de todo o processo de reestruturação.

Recorde-se que a descida das encomendas no setor já tinha levado a empresa a avançar com dois despedimentos coletivos no ano passado.

Famalicão: Lojas colocam artigos na rua

O comércio da Rua Júlio de Araújo, que liga a Avenida 25 de Abril à Praça 9 de Abril, vai sair à rua no dia 16 de maio, sábado. Assim, entre as 10 e as 18 horas, os estabelecimentos vão estender a sua atividade para o exterior, promovendo campanhas especiais, desfiles de moda, styling ao vivo, degustação e demonstração de produtos, entre outras iniciativas de animação dirigidas a públicos de todas as idades.

Nesta artéria é possível encontrar diversos tipos de comércio, desde perfumaria, moda, ótica, viagens, mercearia e outros serviços.

A iniciativa, promovida pela ACIF e Câmara Municipal, tem por objetivo animar o espaço público e aproximar a comunidade das lojas e serviços existentes naquela zona da cidade.

O trânsito e estacionamento estarão encerrados entre as 19 horas do dia 15 de maio e as 19 horas do dia 16 de maio.