Pandemia já fez 4.287.427 mortes em todo o mundo

Mais de 202.274.390 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia. A grande maioria dos doentes recupera, mas alguns mantêm sintomas por semanas, por vezes meses.

No sábado foram registadas 9.373 mortes e 691.420 novos casos de covid-19 em todo o mundo.

Os números têm por base os balanços comunicados diariamente pelas autoridades sanitárias de cada país, excluindo revisões estatísticas feitas posteriormente, que concluem por um número significativamente superior de mortes.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) acredita que a mortalidade pode estar subavaliada e ser, efetivamente duas ou três vezes superior aos dados oficiais.

Há também um número relevante de casos menos graves ou assintomáticos que permanecem não diagnosticados, ainda que a testagem tenha sido intensificada em muitos países.

Os países com maior número de novos óbitos nas últimas horas são a Indonésia (1.498), Brasil (990) e os EUA (856).

Os EUA são o país mais afetado pela pandemia, tanto em número de mortes como em número de casos, com 616.718 mortes em 35.739.777 casos registados, segundo os dados recolhidos pela universidade Johns Hopkins.

Depois dos EUA, os países mais afetados são o Brasil, com 562.752 mortes em 20.151.779 casos; a Índia, com 427.862 mortes em 31.943.455 casos; o México, com 244.248 em 2.964.244 casos; e o Peru, com 196.873 mortes em 2.124.128 casos.

Entre os países mais afetados pela pandemia, o Peru é o que regista um maior número de mortes face ao total da população, com 597 mortes por 100 mil habitantes, seguido da Hungria (311), da Bósnia (295), da República Checa (284) e do Brasil (265).

A América Latina e as Caraíbas totalizavam hoje, no balanço fechado pelas 11:00, 1.390.154 mortes em 41.489.417 casos; a Europa 1.211.528 mortes em 59.486.360 casos; a Ásia 699.596 mortes em 46.115.997 casos; os EUA e o Canadá 643.381 mortes em 37.177857 casos; África 176.624 mortes em 6.985.972 casos; o Médio Oriente 164.695 mortes em 10.925.737 casos; e a Oceânia 1.449 mortes em 93.054 casos.

Os dados são recolhidos junto das autoridades competentes em cada país e da OMS.

“Navios do mundo, liguem os motores!”: Trump anuncia acordo e espera-se queda no preço dos combustíveis

Os Estados Unidos e o Irão chegaram a um acordo de cessar-fogo que põe fim imediato às operações militares entre os dois países, após meses de conflito.

O entendimento prevê também a reabertura do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo, que esteve parcialmente bloqueada desde fevereiro.

Segundo as partes envolvidas, o acordo inclui ainda o levantamento de sanções e a normalização da navegação na região.

O principal impacto esperado é a possível descida do preço dos combustíveis, com os mercados internacionais já a reagirem à queda do petróleo. O acordo deverá ser assinado oficialmente na Suíça na próxima sexta-feira.

Afinal, combustíveis devem aumentar: Trump mandou bloquear Estreito de Ormuz

Os preços dos combustíveis podem não descer nas próximas semanas devido ao aumento da tensão no Médio Oriente.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que ordenou à Marinha norte-americana o bloqueio de navios no Estreito de Ormuz. A decisão surge depois do impasse nas negociações com o Irão sobre o seu programa nuclear.

Trump afirmou que, apesar de alguns avanços nas conversações em Islamabad, o Irão não aceitou desistir das suas ambições nucleares.

O Estreito de Ormuz é uma passagem importante para o transporte de petróleo a nível mundial. Qualquer bloqueio ou instabilidade nesta zona pode afetar o mercado e impedir a descida dos preços dos combustíveis.

Continental distinguida como uma das empresas mais sustentáveis do mundo

A Continental foi reconhecida pela revista norte-americana Time e pela plataforma global de gestão de dados e inteligência empresarial Statista como uma das 500 empresas mais sustentáveis do mundo em 2024.

Avaliaram mais de cinco mil empresas, com base em mais de 20 indicadores-chave. A Continental obteve uma classificação de 61,39 pontos em 100 possíveis, ficando em 265º lugar na classificação. Na categoria da indústria automóvel, a empresa é uma das 10 primeiras, sendo segunda entre fabricantes de pneus. Destaca-se pela redução das emissões poluentes, pelo consumo eficiente de energia e aumento do uso de energias renováveis.

Todas as unidades de produção de pneus da Continental estão a trabalhar em soluções individuais para alcançar uma produção neutra até 2040, o mais tardar.

Na fábrica de Lousado, a Continental produz pneus de forma neutra em carbono, o que só é possível graças ao vapor gerado por uma caldeira elétrica. A Continental produz o vapor utilizando energia solar gerada internamente e energia renovável proveniente da rede.

Pneus produzidos só com materiais sustentáveis até 2050

A Continental está a trabalhar arduamente para atingir o seu objetivo de utilizar mais de 40% de materiais renováveis e reciclados nos seus pneus até 2030 e de se tornar totalmente neutra em termos de carbono até 2050. O mais tardar em 2050, os pneus Continental deverão ser fabricados inteiramente a partir de materiais sustentáveis.

 

Famalicão: Luvas da Raclac com presença exclusiva nos Jogos de Paris

As luvas R.Advance serão as luvas de exame exclusivas que vão ser utilizadas pelos socorristas voluntários da Federação Nacional de Proteção Civil francesa, durante os Jogos de Paris 2024. A federação será a responsável por garantir os postos de primeiros socorros em dois terços dos locais olímpicos e paraolímpicos.

A empresa famalicense, especializada em soluções inovadoras para dispositivos médicos e de proteção, anunciou, esta segunda-feira, a parceria, sublinhando sua a experiência na produção de luvas médicas inovadoras e tecnologicamente avançadas, «de acordo com os mais altos padrões de excelência em saúde pública e segurança».

Ainda segundo consta do comunicado enviado às redações, a Raclac sinaliza que esta colaboração atesta «um compromisso comum com a segurança, a qualidade e a excelência no serviço de saúde pública». A superior proteção proporcionada pelas luvas R.Advance, fabricadas na Europa, «apoiará o trabalho crítico dos socorristas, garantindo que estes desempenhem as suas funções de forma segura e eficaz, independentemente do risco dos procedimentos».

Xavier Volot-Delaunay, diretor de Assuntos Gerais da Protection Civile francesa, refere que «estamos entusiasmados com a parceria com a Raclac. Fomos conquistados pelas luvas R.Advance pelos seus níveis de proteção, qualidade e fiabilidade únicos. Estamos confiantes de que esta colaboração melhorará a nossa capacidade de fornecer serviços médicos e de emergência de alto nível durante os Jogos».

Vitor Teixeira, da Raclac, acrescenta que «é uma honra apoiar a Protection Civile durante um evento global tão prestigiado». Sobre as luvas, garante que foram concebidas para cumprir os mais elevados padrões de segurança, resistência e conforto, bem como para cumprir as recomendações da Organização Mundial de Saúde, «de forma a aumentar a proteção dos profissionais de saúde e dos doentes ao mitigar o risco de contaminações cruzadas. Estamos orgulhosos por contribuir para a segurança de todos que visitam Paris neste verão».

Os Jogos de Paris 2024, que vão decorrer de 26 de julho a 8 de setembro deste ano, serão um dos eventos globais mais significativos do ano, atraindo milhões de visitantes à capital francesa.

Facebook e Instagram com problemas

O Facebook e o Instagram (ambas da empresa Meta) estão a revelar problemas, na versão web e nos dispositivos móveis. Estão a acontecer por todo o mundo e não são conhecidas as razões para esta falha.

Os utilizadores estão a receber avisos sobre “sessão expirada” e é pedido para iniciar novamente a sessão.

Alterações climáticas: Setembro foi o mês mais quente de sempre

Setembro de 2023 entrou para a história como o mês mais quente já registado em todo o mundo, superando o recorde anterior de 2020 numa margem significativa de 0,5 graus Celsius, de acordo com o observatório europeu Copernicus.

O planeta está a aquecer num ritmo alarmante, com setembro a ser 1,75 graus Celsius mais quente do que a média de setembro no período de 1850-1900.

Estes dados agora revelados destacam a urgência de ações globais para combater as mudanças climáticas.