Alguns atletas da equipa Papa Léguas de Famalicão marcaram presença nos Campeonatos Nacionais de Sub-18 de pista ao ar-livre, uma competição disputada na Pista do Complexo Desportivo Fernando Mamede, em Beja, no último fim de semana.
Destaque para José Ribeiro que se sagrou Vice-Campeão Nacional na prova dos 100 metros.
A medalha de bronze em Estafetas 4 x 100m foi para a equipa composta por Francisco Fernandes, José Ribeiro, Francisco Azevedo e Vicente Silva.
E ainda a Estafeta Medley (100m + 200m + 300m + 400m) formada por Francisco Fernandes, José Ribeiro, Francisco Azevedo e Martim Matos conquistou também o terceiro lugar do pódio.
O Município de Vila Nova de Famalicão, em associação com entidades internacionais, está a desenvolver o projeto desportivo “Move as You Are” ao longo de 2024 e 2025, que visa apoiar a inclusão social e ultrapassar as barreiras desportivas com que se deparam as crianças com deficiência visual. O campo de férias em Tirrenia, Itália, foi uma das iniciativas desenvolvidas no âmbito deste projeto.
Desta forma, uma equipa de técnicos da divisão do Desporto do Município de Vila Nova de Famalicão deslocou-se até Tirrenia, entre 3 e 7 de julho, para participar no “Campo de Férias para Crianças com Incapacidade Visual”, desenvolvido no âmbito do projeto europeu “Move as You Are”, financiado pelo programa “Erasmus + Sports” da Comissão Europeia.
Os professores famalicenses estiveram responsáveis pela dinamização dos workshops de natação, dirigidos a vários grupos de crianças com incapacidade visual e participaram em atividades relacionadas com dança, ténis, basebol, entre outras modalidades, promovidas por outros parceiros deste projeto internacional, tais como: a Universidade de Atenas (Grécia), a associação Euphoria Net (Itália) e a Real Eyes Sport (Itália).
No dia 20 de julho, o Clube de Xadrez Associação Académica da Didáxis celebra o 20.º aniversário e vai tentar o recorde mundial do Guiness para o maior número de jogos disputados em 24 horas.
No Complexo Desportivo de Vale S. Cosme vão decorrer vários torneios, todos de inscrição gratuita e com prémios para os três primeiros lugares absoluto e feminino e vencedores dos escalões sub-18, 10, 12, 14, 16, 18, 20 e veteranos nas provas principais.
Esta jornada é aberta a atletas e clubes federados e não federados. O CX A2D junta-se, assim, à Federação Internacional de Xadrez (FIDE), à Federação Portuguesa de Xadrez (FPX) e à Associação de Xadrez do Distrito de Braga (AXDB) para tentar estabelecer o recorde mundial do Guinness, num evento que tem o patrocínio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.
Ao final da tarde desta segunda-feira, o presidente da Câmara recebeu os atletas famalicenses que participaram na décima quinta edição dos Jogos do Eixo Atlântico.
Nos Paços do Concelho, Mário Passos falou de uma organização exemplar, partilhada com a cidade de Braga, enalteceu a promoção do desporto, da interculturalidade e da boa imagem de Famalicão em bem receber.
Para a história ficam as 21 medalhas conquistadas e muitas memórias desta participação nos jogos que, este ano, foram os mais participados de sempre. O edil notou, ainda, o trabalho que os vários clubes e associações desempenham na formação desportiva e social dos jovens desportistas famalicenses.
Recorde-se que na semana passada mais de dois mil atletas, dos concelhos do Norte de Portugal e da Galiza, de diferentes modalidades, competiram nesta jornada desportiva que decorreu em Famalicão e Braga.
Famalicão prepara-se para celebrar, esta terça-feira, o 39.º aniversário de elevação a cidade. O presidente da Câmara Municipal, em entrevista a CIDADE HOJE, afirma que a cidade «é uma referência nacional» e que acompanha a pujança económica do concelho. Aponta a renovação urbana como um marco distintivo que a torna mais atrativa. Promete mais empenho no regulamento do trânsito, no estacionamento abusivo e em condicionar a circulação automóvel no coração da cidade «de forma gradual, pedagógica, com uma mudança cultural e com uma grande aposta nos transportes públicos».
CIDADE HOJE (CH) – A cidade tem a maturidade esperada de 39 anos de existência?
Mário Passos: Tem a maturidade, mas também a jovialidade de uma jovem cidade com 39 anos. Famalicão está hoje mais palpitante e impactante do que alguma vez esteve, fruto de décadas de trabalho a trilhar um caminho de desenvolvimento e prosperidade. Trabalho esse que queremos continuar, sempre com os famalicenses como principais protagonistas.
CH – Como consegue afirmar-se no contexto regional/nacional, sabendo, por exemplo, que não é capital de distrito?
Mário Passos: Famalicão é atualmente uma referência nacional e um dos maiores concelhos do país. Temos uma pujança empresarial, desportiva, cultural, educativa e social reconhecidas que fazem com que sejamos hoje um lugar de primeira escolha para viver, estudar e trabalhar. As estratégias de atratividade que temos promovido, com os vários investimentos que temos feito nas mais diversas áreas de governação, têm contribuído para que Famalicão seja um território cada vez mais atrativo.
CH – Sendo o concelho o terceiro maior exportador nacional e um forte contribuidor da balança comercial, a cidade tem sabido aproveitar estes atributos afirmando-se de igual forma?
Mário Passos: Diria mais. A cidade não se limita apenas a saber aproveitar estes atributos, mas também respira essa vitalidade e dá também o seu contributo para essa pujança. Ao atrairmos cada vez mais pessoas para o nosso centro urbano estamos a dar a conhecer Vila Nova de Famalicão, a sua riqueza, as suas principais forças e os seus principais atrativos.
CH – Como Região Empreendedora Europeia, é mais uma oportunidade de afirmação?
Mário Passos: Esta distinção é um reconhecimento a todos os famalicenses que diariamente personificam este prémio. O título de Famalicão Região Empreendedora Europeia não é fruto do acaso. Reflete a vitalidade económica do território, a força das nossas gentes e o mérito das nossas políticas públicas, nomeadamente de estímulo ao empreendedorismo, inovação e emprego.
É uma marca distintiva que impulsiona a nossa estratégia para atrair novas empresas tecnológicas e criativas que acrescentem valor e contribuam para a crescente competitividade da cidade e do concelho.
CH – Famalicão é a Cidade Têxtil e é a Terra de Camilo Castelo Branco, a cidade promove como deve estas e outras “marcas”, principalmente a quem a visita?
Mário Passos: São duas marcas muito fortes – uma mais voltada para o turismo industrial e outra para o turismo cultural. Duas marcas diferenciadoras que espelham bem a riqueza do nosso concelho, que têm um enorme peso na afirmação da nossa cidade e que estão, por isso, muito presentes e enraizadas no quotidiano de Famalicão.
Por esta altura, no ano passado, estávamos por exemplo a inaugurar a instalação artística “Fio Condutor” que trazia para o centro urbano a força da marca “Cidade Têxtil”. Por sua vez, Camilo é uma presença constante na agenda cultural da cidade, este ano com as várias atividades que decorrem um pouco por todo o território para assinalar os 200 anos do seu nascimento. Camilo e o Têxtil são grandes referências para o nosso concelho que têm merecido e vão continuar a merecer a maior atenção e valorização por parte do executivo municipal.
Temos um conjunto de intervenções que estão no terreno e outras que estão a ser planeadas para melhorar os acessos à cidade, mas estamos também empenhados em regular o trânsito no centro, em combater o estacionamento abusivo e em condicionar a circulação automóvel em algumas zonas do coração da zona urbana. Queremos uma cidade mais organizada, com menos carros e mais voltada para as pessoas e temos que perceber que esta é uma pretensão que não é só nossa.
CH – O centro da cidade foi recentemente renovado. Há o retorno esperado? Que respostas às críticas de falta de árvores e de estacionamento?
Mário Passos: Há claramente um antes e um depois da intervenção que realizamos no centro urbano da cidade. Como tenho vindo a dizer, não podemos querer um concelho grande e em desenvolvimento e um centro urbano pequeno e estagnado. Para além de mais funcional e bonita, hoje a zona central da cidade está mais amiga das pessoas, mais apelativa e atrativa. Acolho as várias opiniões, mas basta visitar a cidade para percebermos que o centro evoluiu para uma nova e melhor realidade e para percebermos que é frequentado por cada vez mais pessoas.
CH – Que alterações estão previstas para melhorar a mobilidade na zona urbana?
Mário Passos: Temos um conjunto de intervenções que estão no terreno e outras que estão a ser planeadas para melhorar os acessos à cidade, mas estamos também empenhados em regular o trânsito no centro, em combater o estacionamento abusivo e em condicionar a circulação automóvel em algumas zonas do coração da zona urbana. Queremos uma cidade mais organizada, com menos carros e mais voltada para as pessoas e temos que perceber que esta é uma pretensão que não é só nossa. É global! Precisamos de tirar força à chamada ‘cultura do carro’, mas todos sabemos que isso tem que ser feito de forma gradual, pedagógica e só será possível com uma mudança cultural e com uma grande aposta nos transportes públicos. É isso que Famalicão tem vindo a fazer, nomeadamente, com a MOBI.AVE, a rede intermunicipal rodoviária que está a ser criada com os municípios da Trofa e Santo Tirso e com uma grande aposta na melhoria dos parques de estacionamento de proximidade, como temos vindo a fazer.
CH – “O Vai à Vila” tem as respostas para dinamizar a cidade? E a iniciativa privada responde como deve?
Mário Passos: O “Vai à Vila” tem trazido uma excelente dinâmica ao centro da cidade, assim como os vários momentos de animação que lhes estão associados e que decorrem ao fim-de-semana. Apesar de serem promovidos pela Câmara Municipal, estes mercados são sobretudo o resultado de uma comunidade – empresas, instituições, escolas, entre outros agentes – que se envolve e que quer participar ativamente no dia-a-dia da sua cidade e eu só posso estar orgulhoso desta postura louvável por parte dos famalicenses.
CH – Famalicão tem vários centros comerciais, mas falta-lhe cinema e outras insígnias, como têm outras cidades vizinhas. A Câmara nunca recebeu um projeto urbanístico desta dimensão?
Mário Passos: Não ter um grande centro comercial como outras cidades vizinhas têm não impede as grandes marcas de se estabelecerem em Famalicão. As marcas não se movem em função da existência de grandes superfícies que, muitas vezes, se tornam em verdadeiros ‘elefantes brancos’. As marcas estão onde estão as pessoas e eu acredito que Famalicão, aos poucos e poucos, vai atraindo cada vez mais insígnias para as ruas da cidade, à semelhança do que já acontece com algumas marcas nacionais e internacionais que estão presentes no centro urbano.
Não ter um centro comercial também não significa que não haja cinema em Famalicão. A Casa das Artes tem uma programação regular de cinema na sua agenda mensal, muitas vezes com a exibição de filmes acabados de sair das salas de cinema. A questão dos centros comerciais é uma questão pertinente, que merece uma discussão séria. Será que as pessoas continuam a frequentar os shoppings como há uns anos atrás? Os shoppings continuam a ser “apetecíveis” para as marcas? É um tema que merece reflexão e nós cá estaremos para discutir se assim se proporcionar.
Há várias intervenções urbanísticas projetadas para outras áreas da cidade que vão alavancar ainda mais o crescimento de Famalicão. O desenvolvimento que temos vindo a registar nos últimos anos é bem bem-vindo e bem representativo da nossa capacidade para atrair novos projetos e novos investimentos.
CH – Entre outros projetos anunciados, o do Estádio Municipal será um dos que trará mais impacto? Como está o processo?
Mário Passos: Será, com certeza, um projeto impactante para o futuro da cidade e é, por isso, que estamos, desde a primeira hora, empenhados em conseguir alcançar uma solução para este processo. Neste momento estamos a trabalhar na elaboração do caderno de encargos para que, em breve, se possa avançar com um Concurso Público Internacional que nos permita garantir um estádio à altura dos pergaminhos do território sem investimento municipal.
CH – O perímetro urbano tem novas artérias, principalmente a norte. Há projetos para outras áreas da cidade?
Mário Passos: Sim, há várias intervenções urbanísticas projetadas para outras áreas da cidade que vão alavancar ainda mais o crescimento de Famalicão. O desenvolvimento que temos vindo a registar nos últimos anos é bem bem-vindo e bem representativo da nossa capacidade para atrair novos projetos e novos investimentos.
CH – Como decorre a entrada de pedidos de licenciamento de obras face à escassez de habitação? Nota também efeitos do agravamento do IMI sobre as casas devolutas?
Mário Passos: A este nível, posso adiantar que a entrada de requerimentos na Câmara Municipal mantém-se a um ritmo bastante elevado, o que significa que o território está a reagir ao problema da escassez de habitação, quer por via da nova construção, quer por via da reabilitação.
Durante três dias, perto de uma centena de professores do Agrupamento de Escolas Terras do Ave participaram na formação Erasmus + sobre “A interferência da dislexia na aprendizagem das línguas – estratégias para aulas inclusivas”, dinamizada por Boelo van der Pool.
No final da atividade, os professores mostram-se satisfeitos e acreditam que agora as dinâmicas em sala de aula serão diferentes porque foram alertados para várias situações e necessidades que afetam os alunos com dislexia e que podem comprometer o sucesso do processo de aprendizagem.
O facto de a formação estar a cargo de uma pessoa disléxica foi “profundamente reveladora e esclarecedora das necessidades das pessoas que apresentam esta condição”, referiram os docentes.
O vereador da Educação do Município de Famalicão, Augusto Lima, marcou presença na primeira sessão e ficou sensibilizado com o número de docentes inscritos na formação e com a dinâmica da mesma. “Em primeiro lugar porque a formação foi em inglês – contribuindo para a estratégia de internacionalização do agrupamento – e depois porque é urgente falar de dislexia”.
Últimas Noticias
Concelho
Cookie Consent
We and our [number_of_vendors] partners use cookies and other tracking technologies to store and access information on your device and to process your personal data.
With your consent, we and our partners may process personal data such as unique identifiers, browsing data, and precise geolocation data, including through device scanning. You can accept or reject all by clicking the buttons below, or customize your choices by clicking "Manage Settings".
Some of our partners process your data based on their legitimate interest. You have the right to object to this processing. You can manage these settings by clicking "Manage Settings" and reviewing the legitimate interest options for each purpose and vendor.
This consent applies to this website only. You can withdraw or change your consent at any time by clicking the floating "Cookie Preferences" button at the bottom-left corner of your screen.
Data Processing Purposes: Store and/or access information on a device (397 seeking consent); Use limited data to select advertising (278 seeking consent, 96 using legitimate interest); Create profiles for personalised advertising (293 seeking consent); Use profiles to select personalised advertising (299 seeking consent); Create profiles to personalise content (114 seeking consent); Use profiles to select personalised content (107 seeking consent); Measure advertising performance (301 seeking consent, 131 using legitimate interest); Measure content performance (139 seeking consent, 55 using legitimate interest); Understand audiences through statistics or combinations of data from different sources (199 seeking consent, 67 using legitimate interest); Develop and improve services (200 seeking consent, 107 using legitimate interest); Use limited data to select content (62 seeking consent, 22 using legitimate interest)
Special Features: Use precise geolocation data; Identify devices based on information actively requested
Review and customize your consent choices for purposes and vendors. You can grant or withdraw consent for each purpose and vendor individually, or use the buttons below to accept or reject all.
The choices you make regarding the purposes and entities listed in this notice are saved in your browser's localStorage and a cookie named "wpconsent_tcstring" for a maximum duration of 12 months.
Non-IAB TCF Categories
These categories are not part of the IAB Transparency & Consent Framework.
Essential cookies enable basic functions and are necessary for the proper function of the website.
Name
Description
Duration
IAB TC String
This cookie stores the IAB Transparency & Consent Framework consent string, recording the user's choices for IAB TCF purposes and vendors.
12 months
Cookie Preferences
This cookie is used to store the user's cookie consent preferences.
30 days
IAB TCF Purposes
These purposes are part of the IAB Transparency & Consent Framework.
Store and/or access information on a device (397 seeking consent)
Cookies, device or similar online identifiers (e.g. login-based identifiers, randomly assigned identifiers, network based identifiers) together with other information (e.g. browser type and information, language, screen size, supported technologies etc.) can be stored or read on your device to recognise it each time it connects to an app or to a website, for one or several of the purposes presented here.
Examples:
Most purposes explained in this notice rely on the storage or accessing of information from your device when you use an app or visit a website. For example, a vendor or publisher might need to store a cookie on your device during your first visit on a website, to be able to recognise your device during your next visits (by accessing this cookie each time).
Use limited data to select advertising (278 seeking consent, 96 using legitimate interest)
Advertising presented to you on this service can be based on limited data, such as the website or app you are using, your non-precise location, your device type or which content you are (or have been) interacting with (for example, to limit the number of times an ad is presented to you).
Examples:
A car manufacturer wants to promote its electric vehicles to environmentally conscious users living in the city after office hours. The advertising is presented on a page with related content (such as an article on climate change actions) after 6:30 p.m. to users whose non-precise location suggests that they are in an urban zone.
A large producer of watercolour paints wants to carry out an online advertising campaign for its latest watercolour range, diversifying its audience to reach as many amateur and professional artists as possible and avoiding showing the ad next to mismatched content (for instance, articles about how to paint your house). The number of times that the ad has been presented to you is detected and limited, to avoid presenting it too often.
Create profiles for personalised advertising (293 seeking consent)
Information about your activity on this service (such as forms you submit, content you look at) can be stored and combined with other information about you (for example, information from your previous activity on this service and other websites or apps) or similar users. This is then used to build or improve a profile about you (that might include possible interests and personal aspects). Your profile can be used (also later) to present advertising that appears more relevant based on your possible interests by this and other entities.
Examples:
If you read several articles about the best bike accessories to buy, this information could be used to create a profile about your interest in bike accessories. Such a profile may be used or improved later on, on the same or a different website or app to present you with advertising for a particular bike accessory brand. If you also look at a configurator for a vehicle on a luxury car manufacturer website, this information could be combined with your interest in bikes to refine your profile and make an assumption that you are interested in luxury cycling gear.
An apparel company wishes to promote its new line of high-end baby clothes. It gets in touch with an agency that has a network of clients with high income customers (such as high-end supermarkets) and asks the agency to create profiles of young parents or couples who can be assumed to be wealthy and to have a new child, so that these can later be used to present advertising within partner apps based on those profiles.
Use profiles to select personalised advertising (299 seeking consent)
Advertising presented to you on this service can be based on your advertising profiles, which can reflect your activity on this service or other websites or apps (like the forms you submit, content you look at), possible interests and personal aspects.
Examples:
An online retailer wants to advertise a limited sale on running shoes. It wants to target advertising to users who previously looked at running shoes on its mobile app. Tracking technologies might be used to recognise that you have previously used the mobile app to consult running shoes, in order to present you with the corresponding advertisement on the app.
A profile created for personalised advertising in relation to a person having searched for bike accessories on a website can be used to present the relevant advertisement for bike accessories on a mobile app of another organisation.
Create profiles to personalise content (114 seeking consent)
Information about your activity on this service (for instance, forms you submit, non-advertising content you look at) can be stored and combined with other information about you (such as your previous activity on this service or other websites or apps) or similar users. This is then used to build or improve a profile about you (which might for example include possible interests and personal aspects). Your profile can be used (also later) to present content that appears more relevant based on your possible interests, such as by adapting the order in which content is shown to you, so that it is even easier for you to find content that matches your interests.
Examples:
You read several articles on how to build a treehouse on a social media platform. This information might be added to a profile to mark your interest in content related to outdoors as well as do-it-yourself guides (with the objective of allowing the personalisation of content, so that for example you are presented with more blog posts and articles on treehouses and wood cabins in the future).
You have viewed three videos on space exploration across different TV apps. An unrelated news platform with which you have had no contact builds a profile based on that viewing behaviour, marking space exploration as a topic of possible interest for other videos.
Use profiles to select personalised content (107 seeking consent)
Content presented to you on this service can be based on your content personalisation profiles, which can reflect your activity on this or other services (for instance, the forms you submit, content you look at), possible interests and personal aspects. This can for example be used to adapt the order in which content is shown to you, so that it is even easier for you to find (non-advertising) content that matches your interests.
Examples:
You read articles on vegetarian food on a social media platform and then use the cooking app of an unrelated company. The profile built about you on the social media platform will be used to present you vegetarian recipes on the welcome screen of the cooking app.
You have viewed three videos about rowing across different websites. An unrelated video sharing platform will recommend five other videos on rowing that may be of interest to you when you use your TV app, based on a profile built about you when you visited those different websites to watch online videos.
Measure advertising performance (301 seeking consent, 131 using legitimate interest)
Information regarding which advertising is presented to you and how you interact with it can be used to determine how well an advert has worked for you or other users and whether the goals of the advertising were reached. For instance, whether you saw an ad, whether you clicked on it, whether it led you to buy a product or visit a website, etc. This is very helpful to understand the relevance of advertising campaigns.
Examples:
You have clicked on an advertisement about a “black Friday” discount by an online shop on the website of a publisher and purchased a product. Your click will be linked to this purchase. Your interaction and that of other users will be measured to know how many clicks on the ad led to a purchase.
You are one of very few to have clicked on an advertisement about an “international appreciation day” discount by an online gift shop within the app of a publisher. The publisher wants to have reports to understand how often a specific ad placement within the app, and notably the “international appreciation day” ad, has been viewed or clicked by you and other users, in order to help the publisher and its partners (such as agencies) optimise ad placements.
Measure content performance (139 seeking consent, 55 using legitimate interest)
Information regarding which content is presented to you and how you interact with it can be used to determine whether the (non-advertising) content e.g. reached its intended audience and matched your interests. For instance, whether you read an article, watch a video, listen to a podcast or look at a product description, how long you spent on this service and the web pages you visit etc. This is very helpful to understand the relevance of (non-advertising) content that is shown to you.
Examples:
You have read a blog post about hiking on a mobile app of a publisher and followed a link to a recommended and related post. Your interactions will be recorded as showing that the initial hiking post was useful to you and that it was successful in interesting you in the related post. This will be measured to know whether to produce more posts on hiking in the future and where to place them on the home screen of the mobile app.
You were presented a video on fashion trends, but you and several other users stopped watching after 30 seconds. This information is then used to evaluate the right length of future videos on fashion trends.
Understand audiences through statistics or combinations of data from different sources (199 seeking consent, 67 using legitimate interest)
Reports can be generated based on the combination of data sets (like user profiles, statistics, market research, analytics data) regarding your interactions and those of other users with advertising or (non-advertising) content to identify common characteristics (for instance, to determine which target audiences are more receptive to an ad campaign or to certain contents).
Examples:
The owner of an online bookstore wants commercial reporting showing the proportion of visitors who consulted and left its site without buying, or consulted and bought the last celebrity autobiography of the month, as well as the average age and the male/female distribution of each category. Data relating to your navigation on its site and to your personal characteristics is then used and combined with other such data to produce these statistics.
An advertiser wants to better understand the type of audience interacting with its adverts. It calls upon a research institute to compare the characteristics of users who interacted with the ad with typical attributes of users of similar platforms, across different devices. This comparison reveals to the advertiser that its ad audience is mainly accessing the adverts through mobile devices and is likely in the 45-60 age range.
Develop and improve services (200 seeking consent, 107 using legitimate interest)
Information about your activity on this service, such as your interaction with ads or content, can be very helpful to improve products and services and to build new products and services based on user interactions, the type of audience, etc. This specific purpose does not include the development or improvement of user profiles and identifiers.
Examples:
A technology platform working with a social media provider notices a growth in mobile app users, and sees based on their profiles that many of them are connecting through mobile connections. It uses a new technology to deliver ads that are formatted for mobile devices and that are low-bandwidth, to improve their performance.
An advertiser is looking for a way to display ads on a new type of consumer device. It collects information regarding the way users interact with this new kind of device to determine whether it can build a new mechanism for displaying advertising on this type of device.
Use limited data to select content (62 seeking consent, 22 using legitimate interest)
Content presented to you on this service can be based on limited data, such as the website or app you are using, your non-precise location, your device type, or which content you are (or have been) interacting with (for example, to limit the number of times a video or an article is presented to you).
Examples:
A travel magazine has published an article on its website about the new online courses proposed by a language school, to improve travelling experiences abroad. The school’s blog posts are inserted directly at the bottom of the page, and selected on the basis of your non-precise location (for instance, blog posts explaining the course curriculum for different languages than the language of the country you are situated in).
A sports news mobile app has started a new section of articles covering the most recent football games. Each article includes videos hosted by a separate streaming platform showcasing the highlights of each match. If you fast-forward a video, this information may be used to select a shorter video to play next.