Celeste: Lojas e fábricas vendidas para pagar dívidas

Os credores da Celeste Actual aprovaram, por unanimidade, a liquidação do património e o encerramento da atividade da empresa do setor da panificação e pastelaria, com fábricas em Guimarães e Vizela.

A decisão saiu da assembleia de credores realizada esta tarde no Tribunal de Comércio de Guimarães, informou o Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB).

O fim da atividade surge como uma formalidade, já que a empresa estava encerrada desde 11 de março, data em que o Grupo Celeste apresentou o pedido de insolvência.

O plano aprovado prevê a venda das duas fábricas e de outros imóveis, com o objetivo de pagar dívidas, entre as quais salários e subsídios em atraso, contribuições à Segurança Social e valores em falta à Autoridade Tributária.

O sindicato defende a venda das unidades como estruturas produtivas autónomas, para permitir uma eventual recontratação dos trabalhadores.

A insolvência do grupo deixou mais de 300 pessoas no desemprego e revelou um passivo de cerca de 15 milhões de euros junto de mais de uma centena de credores.

Governo quer multas mais pesadas para excesso de velocidade e álcool

O Governo está a ultimar um pacote de medidas que prevê o agravamento das coimas aplicadas a infrações como excesso de velocidade, condução perigosa e condução com taxa de álcool no sangue acima do permitido por lei.

A iniciativa surge após as operações levadas a cabo pela PSP e pela GNR durante o período da Páscoa, altura em que se verificaram mais de dois mil acidentes nas estradas nacionais, dos quais resultaram 20 vítimas mortais.

De acordo com o semanário Expresso, o ministro da Administração Interna admite ainda pôr fim à divulgação prévia das “Operações Stop”, atualmente tornadas públicas através de comunicados e das redes sociais das autoridades.

Paralelamente, o Governo estará a ponderar uma revisão mais abrangente do Código da Estrada, com o objetivo de reforçar o combate à sinistralidade rodoviária.

As medidas deverão ser conhecidas na próxima quarta-feira, data que coincide com a tomada de posse do novo presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

Famalicão no centro da rede de Droga: 9 dos 19 detidos ficam em prisão preventiva

Nove dos 19 detidos na megaoperação de combate ao tráfico de droga da GNR ficaram em prisão preventiva, após terem sido presentes a juiz no Tribunal de Guimarães.

Entre os vários locais visados, o concelho de Vila Nova de Famalicão assumia-se como um dos principais pontos nevrálgicos da rede criminosa agora desmantelada, funcionando como peça central na operação logística do grupo.

Os restantes arguidos saíram em liberdade, embora sujeitos a diferentes medidas de coação: dois terão de se apresentar diariamente às autoridades, outros dois três vezes por semana, enquanto seis ficaram apenas com termo de identidade e residência.

A operação, que decorreu em vários distritos do Norte e Centro do país, resultou na apreensão de cerca de 30 mil doses de droga, incluindo haxixe, cocaína, liamba, MDMA e LSD, além de armas, viaturas, dinheiro e diverso material associado ao tráfico.

De acordo com a GNR, a investigação decorria há cerca de um ano e permitiu desmantelar um grupo organizado que assegurava toda a cadeia do negócio, desde a aquisição até à venda ao consumidor final.

No total, foram realizadas 42 buscas, domiciliárias e não domiciliárias, que culminaram na detenção de 16 homens e três mulheres, com idades entre os 25 e os 47 anos.

A operação mobilizou cerca de 200 militares de várias unidades da GNR, contando ainda com o apoio da Polícia de Segurança Pública.

Famalicão empata com o Moreirense (1-1)

O Futebol Clube de Famalicão empatou, esta sexta-feira à noite, a uma bola frente ao Moreirense FC, em jogo disputado no Estádio Municipal.

A formação visitante adiantou-se cedo no marcador, com Rodri Alonso a fazer o 0-1 logo aos 4 minutos, na sequência de um contra-ataque. O Famalicão reagiu e criou várias oportunidades ao longo da primeira parte, mas não conseguiu chegar ao empate antes do intervalo.

Na segunda metade, a equipa famalicense manteve a pressão e acabou por ser recompensada aos 71 minutos, com Pedro Santos a marcar de cabeça, restabelecendo a igualdade.

Até ao final, o Famalicão tentou a reviravolta, beneficiando de várias ocasiões e lances de perigo, incluindo um possível penálti analisado pelo VAR, que acabou por ser revertido. Ainda assim, o resultado não voltou a sofrer alterações, fixando-se o empate em 1-1.