Famalicão: Residências Gastronómicas terminam hoje na Praça-Mercado

No âmbito do Consórcio Minho Inovação, em parceria com as CIM do Alto Minho, Cávado e Ave, realizaram-se, esta semana, as «Residências Gastronómicas». A iniciativa vai terminar, tal como começou, com um encontro na Praça-Mercado de Famalicão, com os alunos a mostrarem o que aprenderam ao longo da semana, culminando com uma degustação preparada por eles e servida aos Chefs que os acompanharam nesta jornada.

Este momento vai decorrer, esta sexta-feira, a partir das 19 horas, numa convergência entre pessoas e produtos, para celebrar a gastronomia através do fogo no chão – os potes de ferro.

Esta iniciativa teve como objetivo potenciar os recursos do Minho, pelo seu carácter singular e diferenciador, criando valor cultural e económico na região e atraindo novas sinergias de identidade, valorização e inovação.

Os 10 alunos participantes tiveram a oportunidade de aprender com Chefs de reconhecido mérito – Renato Cunha, Liliana Duarte e Álvaro Dinis Mendes – que, durante 6 dias, viajaram com eles pelo território do Minho partilhando conhecimento sobre produtos endógenos, contacto com a terra e com a natureza, com o intuito de promover o Minho e os seus produtos.

Este evento promove o envolvimento da comunidade e de parceiros na promoção da gastronomia do território, tendo como mote principal a criação de desafios para os alunos de Gastronomia da região.

 

Famalicão: Casa da Memória Viva inaugura sede e ganha mais responsabilidade

Passados quatro anos da constituição da Associação Casa da Memória Viva, foi inaugurada a sede, um espaço que fica no 2.º andar, sala 3, no edifício dos Correios. Abriu oficialmente ao final da tarde desta quinta-feira, dia 21, Dia Mundial da Doença de Alzheimer.

Estiveram presentes os representantes dos órgãos sociais da Associação, que é presidida por Carlos Sousa; também o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Mário Passos; o Arcipreste de Famalicão, pe. Francisco Carreira; entre outras pessoas.

Uma representação transversal à sociedade porque o tema da demência diz respeito a todos, como frisou o presidente da Casa da Memória Viva. Carlos Sousa realçou que a sede significa, desde logo, que este projeto em torno da memória coletiva e individual é «irreversível». Além disso, acrescentou, «quer dizer que contraímos responsabilidades acrescidas com a comunidade famalicense».

Em primeiro lugar, a existência de uma sede vai permitir uma atividade regular, mencionou Carlos Sousa. A título de exemplo, revelou que o espaço vai dar condições a um grupo de entreajuda constituído por familiares e cuidadores de pessoas com demência «que tem funcionado com a nossa mentoria». Permitirá, ainda, dinamizar atividades e estabelecer parcerias com outras entidades do concelho.

À semelhança dos últimos quatro anos, a ação da Casa da Memória Viva está centrada na ajuda a doentes com demências e aos seus cuidadores e também em desenvolver ações e alertas que preservem a memória coletiva de uma comunidade.

Carlos Sousa diz que é preciso manter a comunidade informada e em alerta para esta problemática; ajudar a combater o estigma associado a estas doenças; acolher quem precisa de ajuda para que a sociedade seja mais inclusiva e não perder nenhuma das memórias coletivas de uma comunidade, por serem elo de ligação entre passado e futuro.

O presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, enalteceu a dinâmica da sociedade civil que cria associações e dá-lhes impulso, a pensar no bem-estar dos famalicenses. No caso da Memória Viva, «trata de uma área que nos preocupa a todos», reconheceu o autarca. Segundo a Organização Mundial de Saúde, as demências são já a sétima causa de morte e a tendência é aumentar com o envelhecimento da população.

O autarca recordou que um dos lemas deste município é «não deixar ninguém para trás». E, por reconhecer que há muitas pessoas com doenças neurodegenerativas, Mário Passos frisou que não podia deixar de apoiar a Casa da Memória Viva nas ações em torno dos doentes e das suas famílias. «É bom ter a Casa da Memória Viva como parceiro destas ações», sublinhou.

 

Famalicão: S. Cosme defende invencibilidade em Vieira do Minho

Na tarde deste sábado, às 16 horas, o Desportivo de São Cosme joga em Vieira do Minho, no Campo Paroquial de Mosteiro, para defrontar o Grupo Desportivo e Cultural desta localidade.

A equipa famalicense, a única do concelho na Divisão de Honra da AF Braga, vai tentar manter a invencibilidade, dado somar duas vitórias nas duas primeiras jornadas da série B. O Mosteiro ainda não somou pontos, manifestando muitas fragilidades defensivas (11 golos sofridos) e ofensivas (apenas um golo)

O S. Cosme tem quatro golos marcados e um sofrido.

Foto: Desportivo S. Cosme (Facebook)

Famalicão: Filme-concerto assinala os 25 anos do Cineclube de Joane

Na noite do dia 28 de setembro, a partir das 21h45, a Casa das Artes é palco para a música e cinema, como forma de assinalar os 25 anos do Cineclube de Joane.

O Homem Sem Braços, de Tod Browning, é um filme mudo de 1927, pelo que a banda sonora está a cargo dos Tresor&Bosxh, com Ricardinho Lomba e Tiago Rosendo.

Para além do cinema e música, o bolo e champanhe também estão garantidos.

 

Famalicão: Casa da Memória Viva convida famalicenses para um passeio pela cidade

A Casa da Memória Viva realiza, na manhã deste sábado, o 1.º Passeio da Famalicidade – Dê 2 Passos. Carlos Sousa destaca a iniciativa pública para «sensibilizar a comunidade famalicense para a situação das pessoas com doença de Alzheimer e as respostas a que têm direito e ainda não lhes asseguramos», justifica.

Arranca às 10 horas da esquina da R. Manuel Pinto de Sousa com a Pr. Álvaro Marques, junto ao painel azulejar do antigo posto dos Serviços Médico-Sociais da Previdência, junto a um espaço
verde que os dirigentes da associação gostariam de ver transformado em “Jardim da Memória”.

«Vamos passear pela cidade, em passada ritmada pela memória que dela temos e com o olhar desperto pelo contemporâneo, conjugando atividade física, convívio e fruição cultural», antecipa a organização, que apresenta a iniciativa como sendo para todos, mas cuja participação obriga à doação mínima de 5,00 euros (antes da partida ou mediante prévia inscrição na página da CMV no Facebook). Fazem parte desta caminhada visitas à exposição “Santo António é o meu santo”, patente do Museu de Arte Sacra da Capela da Lapa; depois, os participantes tomarão contacto com a mostra alusiva ao centenário do pintor e poeta Mário Cesariny, patente na Fundação Cupertino de Miranda.
Esta prevista uma paragem na Fonte dos Pelames, na R. Ernesto Carvalho, próximo da sede administrativa da CMV, com a evocação da respetiva lenda, por Rui Araújo, divulgador da História e do Património Cultural famalicense e estudioso da historiografia concelhia. A caminhada termina pelas 12 horas.

Inscrição, trajeto e condições de participação (doação mínima de 5,00 euros) em https://docs.google.com/…/1FAIpQLSdfcyr547d…/viewform…

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