Pilotos da TAP ameaçam não voar na Páscoa em protesto contra administração da companhia

O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) aprovou a convocação de uma greve na TAP durante a Páscoa em protesto contra a administração da companhia.

A greve foi convocada devido às medidas tomadas pela atual administração da TAP, que têm afetado negativamente as condições de trabalho dos pilotos. O SPAC afirma que tem estado disponível para dialogar, mas não tem tido resposta satisfatória por parte da administração e do governo. No entanto, a greve pode ser desconvocada se forem apresentadas soluções concretas para as reivindicações dos pilotos.

A situação na TAP tem sido tensa nos últimos tempos, com a demissão da administração pelo governo e a nomeação do atual CEO da SATA para o mesmo cargo na TAP, esperando-se que traga estabilidade à companhia.

A convocação da greve dos pilotos mostra que os problemas da TAP ainda não estão resolvidos, e espera-se que a administração encontre soluções para evitar a greve que poderá afetar muitos passageiros durante o período da Páscoa.

Famalicão: Presidente da Câmara entrega bolsas de estudo no valor de 257 mil euros

Na tarde de sábado, a partir das 14h30, Mário Passos vai entregar 421 bolsas de estudo aos jovens famalicenses que frequentam o ensino superior. Trata-se de um investimento municipal próximo dos 257 mil euros, representando o maior investimento de sempre da autarquia neste âmbito. Recorde-se que em 2021/2022 a autarquia atribuiu, no total, 401 bolsas de estudo, num investimento de 243 mil euros.

A sessão, que acontece há mais de dez anos, decorre na Casa das Artes. Os apoios atribuídos para o ano letivo 2022/2023 oscilam entre os 500 e os 1100 euros. Com 500 euros foram beneficiados 231 jovens, com 600 euros 72, com 700 euros 5, com 750 euros 65, com 850 euros 17, com 950 euros foram beneficiados 2 alunos. Com 1000 euros foram contemplados 23 jovens e com 1100 euros 6.

Famalicão: Moreira da Silva assume cargo de Secretário-Geral-Adjunto das Nações Unidas

O famalicense Jorge Moreira da Silva foi nomeado diretor executivo da UNOPS e Secretário-Geral-Adjunto das Nações Unidas. A UNOPS é a agência das Nações Unidas responsável pela construção de infraestruturas e pela gestão de projetos nas áreas da paz e segurança, do desenvolvimento e da ajuda humanitária.

Jorge Moreira da Silva apresentou uma candidatura individual e a nomeação resultou de um concurso público internacional. Sobre esta escolha, diz que «é com alegria e sentido de responsabilidade» que recebe esta função.

Assim, durante os próximos anos, promete estar «totalmente focado nesta missão de liderar, no terreno, a construção e a gestão das infraestruturas essenciais ao desenvolvimento sustentável, à segurança e paz, e ao combate às desigualdades e às alterações climáticas».

Sedeada em Copenhaga e com escritórios espalhados por todos os continentes, a UNOPS é uma das maiores agências da ONU, com cerca de 5000 funcionários. Em 2021, a UNOPS concretizou mais de 1000 projetos, com um volume de investimentos de 3400 milhões de dólares, em cerca de 80 países.

 

Famalicão: PS crítica política ambiental do Município

O abate de árvores no monte de Santa Catarina, em Calendário, e as perdas de água na rede pública, são motivos para o PS tecer críticas à política ambiental da Câmara Municipal.

Numa publicação nas redes sociais, posteriormente enviada às redações, a propósito do início da primavera e do Dia Mundial da Árvore, Sofia Correia, porta-voz do secretariado socialista, entende que «o discurso de proteção ambiental não condiz com a prática» porque, aponta, «o concelho tem sido vítima do abate indiscriminado de milhares de árvores, inclusive de espécies protegidas».

A ilustrar a publicação aparecem duas imagens aéreas do monte de Santa Catarina, mostrando o antes e depois do abate de sobreiros e outras espécies arbóreas, para a construção de uma central de painéis fotovoltaicos. «É importante agir já, com todos os setores da sociedade, para preservar os recursos naturais e garantir um futuro verde», pede a socialista, considerando que «proteger o ambiente é mais do que plantar arbustos».

Para assinalar o Dia Mundial da Água, o PS aponta dados do Sistema Nacional de Informação de Indicadores de Perdas de Água, os quais revelam que, «em 2020, o sistema de abastecimento de água da Câmara Municipal registou 38% de água perdida e não faturada. De um total de 7,3 milhões de metros cúbicos de água que entraram no sistema de abastecimento foram perdidos 2,7 milhões de metros cúbicos de água em fugas na rede, colocando Famalicão no grupo dos municípios que mais água perdem», aponta Sofia Correia que entende «que não basta assinalar o Dia Mundial da Água. É preciso tomar medidas para resolver os problemas de fugas de água, propor incentivos e criar campanhas de sensibilização para a população».

 

Famalicão apaga as luzes este sábado e realiza piquenique noturno

Município volta a aderir à Hora do Planeta, no âmbito da Semana do Ambiente. Este sábado, entre as 20h30 e as 21h30, à semelhança do que acontecerá em várias cidades mundiais, Famalicão vai desligar as luzes de locais e monumentos mais emblemáticos da cidade, como o edifício dos Paços do Concelho e jardim envolvente, Casa das Artes, Centro de Estudos Camilianos, Palacete Barão da Trovisqueira/Museu Bernardino Machado, Casa da Cultura e Largo dos Eixidos, Casa da Juventude, Casa do Território (Parque da Devesa) e Fundação Cupertino de Miranda.

O município repete, assim, o apagão mundial, iniciativa simbólica promovida pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) em parceria com a World Wide Fund For Nature (WWF), com o objetivo de sensibilizar e alertar a população para os efeitos da crise climática.

Nos Paços do Concelho, a iniciativa ficará também marcada pela realização de um piquenique noturno que alertará para o consumo de alimentos sustentáveis e da época, combatendo sobretudo o desperdício alimentar. O momento, uma parceria entre a ArtEduca – Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão e o projeto “Less is More” do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, contempla um concerto acústico.

A Hora do Planeta nasceu em 2007, em Sydney, Austrália, como um gesto simbólico para chamar a atenção para o problema das alterações climáticas. No ano passado, milhares de cidades em 192 países participaram nesta iniciativa que apagou mais de 12 mil monumentos e edifícios.

Últimas Noticias

Concelho