Famalicão: Bombeiros com mais capacidade de resposta

As três corporações de bombeiros do concelho – Bombeiros Voluntários de Famalicão, Bombeiros Voluntários Famalicenses e Bombeiros Voluntários de Riba de Ave – vão passar a ter mais uma Equipa de Intervenção Permanente (EIP), aumentando, deste modo, a sua capacidade para acorrer a qualquer situação de urgência e emergência no território.
A proposta para a constituição de uma terceira EIP em cada uma das três corporações foi aprovada na última reunião do executivo municipal.

Estas equipas, criadas em 2009, asseguram o cumprimento das missões que, no âmbito do sistema de Proteção Civil, estão cometidas aos corpos de bombeiros, garantindo em permanência o combate a incêndios, o socorro às populações, o socorro em segunda intervenção, no âmbito da urgência pré-hospitalar, a minimização de riscos em situações de previsão ou ocorrência de acidentes graves, entre outras funções.

Para além da aprovação da constituição de uma nova EIP em cada corporação, o executivo municipal aprovou, ainda, a concessão de apoios financeiros para assegurar respostas de socorro eficazes, permanentes e céleres. É o caso dos habituais apoios financeiros trimestrais de 22 500 mil euros para cada corporação e ao núcleo de Ribeirão da Cruz Vermelha (10 500 mil euros) e do apoio semestral para o funcionamento das EIP, de 20 mil euros para cada corporação.

 

Famalicão: Mogege vai receber o balcão móvel do BUPi

O serviço itinerante do Balcão Único do Prédio (BUPi) vai estar em Mogege nos dias 23 e 24 de fevereiro, sendo que a apresentação do serviço à comunidade será na quarta-feira, dia 22 de fevereiro, pelas 18h30, na sede da Junta de Freguesia de Mogege.

O atendimento ao público, sujeito a marcação prévia, decorre na quinta e sexta-feira, das 09h00 às 18h00, também na sede da Junta de Freguesia, com acompanhamento de um técnico habilitado do BUPi.

Recorde-se que o BUPi é um balcão físico e virtual que permite aos proprietários mapear e identificar os seus terrenos rústicos e mistos, de forma simples e gratuita. O registo de propriedades no BUPi não tem custos associados até 2023 e pode também ser feito no balcão do BUPI localizado na Loja de Cidadão de Famalicão, sito na rua António Carvalho Faria, bem como via online, através do site https://ebupi.justica.gov.pt/. A estas modalidades junta-se o BUPi móvel que está em itinerância pelas freguesias do concelho de Vila Nova de Famalicão desde junho de 2022.

Para mais informações sobre o serviço, consulte www.famalicao.pt/balcao-unico-do-predio ou contacte a sua Junta de Freguesia.</

 

Associação Famalicão em Transição organiza uma marcha de sensibilização pela proteção do Monte Santa Catarina

A Associação Famalicão em Transição organiza, no dia 25 de fevereiro, uma marcha de sensibilização pela proteção do Monte do Facho (Monte Santa Catarina), em Calendário. O ponto de encontro é no largo junto à capela de Santa Catarina, às 15 horas. Localização no Google Maps: https://goo.gl/maps/Cdv8RPYsqmxZCfGo6

O objetivo passa por mobilizar a comunidade em torno da proteção do Monte do Facho, conhecido como Monte de Santa Catarina.

Segundo a Associação em Transição, nos últimos meses, ocorreu «um crime ambiental gravíssimo, com o corte de uma extensa área florestal de 80 hectares, incluindo quase 300 sobreiros, um sem número de carvalhos e a destruição de habitats naturais, para a implantação de uma central fotovoltaica».

Em comunicado, a Associação Famalicão em Transição defende que a transição energética deve acontecer, mas «não com o sacrifício ambiental e ecológico do que mais devemos preservar, a nossa floresta, as áreas verdes, as árvores, o solo fértil, os ecossistemas naturais e a biodiversidade, sendo estes ativos valiosíssimos para a sustentabilidade que tanto se fala».

Segundo refere Gil Pereira, da direção da Associação Famalicão em Transição, «o que já aconteceu, de muito negativo, no Monte Santa Catarina não é irreversível e irreparável, e por isso, apelamos a toda a comunidade que se junte a esta ação de mobilização pública no terreno, para que conjuntamente se exija a proteção integral do Monte Santa Catarina e a regeneração das áreas já afetadas».

 

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