Foi há 14 anos que nevou em Famalicão. Recorda-se?


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Assinala-se nesta segunda-feira 14 anos do último nevão na região.

Tudo aconteceu no dia 9 de janeiro de 2009. A neve chegou a Famalicão, Barcelos, Braga, Guimarães e permitiu registos em fotografia / vídeo que hoje são boas recordações.

 

Jovem de 25 anos ferida em despiste na A7

Uma jovem de 25 anos ficou ferida na sequência do despiste do automóvel onde seguia, na A7, em Calvos, Guimarães.

Segundo o Grupo Santiago, o acidente deu-se por volta das 16h00 e para o local foram acionados os Bombeiros de Guimarães.

A vítima, com ferimentos ligeiros, foi transportada para o Hospital da Senhora da Oliveira, em Guimarães.

A GNR de Fafe tomou conta da ocorrência.

Primeiro reforço do Famalicão é avançado e romeno

Alex Dobre é o primeiro reforço do Futebol Clube de Famalicão para a segunda metade da temporada. O romeno, de 24 anos, chega do Dijon, com contrato até ao final da época.

Com formação no país natal, o extremo emigrou em 2016 para Inglaterra, onde representou Bournemouth, Bury, Rochdale, Yoevil Town e Wigan Athletic.

Em 2020, Alex Dobre assinou pelos franceses do Dijon. O avançado é internacional pelas seleções jovens da Roménia, tendo representado o seu país nos Jogos Olímpicos 2020.

Feliz por assinar pelo Famalicão, apresenta-se “como um jogador técnico, rápido e gosto de fazer golos e assistências. É desta forma que tentarei ajudar a equipa a alcançar os objetivos”, promete.

Famalicão: Dérbi Oliveirense x Joane termina sem golos

Na tarde deste domingo, Oliveirense e Joane (foto) defrontaram-se no Campo de Ribes, para acerto do calendário da pró nacional da AF Braga. A partida terminou como começou, sem golos. Deste modo e cumpridas 15 jornadas na série B, o Joane soma 28 pontos e é quarto, enquanto que a equipa de Oliveira Santa Maria tem 24 pontos e ocupa o quinto lugar.

Ainda nesta série, o Ribeirão não facilita na perseguição ao líder, Os Sandinenses. A equipa ribeirense venceu, este sábado, em casa do Mascotelos. Valeu o único golo apontado por Dani. Na classificação, o Ribeirão soma 34 pontos, estando a um ponto do líder, que venceu o Santa Eulália, 2-1.

Na série A, outro bom resultado da equipa famalicense em prova. Na noite de sábado, em Nine, o conjunto de Mário Jorge levou de vencido o Marinhas. Vitória feita, também, com apenas um golo. Com 25 pontos, o Ninense subiu ao terceiro lugar.

 

Guterres avisa que mundo está a caminhar para “beco sem saída”

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, alertou esta sexta-feira em Lisboa para o retrocesso dos direitos humanos e para o “beco sem saída”, de que o mundo se aproxima, com o aumento de conflitos, ditaduras, opressão e desigualdades.

O líder da ONU falava esta sexta-feira ao fim da tarde na Conferência Expresso 50 Anos “Deixar o Mundo Melhor”, que assinala o aniversário da fundação do semanário.

Perante o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o antigo chefe de Estado Ramalho Eanes e o fundador do jornal e ex-primeiro-ministro, Francisco Pinto Balsemão, Guterres estabeleceu uma comparação entre o papel do Expresso na saída de Portugal do “beco” em que se encontrava antes do 25 Abril, e a relevância da liberdade imprensa, que considera que esta sexta-feira se encontra ameaçada.

O antigo primeiro-ministro português aproveitou para recordar outra efeméride, os 75 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e elencar regressões em vastas áreas.

“Olhando para o que são hoje os direitos humanos numa perspetiva mais ampla dos nossos tempos, é evidente que é a negação e o retrocesso desses direitos que em larga medida constituem o beco para o qual o mundo se foi empurrando a si próprio”, declarou.

Referindo-se à liberdade de imprensa, Guterres salientou que esta é essencial, e insistiu na ideia de um “beco sem saída”, em que “muitos dirigentes políticos pensam que a maneira de encontrar uma saída para o beco é cavando-o e, quando mais cavam, mais se afundam e, quando mais se afundam mais cavam”.

Por isso, defende que a atualidade exige “transformações tão radicais como aquelas que ocorreram no 25 de Abril, para que o mundo possa sair do beco”.

O secretário-geral das Nações Unidas disse, aliás, não ser defensor da revisão da Declaração Universal dos Direitos Humanos, por estar convencido que “acabaríamos com um texto muito pior do que hoje temos”.

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