Famalicão: Campicarn apoia refugiados ucranianos com emprego e habitação

O Grupo Campicarn, com sede em Vila Nova de Famalicão, associa-se aos esforços nacionais de apoio aos cidadãos ucranianos que chegam a Portugal na condição de refugiados, manifestando disponibilidade, junto das entidades competentes, para os acolher, oferendo emprego, em diferentes áreas de ação, e habitação.

Deste modo, o Grupo Campicarn apoiará os refugiados ucranianos e as suas famílias tanto na área de influência das unidades industriais de Vila Nova de Famalicão, Braga, Torres Novas e Beja, como nas unidades de produção de Barcelos e Sabugal.

Para agilizar a ajuda solidária, para lá dos contactos oficiais estabelecidos, o Grupo pode ser contactado diretamente, através do e-mail campicarn@campicarn.pt ou por telefone: 252 990 010.

Com um posicionamento de liderança em toda a fileira de carne de bovino em Portugal, a Carnes Campicarn, S.A. iniciou a sua atividade em Vila Nova de Famalicão, em 1987, inspirada na visão de Manuel Martins.

Com áreas de negócio que vão desde a agropecuária e o abate à indústria e comércio de bovinos, ovinos, caprinos, suínos e aves, passando pela logística de transportes, o Grupo Campicarn, atento às tendências de mercado e às exigências dos consumidores, integra também na sua atividade a produção de preparados vegetarianos e vegan.

Meninos Cantores da Trofa apresentam “José, Será Mago?”

No dia 3 de abril, pelas 11h00, os Meninos Cantores do Município da Trofa apresentam o espetáculo “José, Será Mago?” com base no livro homónimo de Mário Alves. Este momento musical terá como palco o Fórum Trofa XXI.

“José, Será Mago?” é da autoria de Mário Alves, autor que estará presente neste primeiro momento de apresentação deste projeto. Este escritor, tenor e músico já tem uma longa relação com os Meninos Cantores do Município da Trofa, tenho já trabalhado com o Coro Trofense noutros projetos.

A 3 de abril, os Meninos Cantores irão protagonizar três temas, numa apresentação com duração de cerca de 60 minutos. A entrada é livre.

O Coro dos Meninos Cantores do Município da Trofa, formado por 40 elementos, nasceu a 1 de outubro de 1999, sendo dirigido desde a fundação por Antónia Maria Serra.

Famalicão: “A Engenharia e a sociedade em transição: digitalização, economia circular e energia” em debate

No dia 24 de março, realizam-se as décimas Jornadas de Engenharia, evento anual organizado pela Faculdade de Engenharias e Tecnologias. Trata-se de um espaço de reflexão e debate sobre o papel que a Engenharia desempenha na sociedade, sendo a edição deste ano subordinada ao tema “A Engenharia e a sociedade em transição: digitalização, economia circular e energia”. Esta edição aborda os problemas das alterações climáticas e da sustentabilidade, destinando-se a um público abrangente, contando com a participação de estudantes, docentes, investigadores, empresários e autoridades governamentais locais e do público em geral.

Na parte da manhã decorre uma “Mostra Tecnológica” na qual estudantes de Engenharia da Universidade Lusíada e de escolas secundárias e profissionais da região apresentam trabalhos realizados no âmbito das suas atividades escolares, tendo a oportunidade de partilhar ideias e experiências.

A tarde está reservada para palestras e debates sobre a Economia Circular e a Transição Energética e Digital, nos quais pretende-se informar e partilhar experiências e boas práticas sobre os desafios tecnológicos, económicos e sociais que estes temas implicam e a perspetiva e atuação de algumas empresas no processo de transição da sociedade em curso.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição. Mais informações e inscrição em http://www.fam.ulusiada.pt/

FC Famalicão: Em Vizela, Rui Pedro Silva quer robustez e responsabilidade

O FC Famalicão joga na noite desta sexta-feira em Vizela, adversário «que tem e mantém uma identidade e ideia de jogo, independentemente dos resultados», analisa Rui Pedro Silva.

Na conferência de imprensa de antevisão a esta partida da 27.ª jornada da I Liga, o treinador famalicense falou, várias vezes, de robustez que pareceu perdida diante do Vitória SC, mas recuperada no jogo anterior, diante do Santa Clara. Rui Pedro Silva acredita que será essa robustez, a que acrescentou «responsabilidade» que colocarão a sua equipa mais próxima da vitória em Vizela.

Deste modo, avisou o treinador, «espero um jogo intenso perante um adversário confiante, que tem uma identidade muito clara e que é transversal a todo o clube. Da nossa parte e para vencer o jogo, espero uma equipa robusta e responsável naquilo que é o nosso jogo». Ou seja, quer que os seus jogadores mantenham o plano e processo de jogo «o maior tempo possível e, se assim for, estaremos mais perto de conseguir a vitória. A equipa está preparada para apresentar essa robustez e solidez que pretendemos».

O jogo está a despertar grande interesse e os famalicenses vão contar com forte apoio no estádio vizelense, mas Rui Pedro Silva não quer ninguém distraído com o que se passa fora do retângulo do jogo: «Se o nosso foco for, como queremos, no jogo coletivo, todos os fatores externos são secundários. Queremos que a nossa bolha, enquanto equipa, esteja focada nas quatro linhas».

Famalicão: 21 anos de prisão para mulher que matou patrão à facada

O Tribunal de Guimarães condenou hoje a 21 anos e dez meses de prisão a mulher acusada de matar à facada um empresário têxtil, em julho de 2020, na freguesia de Oliveira São Mateus, concelho de Famalicão, distrito de Braga.

Na leitura do acórdão, a presidente do coletivo de juízes deu como provado que a arguida, de 48 anos, entrou na residência da vítima, de 49 anos, para se apoderar do dinheiro que esta pudesse ter em casa, “executando o desígnio de eliminar qualquer resistência” que pudesse encontrar.

Quando a arguida entrou na habitação, na noite de 22 para 23 de junho de 2020, o empresário, que estava a dormir, acordou com a mulher a desferir-lhe oito golpes no corpo, tendo levado consigo oito mil euros que estavam guardados num cofre para, segundo a própria, resolver dívidas financeiras.

Para o coletivo de juízes, esta atuação, foi o culminar de um “plano estudado e delineado” pela arguida, acrescentando que “foi selvagem, selvática e desproporcionada”.

Em julgamento, a mulher confessou o crime, mas disse que a sua intenção era apenas fazer desmaiar e amarrar a vítima para o roubar.

A mulher assumiu ter dívidas resultantes de uma pequena confeção que explorara, de cerca de 48 mil euros, e que estava a ser “pressionada” por um credor para pagar, acrescentando que, devido à covid-19, tinha ficado desempregada uns meses antes, estava em processo de divórcio e tinha problemas de consumo excessivo de álcool.

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