Pequenas obras em casa? Faça você mesmo

Tem reparado para a sua casa ultimamente? Se o fez, provavelmente viu que a sua habitação necessita de algumas pequenas obras de reparação ou de uma nova decoração. Com o confinamento provocado pela pandemia, muitas pessoas começaram a passar mais tempo em casa, seja em regime de teletrabalho ou para tomar conta dos filhos, e sentiram que estava na hora de serem efetuadas algumas reparações ou de tornar o lar mais bonito e acolhedor. Se é um destes casos, saiba que em ambas as situações há duas opções: contratar alguém ou então ser você mesmo a fazer. Ao optar por contratar um profissional, pagará não só os materiais que serão utilizados, como também a mão de obra, o que não costuma ser muito económico. Caso tome o trabalho todo para si, a única despesa será o custo dos materiais. A bricolage, também conhecida por DIY (do inglês Do It Yourself), é uma filosofia de vida para muitas pessoas que fazem as pequenas obras ou os melhoramentos na sua própria casa. Apenas irá precisar de ter algum conhecimento em como o fazer, saber quais os materiais necessários, a quantidade e, claro, de ter em atenção algumas medidas de segurança.

Como aprender a fazer

Se decidiu pela bricolage e não tem muito conhecimento ou pouca experiência em obras, basta procurar na internet, irá encontrar vários tutoriais e vídeos que o ensinam em como fazer, as ferramentas necessárias, as técnicas e algumas dicas. Além de procurar por inspirações, também é importante informar-se sobre os erros mais comuns a serem evitados quando pretende remodelar um cômodo. Toda a informação disponível permite-lhe consertar ou melhorar a sua casa como arranjar ou pintar uma parede, eliminar os fungos e os bolores, afixar prateleiras ou elementos decorativos ou até construir um banco confortável em madeira. Irá não só aprender a fazer como ainda irá aprender a reciclar muitas das coisas que tem em casa e que já não usa e dar-lhes assim uma nova vida.

Como escolher os materiais e as quantidades

Se tem pouca experiência em fazer reparações e precisa de ajuda na hora de escolher os materiais, como a cola, o cimento ou a tinta e as quantidades necessárias, tem toda a informação também disponível na internet. Pode também optar por pedir ajuda a algum amigo ou a um familiar com mais experiência.

Medidas de segurança

Ser você a fazer as obras em sua casa, para além de ser uma necessidade deverá também ser um momento de prazer. Da frase « sangue, suor e lágrimas» apenas deverá ficar o suor do seu trabalho. Para serem evitados ferimentos, é muito importante a utilização de alguns acessórios de proteção tal como os óculos de proteção, que têm um preço bastante acessível e evitam os ferimentos dos olhos por partículas ou salpicos de líquidos corrosivos. Um outro acessório são as luvas de proteção, no caso de trabalhar com madeiras ou martelos e as luvas de borracha, para o manuseamento de materiais corrosivos para a pele. Por fim, o uso de máscaras é recomendado caso use produtos que libertem vapores como tintas, diluentes, lixívia ou produtos antifúngicos.

Ao ser você mesmo a fazer os arranjos em sua casa irá poupar não só muito dinheiro como ainda ajudará o ambiente através da reciclagem. Acima de tudo obterá algo que não tem preço, o orgulho de ter sido você a fazer e uma sensação de satisfação e de bem-estar. Por isso, Do It Yourself (faça você mesmo).

 

Famalicão: Rancho Folclórico da Casa do Povo de Calendário apresenta livro

Elementos do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Calendário escreveram um livro sobre este grupo folclórico, que comemora 40 anos de existência. A apresentação decorreu no dia 4 de fevereiro, no auditório da Escola Secundária D. Sancho I.

Esta obra, da autoria de César Pereira, José Olmos Fernandes e Conceição Fernandes, abrange cinco aspetos: as origens do grupo, a história da freguesia de Calendário, as características dos trajes do Rancho, a temática do seu repertório musical e a descrição minuciosa das suas coreografias.

Quem desejar adquirir a obra, pode fazer o seu pedido através do email: ranchofolcpcalendario@hotmail.com.

As receitas obtidas com a venda do livro revertem integralmente para o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Calendário.

No dia da sua apresentação, a diretora do Agrupamento de Escolas D. Sancho I, Maria Helena Pereira, foi a convidada especial do Rancho para fazer a apreciação da obra. «Este livro representa o empenho e a dedicação de um grupo de pessoas orgulhosas da cultura e das tradições da sua terra, que se recusa a desistir do seu passado e do seu projeto cultural», enalteceu. Considera que o livro apresenta uma «escrita simples, clara, suave e eloquente», que torna possível conhecer com detalhe vários aspetos do folclore, que constitui uma «conjugação de várias formas de arte – dança, música, poesia, até teatro», frisou. A diretora do Agrupamento referiu ainda que «a escola continuará a apoiar este grupo e a incentivar a divulgação da sua arte, na certeza de que a educação tem de valorizar estas áreas e promover a sua preservação».

 

CeNTI, CITEVE E FEUP desenvolvem equipamento de proteção para bombeiros

O CeNTI, o CITEVE – Centro Tecnológico Têxtil e Vestuário e o CEFT – Transport Phenomena Research Center da FEUP – Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto estão a desenvolver um casaco para bombeiro, com caráter inovador, cujo principal objetivo é a segurança dos bombeiros em diversos cenários de combate a incêndios, ou seja, pretende melhorar significativamente a capacidade de prever como um determinado equipamento protege o bombeiro num determinado cenário.

A otimização do vestuário tem em conta três variáveis: bombeiro + vestuário de proteção + ambiente de incêndio.

Este consórcio de investigação trabalha no projeto DIF-Jacket desde 2020, com prazo de conclusão em 2022. O custo do projeto é de 298.591,25 euros, com apoio financeiro no mesmo montante.

Durante o período do desenvolvimento do projeto estão previstos workshops para o público em geral e para os bombeiros, em particular.

Famalicão: Inês Sousa (Liberdade) também correu nos nacionais de juvenis

O Liberdade FC foi mais uma coletividade famalicense que esteve presente nos Nacionais de Juvenis, de Pista Coberta, evento que reuniu, este fim de semana, os melhores atletas nacionais do escalão de sub-18.
A associação de Calendário esteve representada pela atleta juvenil Inês Sousa que desde a abertura da época de Pista Coberta, confirmou mínimos em três distâncias. A participar nos 1500 metros e nos 800 metros, Inês foi a 11ª e a 12ª melhor atleta nacional, respetivamente.

 

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