Braga: Condutor foge depois de ter provocado acidente com dois feridos

Esta madrugada, na freguesia de Amares, em Braga, o condutor que terá sido o responsável pelo despiste de uma viatura na EN205 fugiu do local sem prestar auxílio às vítimas.

Do sinistro resultaram dois feridos, os ocupantes de uma viatura que embateu contra um muro e ficou tombada lateralmente.

Os feridos foram assistidos pelos bombeiros e VMER e transportados para o hospital local.

A GNR também esteve no local e tomou conta da ocorrência.

? Braga: Assaltante com faca na mão desiste do crime depois de proprietário pegar num pé de cabra


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O jornal O Minho revelou, este sábado, imagens de uma tentativa de assalto, registadas hoje de manhã numa mercearia em Nogueira, Braga.

O assaltante acabou por desistir do crime depois do proprietário o ameaçar com um pé de cabra.

Santo Tirso: Ativistas protestaram este sábado e pedem justiça no caso dos animais mortos no incêndio de 2020

Convocada por um grupo de ativistas pelos direitos dos animais, a manifestação visou alertar para o facto de, “passado um ano, as donas dos dois abrigos ilegais na serra da Agrela onde morreram os cães e gatos ainda não terem sido constituídas arguidas”, referiu à Lusa Dulce Moreira, uma das dinamizadoras da marcha.

Em 18 de julho de 2020, 73 animais (69 cães e quatro gatos) morreram nos abrigos ilegais “Cantinho das Quatro Aptas” e “Abrigo de Paredes”, vítimas do incêndio que tinha começado na véspera no concelho de Valongo.

Do sucedido resultaram várias queixas em tribunal, mais tarde concentradas num processo-crime a correr termos no Tribunal de Santo Tirso, distrito do Porto.

Invocando a lei que penaliza maus-tratos a animais e que prevê “dois anos de prisão” para quem o fizer, Dulce Moreira insistiu em que “seja feita justiça” e lamentou a “lentidão” do processo.

“As senhoras dos dois abrigos ficaram conhecidas pelo incêndio que matou todos aqueles animais, mas não é só isso, verificaram-se anos de maus-tratos a animais na serra da Agrela e ambas terão de ser impedidas de poder voltar a ficar com animais”, reivindicou a ativista.

Dulce Moreira acrescentou, sobre os animais que sobreviveram ao incêndio, que “muitos deles ficaram extremamente traumatizados” e que, devido a isso, nenhuma das donas “tem competência para continuar a lidar com animais”.

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