Autárquicas 21: Ações de campanha da candidatura da CDU

A candidatura da CDU, liderada por Miguel Lopes, tem em curso várias visitas no sentido de auscultar instituições, empresas e trabalhadores. Na manhã desta quarta-feira, visita a feira semanal, segue-se, às 13h30, contacto com os trabalhadores da Leica e, às 17h30, reúne com a Fértil Cultural, em Gondifelos.

O périplo prossegue quinta-feira, às 11h45, na ACO, em Mogege; às 14h30, na Continental, em Lousado; e às 17 horas reúne com o SITE Norte.

Na sexta-feira, a CDU passa, às 14 horas, na Coindu e às 15h30, na Tesco.

Emprego: Mais de 30% das empresas prevê aumentar número de funcionários ainda em 2021

“Com a recuperação pandémica e económica à vista, as empresas mostram assim mais segurança. Por outro lado, existe atualmente alguma incerteza no que toca às intenções de contratação das empresas para 2022, sendo que 41% não decidiu até à data se pretende aumentar, manter ou reduzir o número de efetivos”, refere a consultora, tendo por base os resultados do estudo Total Compensation Portugal 2021.

O trabalho – que contou este ano, pela primeira vez, com mais de 500 empresas participantes, “a maior amostra de sempre” – conclui que 31% das empresas têm a expectativa de aumentar o número de colaboradores ainda em 2021, sendo que 27% têm essa expectativa para 2022.

Segundo a Mercer, “os incrementos salariais são outro indicador de alguma evolução positiva, já que a previsão dos aumentos salariais previstos para 2022 mostra uma ligeira subida face aos determinados em 2021”.

Adicionalmente, o número de empresas com congelamentos salariais previstos para 2022 decresceu em comparação com 2021 (7% versus 11%) e ainda mais face a 2020 (17%).

Em contrapartida, a variação salarial global observada “parece evidenciar algum efeito da pandemia, apresentando-se como menos favorável que em anos anteriores”.

Em 2021, segundo a Mercer, os incrementos salariais rondam os 2% em média, com uma variação entre 1,92% e 2,44%, “em função dos níveis de responsabilidade”.

Comparando o observado em 2021 com o previsto para 2022 a tendência mantém-se próxima, verificando-se uma “ligeira diminuição” percentual para alguns dos grupos funcionais, como os diretores de primeira linha e as chefias intermédias. Nos restantes grupos verifica-se a tendência oposta, de um ligeiro aumento.

A maioria das empresas aponta como principais fatores na decisão de incremento salarial o desempenho individual do colaborador, o posicionamento na grelha salarial e os resultados da empresa.

Os benefícios mais frequentemente atribuídos nas organizações são o plano de saúde (92%) e o automóvel (89%), sendo que se observa “uma preocupação renovada das empresas com a formação dos seus colaboradores”, com apoios à educação a serem atribuídos em 46% da amostra.

“A nível de incentivos, os de curto prazo são predominantes, em particular o bónus variável, atribuído por 89% das empresas”, nota.

No que se refere à rotatividade voluntária dos trabalhadores, nas empresas analisadas a percentagem de colaboradores que saíram voluntariamente em 2021 foi, em média, de cerca de 5,0%, acima dos 1,5% de 2020 (1,5%).

De acordo com a consultora, o valor registado em 2020 terá resultado do “clima pandémico e economicamente instável, menos propício à tomada de riscos”, sendo que o registo de 2021, “apesar de ainda distante do valor médio observado em 2019 (10%)”, demonstra “uma maior abertura à mudança de emprego” e “parece ser um sinal positivo de evolução também do lado dos colaboradores”.

Citado no comunicado, o ‘Business Leader de Career’ da Mercer Portugal afirma: “Se há um ano nos questionávamos sobre se as alterações relacionadas com a pandemia viriam para ficar, hoje sabemos que sim e que o teletrabalho ou a flexibilidade passarão a fazer parte do dia-a-dia das organizações. A questão atual está sobretudo relacionada com encontrar o equilíbrio certo a vários níveis, incluindo na compensação”.

Segundo Tiago Borges, “a pandemia transformou formas de estar e de trabalhar”, sendo que “as políticas mais ágeis, com maior flexibilidade e possibilidade de escolha para os colaboradores parecem ser um dos caminhos”.

“Olhar a compensação integrada na proposta de valor das organizações para as suas pessoas é cada vez mais essencial”, considera.

Já Marta Dias, ‘Rewards Leader’ da Mercer Portugal, entende que os dados de 2021 do ‘Total Compensation’ dão “sinais de uma recuperação positiva da pandemia”.

“A maioria das organizações demonstram agora mais confiança e assumem a intenção de contratar e de oferecer incrementos salariais aos seus colaboradores. Os próprios colaboradores parecem estar mais confortáveis com situações de mudança, fator que pode ser avaliado através do indicador de rotatividade voluntária”, refere, acrescentando: “Apesar de ainda um pouco distantes do observado em 2019, todos os indicadores apresentam uma evolução muito favorável”.

O ‘Total Compensation’ é realizado anualmente desde 1998, permitindo que as empresas respondam às suas necessidades de ‘benchmark’ e conheçam as políticas e práticas de compensação e benefícios no mercado português.

A edição de 2021 do estudo analisou os postos de trabalho de 502 empresas presentes no mercado português, sendo a amostra constituída maioritariamente por empresas internacionais (62%), com “casa mãe’ nos EUA (em 24% dos casos) e na Alemanha (16%). As empresas nacionais correspondem a 38% da amostra analisada.

Foram consideradas empresas dos mais variados setores de atividade representativos do tecido económico e empresarial português, correspondendo os setores de serviços generalistas, indústrias diversificadas, grande distribuição e retalho, retalho de bens de consumo e serviços financeiros a 59% da amostra.

Na amostra estão representadas pequenas, médias e grandes empresas, sendo 59% empresas com menos de 50 milhões de euros de faturação e 25% empresas mais de 100 milhões de euros de faturação.

Relativamente ao número de colaboradores, 49% da amostra analisada é constituída por empresas com um quadro de pessoal até 100 colaboradores e 18% corresponde a empresas com mais de 500 colaboradores.

Prazo para contribuintes pedirem para pagar IRS em prestações termina hoje

Os pedidos de pagamento em prestações na versão simplex estão disponíveis para montantes de dívidas de imposto até cinco mil euros.

Este regime prestacional simplificado não exige a prestação de garantias, desde que o contribuinte não tenha outras dívidas fiscais, e permite que o valor a pagar seja dividido até um máximo de 12 prestações.

Para se beneficiar de um plano prestacional é ainda necessário que a declaração anual do IRS tenha sido entregue dentro do prazo.

Caso os contribuintes falhem o prazo que hoje termina para aderirem a um pagamento faseado, está previsto que a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) envie planos oficiosos de pagamento em prestações, tal como referiu o subdiretor-geral da área da Relação com o Contribuinte da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), Nuno Félix, em entrevista à Lusa publicada na semana passada.

O documento e a referência para pagamento de cada prestação terão de ser depois obtidos através do Portal das Finanças, sendo que a falta de pagamento de qualquer das prestações implica o vencimento imediato das seguintes e a instauração do processo de execução fiscal pelo valor em dívida.

A medida simplifica e amplia as possibilidades de pagamento e é mais um meio de evitar que uma dívida avance para processo executivo, o que implica custos acrescidos em coimas e custas.

De acordo com os últimos dados oficiais adiantados à Lusa pelo Ministério das Finanças, a AT emitiu durante a campanha do IRS deste ano 1.053.623 notas de cobrança, número que revela uma subida de 18,85% em relação ao ano anterior.

Em média, os contribuintes que receberam notas de cobrança do IRS foram chamados a pagar 1.788,77 euros.

Em causa estão contribuintes que durante o ano de 2020 tiveram rendimentos que não foram sujeitos a retenção na fonte (como sucede com a generalidade das rendas, por exemplo) ou relativamente aos quais a retenção na fonte não foi suficiente para fazer face à totalidade do IRS que têm a pagar.

Insólito: Cadela surge em cartazes como candidata à Câmara Municipal de Viana do Castelo

Jéssica, uma cadela bulldog francês, é a estrela das eleições autárquicas de Viana do Castelo.

A candidata de quatro patas é, garantidamente, a mais falada desta campanha. Está presente no dia-a-dia de Viana do Castelo com cartazes e panfletos como se de uma verdadeira candidata se tratasse.

No fundo, tudo não passa de uma ideia arrojada por parte de Hugo Soares, o tutor desta cadela que a decidiu adotar depois de ser rejeitada pelos seus primeiros donos por causa da sua surdez.

O humorista quer apenas e só despertar a atenção da população, alertando que as pessoas mais facilmente vão ler o programa de uma cadela – como tem verificado – do que de um verdadeiro candidato.

Em declarações ao jornal O Minho, Hugo Soares entende que hoje em dia se leva mais a sério os humoristas do que os políticos. Esta ação de marketing a envolver Jéssica serve, acima de tudo, para fazer pensar todos aqueles que, a 26 deste mês, são convidados a votar no futuro das autarquias.

Até lá a cadela vai fazendo a sua campanha, promete arroz de sarrabulho como prato do dia em todos os restaurantes da região e, em caso de necessidade, combater grupos terrorista com grupos de concertinas.

Igreja já decidiu: Procissões e catequese estão de regresso

A Igreja Católica decidiu que, depois de um longo período de pausa devido à pandemia de Covid-19, as procissões e catequese estão de regresso.

Apesar de tudo, vão-se manter as regras de prevenção e combate à pandemia, como a higienização e o distanciamento.

A data oficial para o regresso destas celebrações pela Igreja Católica ainda não foi divulgada mas deverá ser anunciada em breve.

Mau tempo: Pelo menos três carros danificados em inundação no acesso à A7

Pelo menos três viaturas ficaram danificadas, na sequência de uma inundação gerada pela agua da chuva que caiu, ao final da tarde desta terça-feira, no acesso às portagens da A7, em Serzedelo, Guimarães.

Para o local foram acionados os Bombeiros Voluntários de Riba d’Ave que tentaram fazer com que a água fosse escoada através das sarjetas, no entanto, tal só foi possível depois da cedência aos soldados da paz de equipamento da Proteção Civil de Guimarães.

Ao que nos foi possível apurar, os carros envolvidos neste incidente estavam estacionados e os proprietários ausentes do local.

Tudo indica que o sistema de escoamento de águas não estava a funcionar corretamente, sendo o mais provável que estivesse entupido.

 

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