Natação: Rodrigo Pereira bate recorde nacional dos 50 mariposa

Rodrigo Pereira, nadador do Grupo Desportivo de Natação, é o novo detentor do recorde nacional, dos 50 mariposa, com o tempo de 25,91. O feito foi alcançado, no passado sábado, na primeira edição do Trial Meeting que decorreu nas piscinas municipais de Felgueiras..

Para o treinador Pedro Faia, «Rodrigo Pereira conquistou algo histórico para a sua promissora carreira desportiva e para Famalicão. É o atleta português mais rápido de sempre aos 50 Mariposa, o que demonstra bem a dimensão de tal conquista. Acreditamos muito no seu talento e na sua vontade em trabalhar mais e melhor para alcançar patamares de desenvolvimento superiores».

Natação: Doze medalhas e cinco recordes nacionais em masters

Os Campeonatos Nacionais de Masters decorreram em Famalicão, entre os dias 9 e 11 de julho. Nesta competição, que reuniu cerca de 450 atletas, em representação de 60 clubes, o Grupo Desportivo de Natação apresentou-se com sete nadadores – António Ferreira, António Costa, Adriano Niz, Luís Vaz, Jorge Maia, Nuno Macedo e Hélio Machado – que conquistaram seis títulos, cinco recordes nacionais, dois segundos lugares e vários recordes pessoais.

Adriano Niz sagrou-se penta campeão nacional nas provas de 200 Bruços, 200 Costas, 200 Estilos, 400 Estilos e 200 Mariposa; Luís Vaz sagrou-se campeão nacional nos 400 Livres; Jorge Maia foi vice-campeão nacional aos 50 Mariposa; Nuno Macedo vice-campeão aos 50 Bruços; António Costa conseguiu o bronze nos 200 Bruços, 100 Bruços e 50 Bruços; e Hélio Machado conquistou o bronze nos 800 Livres.

Destaque para Adriano Niz que obteve 5 recordes nacionais da categoria, em todas as provas que disputou.

Câmara de Famalicão adquire ressuscitador neonatal para o Centro Hospitalar do Médio Ave

O Centro Hospitalar do Médio Ave vai adquirir um ressuscitador neonatal para os seus serviços totalmente comparticipado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e pelos empresários do concelho. O instrumento que vem dar resposta a uma necessidade do hospital serve de auxílio à respiração cardiopulmonar a recém-nascidos, fornecendo um suporte de oxigénio aos bebés.

O aparelho tem um custo de 15 mil euros, sendo comparticipado pelo município em 7.500 euros e o restante valor custeado por empresários do concelho.

A proposta para o acordo de cooperação entre o município e o hospital esteve em discussão na última reunião do executivo municipal, sendo considerado “o inequívoco e relevante interesse público deste instrumento”.

No final, o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha explicou aos jornalistas que “o apoio resulta de uma postura de interação permanente entre a autarquia e os cuidados de saúde no concelho, no caso hospitalares, mas também já tem sucedido com os cuidados de saúde primários.”

O autarca salientou que foi através da Câmara Municipal “direta ou indiretamente que foi possível angariar 100 por cento do investimento do equipamento”. E esclareceu: “O município por razões legais não pode suportar o encargo superior a 50 por cento, mas conseguiu junto do meio empresarial o restante apoio, mobilizando os empresários para a necessidade desta resposta hospitalar”.

“É bom notar que uma vez mais os empresários famalicenses responderam afirmativamente a esta necessidade”, realçou Paulo Cunha, deixando, no entanto, a nota que “esta é uma tendência que está a consolidar a necessidade de apoios municipais para infraestruturas que são estatais”.

“O que está a acontecer infelizmente é que se não são os municípios a conceder estes apoios, os hospitais ficam desprovidos destes recursos. Era suposto que o Estado fosse competente e conseguisse fazer face às necessidades dos seus equipamentos, mas isso não está a acontecer”, lamentou, avançando, no entanto, que “a Câmara Municipal está atenta e diligente e felizmente tem condições financeiras para apoiar como sempre apoiou”.

Apesar disso, o autarca salientou que “mais do que discutir quem deveria fazê-lo, o que interessa aos famalicenses é que se faça e que o hospital fique dotado deste equipamento que é tão útil para a sua atividade”.

De resto, a Câmara Municipal tem vindo a assumir esta postura de colaboração e apoio com os serviços de saúde no concelho, assumindo as suas competências. “Nós temos perfeita consciência do quão essencial é para a população que os cuidados de saúde sejam prestados com o maior profissionalismo e com as melhores condições e, por isso, nunca enjeitamos qualquer tipo de esforço e de apoio para que tal pudesse suceder”.

Foi assim com a Clínica da Mulher e Criança, com a nova urgência covid-19, com o funcionamento do Centro de Vacinação, entre outros.

Trofa: Cortes de via na N14 esta segunda e terça-feira

A Câmara Municipal da Trofa informa que, devido a trabalhos de manutenção dos marcadores led das passadeiras seguras, vai ser necessário proceder ao corte alternado de um sentido da circulação automóvel na N14, na Rua D. Pedro V (no entroncamento com a Rua Américo Campos) e junto à Rotunda do Catulo, na Freguesia de Bougado (São Martinho e Santiago).

Os trabalhos vão decorrer esta segunda e terça-feira entre as 09h00 e as 17h00.

Famalicense Bruno Oliveira esteve a um passo de ser finalista do programa “Got Talent” da RTP


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Bruno Oliveira, o jovem famalicense que brilhou no programa de talentos da RTP “Got Talent”, abandonou a competição este domingo, depois de não ter conseguido os votos suficientes para ir até à final do concurso.

O jovem de Joane foi, no entanto, classificado como “um incrível talento da dança”.

Bruno está na faculdade a tirar desporto. Começou nas danças de salão aos 6 anos, onde esteve durante 11 anos. Há 4 anos, mudou para o ballet e começou a ter formação em ballet clássico e contemporâneo, no conservatório AN Dança em Vila Nova de Famalicão. Tem participado em concursos a nível nacional e internacional. O ano passado no Dance World Cup, ficou em 2º lugar no solo moderno e no solo contemporâneo ficou em 3º lugar.

Em 2019, quando ganhou o Dance World Cup, foi distinguido com uma bolsa para tirar um curso de dança em Madrid, mas acabou por estar lá apenas 6 meses por causa da pandemia.

RTP

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