Famalicão: Ferrugem é finalista em três categorias das 7 Maravilhas da Nova Gastronomia

O Restaurante Ferrugem, da Portela Santa Marinha, é finalista, em três categorias, no programa 7 Maravilhas da Nova Gastronomia em Portugal.

Se votar ajuda a eleger o Ferrugem, nas categorias de “Bacalhau Confitado em Azeite”, “Rojão e Sarrabulho de Cogumelos” e “Tributo a Rui Moura Alves”.

Desde 2007 que as 7 Maravilhas da Gastronomia procuram valorizar pratos que enriquecem a cultura nacional; este ano o programa é dedicado à nova gastronomia, com o objetivo de valorizar todo o setor da restauração, que passa por grandes constrangimentos devido à pandemia.

Mais informações: https://7maravilhas.pt/

 

 

Cidade de Famalicão recebe certificação internacional em qualidade de vida

A cidade de Vila Nova de Famalicão está no segundo patamar mais elevado (em cinco possíveis) em termos de desenvolvimento sustentável e qualidade de vida. Por isso recebeu a certificação internacional da World Council on City Data (WCCD), com o nível de Gold no âmbito do referencial normativo “ISO 37 120.

Esta certificação avalia mais de 100 indicadores que medem a eficiência dos serviços públicos e a qualidade de vida dos cidadãos.

Segundo o município, o processo de certificação de Famalicão integra-se na estratégia de promoção da agenda Smart City. Lembra que os indicadores são certificados por verificadores externos, independentes e internacionais, permitindo comparar Famalicão com outras cidades do mundo inteiro.

O presidente da Câmara realça que este «é o momento em que sujeitamos as nossas ações, as ações não só da Câmara municipal e dos seus colaboradores, mas também dos famalicenses, a um julgamento internacional e com padrões idênticos aos das mais diversas cidades do mundo. Termos conseguido esta distinção enche-nos de orgulho, mas responsabiliza-nos ainda mais para o futuro».

Vila Nova de Famalicão integra, assim, um grupo muito restrito, a nível nacional, de cidades reconhecidas com o certificado. Para além de Famalicão, apenas Porto, Sintra e Cascais viram o seu esforço reconhecido.

Nó da A7 em Fradelos ou Balasar não custa nada ao Estado

A construção de um Nó na A7 (autoestrada que liga Famalicão a Guimarães) na zona de Fradelos ou Balasar só depende da vontade do Governo e nem precisa de dinheiro do Estado. Mesmo assim, o Governo não dá uma resposta aos autarcas locais nem ao concessionário que é a Ascendi. «Não estamos a pedir dinheiro ao governo português para fazer uma obra, nós estamos a pedir que haja compreensão acerca da sua necessidade e que, do ponto de vista formal e contratual, se criem condições para que seja feita», realça Paulo Cunha, à margem da inauguração da via ciclo pedonal, no sábado, onde também esteve presente o autarca da Póvoa de Varzim. «Normalmente a desculpa para não se fazerem as coisas é porque não há dinheiro. Neste caso, nem essa desculpa existe. A única coisa que é precisa é uma decisão que permita uma alteração contratual», completa o autarca Aires Pereira.

O novo nó da autoestrada seria custeado pela concessionária da via porque já percebeu que teria vantagens na sua construção uma vez que traz mais tráfego e sustentabilidade; para o utilizador não haveria custos acrescidos. As duas Câmaras Municipais é que teriam que suportar o arranjo das vias de acesso.

Paulo Cunha lembra os constrangimentos na EN 206 e os enormes benefícios que o nó traria para aquela região limítrofe entre Famalicão/Trofa/Póvoa de Varzim porque aqui existe um enorme complexo industrial, agrícola e até um templo religioso (Alexandrina de Balasar) «e com potencial de crescimento».

Sem uma resposta do Governo ou da Infraestruturas de Portugal, autarcas intensificam nas críticas. «Custa-me a perceber que a obra não avance», indigna-se o autarca de Famalicão.

 

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