Praia portuguesa eleita uma das melhores do mundo


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Os utilizadores do Tripadvisor elegem todos os anos as melhores praias do mundo no ‘Best of the Best Awards’.

Portugal ganha destaque neste ranking com uma das praias algarvias na lista das melhores.

Este ano, a Praia da Falésia ficou-se pelo 13º lugar, sendo a única praia portuguesa do ranking.

Acabou o A+, A++ e A+++ » Saiba o que muda a partir desta segunda

As organizações não-governamentais ambientalistas saúdam as novas etiquetas energéticas, que entram em vigor a partir de segunda-feira, mas pedem “mais atenção” ao consumidor e “maior rapidez” na reclassificação de “mais produtos”.

Em comunicado, a coligação Coolproducts (www.coolproducts.eu), um grupo de mais de 20 organizações, entre as quais a Zero e a Quercus, coliderado pela ECOS, que se dedica à área da normalização ambiental, e pela federação europeia das associações de ambiente (EEB), “dá as boas-vindas às novas etiquetas energéticas, que têm agora uma escala reclassificada”.

A partir de segunda-feira, quatro diferentes tipos de aparelhos elétricos terão as suas etiquetas energéticas renovadas: máquinas de lavar loiça, máquinas de lavar roupa, frigoríficos e monitores (incluindo televisores).

Os produtos à venda nas lojas, físicas e online, passam a ter de exibir as novas etiquetas, com um prazo de 14 dias úteis para substituir as antigas.

As novas etiquetas energéticas usam uma escala simplificada de A a G, substituindo as categorias A+, A++ e A+++, que não permitia ao consumidor fazer a distinção entre os equipamentos mais e os menos eficientes.

Na opinião das organizações, “esta reclassificação, com o primeiro A vazio no início, irá permitir que ao longo do tempo surjam aparelhos mais inovadores e eficientes, efetivamente merecedores dos sinais positivos a seguir a esse A”.

Outra novidade é que as etiquetas passam a ter um código QR, que permitirá aos consumidores acederem a informações adicionais sobre os produtos.

Despesa do SNS com a pandemia ultrapassou os 900 milhões de euros

A despesa paga pelas entidades do Ministério da Saúde com a pandemia de covid-19 no ano passado ultrapassou os 900 milhões de euros.

Os dados oficiais indicam que a despesa no SNS aumentou 11,3% em janeiro deste ano relativamente ao mesmo período de 2020, mais 93 milhões de euros, totalizando 915,9 milhões.

A maior fatia da despesa foi para gastos com pessoal e material de consumo clínico.

Segundo dados do Ministério da Saúde, para conseguir dar resposta à pandemia, o Serviço Nacional de Saúde contratualizou até final de janeiro deste ano 745 camas com o setor privado e social e 236 com as Forças Armadas, num total de 981.

No início da pandemia, em março do ano passado, o SNS tinha um total de 1.142 ventiladores para ventilação mecânica invasiva adaptáveis ao tratamento de doentes covid e a capacidade quase duplicou, pois há neste momento 2.2161 ventiladores deste género.

O número de camas para internamento em enfermaria e nas unidades de cuidados intensivos disponíveis é gerido pelas instituições hospitalares, em coordenação com as respetivas administrações regionais de saúde e, por isso, o valor absoluto é variável, por vezes diariamente, em função das necessidades de cada momento.

De acordo com dados fornecidos à Lusa, no que se refere a camas em Unidades de Cuidados Intensivos, antes da pandemia havia 431 camas UCI nível III (janeiro 2020) e, a 10 de fevereiro, Portugal dispunha de uma capacidade possível de 1.411 camas em UCI.

Segundo os dados da Direção-Geral da Saúde, em fevereiro atingiu-se o pico de doentes internados tanto em enfermaria (6.869, 1 de fevereiro) como em UCI (904, 5 de fevereiro).

Serviço Nacional de Saúde perdeu quase mil médicos em 2020

A pandemia de covid-19 foi um teste ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), que já tinha escassez de meios humanos e que, mesmo com as novas contratações, acabou o ano 2020 com quase menos mil médicos do que começou.

Num ano em que os hospitais públicos estiveram no limite e se viram obrigados a deixar de fazer 1,3 milhões de consultas e cerca 150 mil cirurgias (programadas, urgentes, convencionais e ambulatório) para acudir aos doentes com covid-19, o SNS perdeu 945 médicos (contando com os internos), segundo dados oficiais.

Se a conta for feita apenas a partir de março, mês do início da pandemia em Portugal, essa perda é de 758 médicos.

Os dados disponíveis no Portal da Transparência do Ministério da Saúde indicam que o ano de 2020 começou com 30.484 médicos (contando com internos) e acabou com 29.539. Os números só melhoraram em janeiro deste ano, quando o total chegou aos 31.406.

Sem contar com os internos, o SNS enfrentou os primeiros sete meses da pandemia com menos médicos a cada mês, o que só foi invertido em setembro, permitindo que no final do ano fossem 20.228 (19.555 em janeiro de 2020).

Estatísticas referentes a janeiro deste ano mostram que, entretanto, entraram mais cerca de 60 médicos e no final do mês eram 20.287 (sem internos).

Dados do Ministério da Saúde fornecidos à agência Lusa indicam que em 2020 deixaram o serviço público 508 médicos (excluindo médicos internos) por rescisão e/ou caducidade de contrato e 652 reformaram-se, o que perfaz um total de 1.160 saídas.

No que se refere aos médicos internos, o balanço do ano de 2020 é negativo. Quando o ano arrancou eram 10.929 e, no final, depois de 10 meses de combate à pandemia, que começou em março, havia 9.311 médicos internos no SNS (menos 1.618).

Só em janeiro deste ano, 10 meses depois de ter começado o combate à pandemia, é que este número melhorou, passando os médicos internos a serem 11.119.

Hóquei em Patins : FAC sobe ao nono lugar

Depois da vitória, 7-5, sobre Os Tigres, na jornada 21 do nacional da primeira divisão de hóquei em patins, o FAC afastou-se dos últimos lugares. A equipa de Vítor Silva subiu ao nono posto, com 20 pontos e menos um jogo.

Já o Riba d’ Ave, que também luta pela manutenção, foi derrotado, 8-3, em Barcelos, casa do Óquei Clube, um dos candidatos ao título nacional.

A formação ribadavense, treinada por Raúl Meca, soma 15 pontos, tem menos um jogo e ocupa a décima segunda posição.

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