Matrículas novas: PSP diz que já multou mais de 2 mil condutores por terem a matrícula defeituosa

As contra-ordenações por problemas nas chapas de matrícula aumentaram nos primeiros seis meses do ano. Segundo o Jornal Público foram multados 2.136 condutores até junho, ou seja mais 248 contraordenações face ao mesmo período do ano passado, sendo que a maioria das multas foi registada nos distritos de Lisboa, Porto e Setúbal.

A PSP esclarece que o tipo mais comum de contraordenação é o não cumprimento dos termos da lei, que define o tamanho dos números e letras e o espaço entre eles.

Este aumento de contraordenações coincidiu com a entrada em vigor do novo modelo de matrículas, porém não é obrigatório a troca de chapa de matrícula.

A lei diz que o proprietário de um veículo que “apresente uma chapa identificadora fora da norma está sujeito a contraordenação punível com coima entre os 120 euros e os 600 euros, constituindo também motivo para não aprovação da viatura numa inspeção periódica obrigatória, conforme está previsto no Anexo II do artigo 5º do Decreto-Lei nº 144/2012”.

As regras estabelecidas pelo IMT (Instituto da Mobilidade e Transportes) têm de ser cumpridas e no novo modelo, a disposição dos grupos deve ser centrada vertical e horizontalmente e o espaçamento entre os caracteres está definida ao milímetro: de 20 milímetros.

Ruivães e Novais: Junta cria kit para oferecer a pessoal da escola (alunos, professores e funcionários)

A Junta de Freguesia de Ruivães e Novais criou um kit escolar, com material que será distribuído junto dos alunos da pré-primária ao quarto ano, professores e funcionários.

Do kit fazem parte uma lancheira e uma garrafa reutilizáveis, para que seja possível terem um uso diário.

Este é um dos passos para tornar Ruivães e Novais umas “eco-freguesias”, com uma comunidade sensibilizada para a causa que é a reciclagem e a preservação do meio ambiente.

F.C.Famalicão vai buscar guarda-redes ao Benfica: Zlobin assina pelos famalicenses por cinco temporadas

Tal como avançado nos últimos dias pelas imprensa desportiva, o guarda-redes Ivan Zlobin é um dos mais recentes reforços do Futebol Clube de Famalicão.

O russo de 23 anos assinou pelos famalicenses por cinco temporadas.

Formado no CSKA Moscovo, Ivan Zlobin chegou ao futebol português em 2015/2016 para representar a União de Leiria, que viria a ceder o guardião ao Sport Lisboa e Benfica. Após três temporadas ao serviço da equipa B dos lisboetas, foi promovido à equipa principal na época transata.

 

Covid-19: OMS defende crianças a partir dos 12 anos devem usar máscara tal como os adultos

As crianças a partir dos 12 anos devem usar máscara nas mesmas condições que os adultos para se protegerem da infeção da covid-19, segundo recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O uso de máscara é recomendado a partir desta idade em particular quando não é possível garantir o distanciamento físico de pelo menos um metro e se a transmissão da doença se generalizou numa determinada zona.

De acordo com as recomendações, os menores até aos cinco anos não devem ser obrigados a usar máscara, tendo em conta “a segurança e o interesse global da criança” e “a sua capacidade em utilizar uma máscara corretamente com uma assistência mínima”.

Para as crianças entre os 6 e os 11 anos, a OMS aconselha o uso de máscara em linha com diversos fatores, como os níveis de transmissão da infeção na zona onde residem e a sua capacidade em utilizá-la corretamente e com toda a segurança.

Outros fatores a considerar são o acesso que as crianças têm às máscaras, a possibilidade que possuem de as lavar ou substituir, por exemplo nas escolas, a supervisão adequada por parte de um adulto, os eventuais impactos na aprendizagem e no desenvolvimento psicossocial e o relacionamento com pessoas expostas a um risco acrescido de doença grave, como os idosos.

O uso de máscara não é obrigatório para as crianças que tenham perturbações no seu desenvolvimento, deficiências ou outros problemas de saúde, devendo a avaliação ser feita caso a caso.

As crianças ficam isentas de usar máscara quando praticam desporto ou uma atividade física como correr, saltar ou brincar num parque infantil.

As máscaras, quando o seu uso é aconselhado, podem ser de tecido se a criança for saudável, mas o adulto terá de se certificar que a mesma tem o tamanho adequado e que cobre suficientemente o nariz, a boca e o queixo.

As recomendações da OMS para o uso de máscaras nas crianças resultam de informação reunida por um grupo de trabalho da organização formado por peritos internacionais.

Câmara de Póvoa de Varzim diz que foram “fatores naturais atípicos” a causar contaminação nas praias

A Câmara da Póvoa de Varzim, no distrito do Porto, considerou hoje que a contaminação microbiológica da água do mar em sete praias do concelho se deveu a uma “conjugação de fatores naturais atípicos”.

Segundo a autarquia, no dia em que Agência Portuguesa de Ambiente recolheu amostras nas praias da região, em 17 de agosto, verificou-se “precipitação intensa e ventos fortes do quadrante sul, a que se juntou uma agitação marítima que alterou as correntes dominantes e que teve impacto na manutenção da qualidade das águas balneares”.

A estes indicadores, que segundo a câmara foram “determinantes” para que os valores microbiológicos registados ficassem acima dos parâmetros de referência, forçando as autoridades a decretar interdição de banhos no local, que ainda vigora, soma-se a presença excecional da planta jacintos-de-água nos areais

“Sendo uma espécie de água doce, a presença dos jacintos-de-água nas nossas praias só se explica por ter sido arrastada pelas correntes. Esta é, aliás, uma espécie fortemente identificada no rio Ave [que desagua na cidade vizinha de Vila do Conde]”, explicou o município, em comunicado.

No mesmo texto, a câmara garante que foi feita uma avaliação pormenorizada ao sistema de drenagem de águas pluviais que, durante o período de verão fica ligado através de sistemas de bombagem à rede pública de saneamento.

“Está o município [da Póvoa de Varzim] em condições de assegurar que não foi registada qualquer anomalia ou transvase para o oceano”, assegura a autarquia, concluindo que “uma conjugação natural de todos os dados enunciados ajudará a explicar este fenómeno atípico e a identificar a origem do problema”.

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