Avião de combate a incêndios despenhou-se no Gerês

Um avião que fazia o combate a um incêndio que se encontra a deflagrar no Gerês despenhou-se.

O canadair terá caído na zona de Lindoso, cerca das 11h30 deste sábado.

https://www.facebook.com/radiocidadehoje/videos/659213245002382/?__xts__%5B0%5D=68.ARDDdxyuPXWv_0ORne7eCzFuRjHsecyaFvucpf5I0FieJjGxnFA6mvak1rADggpNG4I4yMTxYOSuAbYQYPO-Mz3Joqcmz_AIqD3R8e6hyN39wVFfncdo2z_KyowQK11Y5dAWBjw1x-0-97PqoxuHgaMJL9Sxz5SM2ACGSvUzH01c50z7iQJFdN0CB8nbcfutq-sPyvw21qKfuQJQMbNfKf24RXltMtvnsu9FHABqaMfTl7R7-UpLmYN5L8GgCIynYHLAjkV-gPlPC2-z6BpGmyfntdKWzVvA_HCDV-HBp65DrsC25WPjvzSex5KsHmxwEG-8X1_Wis-uVK6Zpd3hDVGS7RFIhy-QacnFKQ&__tn__=-R

As primeiras informações apontam para a existência de dois feridos graves.

Padre de Ribeirão infetado com Covid-19

O pároco de Ribeirão, Monsenhor Manuel Fernandes, está infetado com Covid-19.

A informação foi confirmada pelo Centro Social Paroquial de Ribeirão.

Tudo indica que o padre terá contraído o vírus durante as duas últimas semanas, no decorrer de uma ação de formação onde participou.

A situação está a ser acompanhada pelas autoridades de saúde que já terão efetuado as diligências necessárias para garantir a não propagação do vírus.

Associação de Futebol de Braga aguarda por ordens da DGS para planear a próxima época

A A.F.Braga continua a aguardar por diretrizes da Direção Geral da Saúde para que se possa dar início ao planeamento da próxima época.

Esta sexta-feira, a Associação de Futebol de Braga, em comunicado emitido nas internet, lembra que o último despacho do Governo sobre a retoma das atividades desportivas teve lugar no dia 30 de Julho e que perante a resolução da altura “aguarda, ainda, as “regras específicas para as atividades físicas e desportivas”, conforme mencionado no comunicado do Governo”.


Leia o comunicado na integra:

Como é do conhecimento público, no passado dia 30 de Julho de 2020, o Governo Português após Reunião do Conselho de Ministros, emitiu um Despacho onde comunicou a aprovação de uma Resolução que dá continuidade ao processo de desconfinamento iniciado no passado dia 30 de Abril de 2020.
Foi, através da mesma resolução, determinado que a partir das 00h00 do dia 1 de Agosto de 2020 até às 23h59 do dia 14 de agosto de 2020, entre outras medidas, “abrem as atividades desportivas que ainda estavam encerradas e definem-se regras específicas para as atividades físicas e desportivas – a prática de atividade física e desportiva, em contexto de treino e em contexto competitivo, pode ser realizada sem público.”
Perante esta resolução, a AF Braga aguarda, ainda, as “regras específicas para as atividades físicas e desportivas”, conforme mencionado no comunicado do Governo, as quais, até às 17 horas de hoje, 7 de agosto de 2020, ainda não foram divulgadas.
A Direção da AF Braga, desde a primeira hora, mais concretamente desde o dia 10 de Março de 2020, tem, como se impõe, gerido toda esta situação com ponderação, serenidade e sentido de responsabilidade. Poderia, e usando uma hipérbole, consultando qualquer bola de cristal, apontar datas de início das Provas Distritais? Para depois, num qualquer dia, a mesma bola de cristal ou outra, dizer que afinal a data apontada, teria de ser reconsiderada? Estaria a AF Braga, se o fizesse dessa forma, a prestar um bom serviço aos seus Clubes filiados?
Entende a Direção da AF Braga, salvo melhor opinião, observar, como até aqui, com grande serenidade e sentido da responsabilidade, continuando, por isso, a aguardar que as Autoridades de Saúde emitam as novas atualizações da orientação nº 030 da D.G.S., cuja última atualização reporta ao passado dia 20 de Julho de 2020.
A AF BRAGA apela a todos os dirigentes, técnicos, atletas e adeptos dos clubes seus filiados que hajam com serenidade e sentido de responsabilidade, para que a retoma da atividade desportiva seja uma realidade no mais curto espaço de tempo possível.
A Direção da AF Braga manter-se-á atenta, diligente e dialogante quer com a Federação Portuguesa de Futebol, quer com as autoridades de saúde locais, aguardando pelas novas diretrizes e orientações.

Portugueses são dos europeus que demonstram maior vontade em vacinar-se contra a covid-19

Os portugueses são dos europeus que demonstram maior vontade em vacinar-se contra a covid-19, com um em cada quatro a manifestar essa intenção quando a vacina estiver disponível, revela um estudo da faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.

As conclusões do estudo da Nova BSE, hoje divulgados, mostram também que 70% dos portugueses estão “completamente confiantes” de que a vacina contra a covid-19 será segura, subindo a percentagem de confiança nos que têm entre 55 e 64 anos, entre os quais 79% acreditam na sua segurança.

Investigadores da Nova SBE juntaram-se a equipas da Universidade de Hamburgo, da Rotterdam Erasmus University e da Bocconi University para perceber como a população europeia olha para a pandemia e até que ponto confia nas decisões dos responsáveis políticos.

Para isso, realizaram um estudo online em duas fases, que abrangeu, em cada uma delas, mais de 7.000 participantes de sete países europeus (Alemanha, Dinamarca, França, Holanda, Itália, Portugal e Reino Unido) tendo em conta a região, idade, género e educação.

Entre a primeira vaga de inquéritos, que decorreu entre 02 e 15 de abril de 2020, e a segunda, realizada entre 09 e 22 de junho, os portugueses mantêm-se como os europeus que demonstram maior vontade de virem a ser vacinados contra a covid-19 (75%).

Foi observado nos inquiridos, com idades entre os 55 e 64 anos, um ligeiro aumento na disposição de se vacinarem (6 pontos percentuais).

“Os homens são os que se mostram mais dispostos a vacinarem-se (78%), assim como indivíduos com alta escolaridade (78%). Além disso, aqueles que conhecem alguém oficialmente diagnosticado com covid-19 estão mais dispostos a vacinar-se do que aqueles que não conhecem ninguém com covid-19 (81% vs 74%), refere a Nova BSE.

Relativamente à possibilidade de a vacina poder não estar disponível em número suficiente para que todos sejam vacinados imediatamente, os portugueses defendem que a prioridade a quem deve ser administrada deve ser definida por uma equipa nacional de especialistas (73%), pelas organizações de saúde que administram a vacina (68%) e pelo Ministério da Saúde (52%).

Para a grande maioria dos portugueses, o acesso prioritário à vacina contra o coronavírus SARS-Cov-2, que provoca a doença covid-19, deve ser dado a pessoas com maior risco de infeção, por exemplo, pessoas que cuidam de alguém que está doente com covid-19 ou pessoas em profissões vitais (91%) e a indivíduos mais vulneráveis (89%).

No geral, a maioria dos inquiridos discorda que a vacina deve ser administrada numa base de “primeiro a chegar primeiro a ser servida” (68% contra).

Dois terços discordam que pessoas que são geralmente saudáveis e vivam um estilo de vida saudável (66% contra) ou que possam pagar do seu bolso (61% contra) tenham prioridade na administração da vacina.

Além disso, 42% dos portugueses concordam que as características pessoais de uma pessoa não devem desempenhar um papel na decisão de quem é vacinado primeiro.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 715 mil mortos e infetou mais de 19,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.746 pessoas das 52.351 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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