Morreu condutor que andou em contramão na A28 e provocou acidente grave

Não resistiu aos ferimentos e acabou por falecer o homem de 77 anos que provocou o grave acidente de viação, registado na A28, na passada sexta-feira, na zona da Apúlia.

O condutor, por razões ainda por explicar, circulou durante vários quilómetros em contramão, até embater com violência em dois veículos, num choque frontal que originou um segundo ferido grave.

De acordo com o jornal O Minho, a vítima mortal residia em Vila Nova de Famalicão, e desde o acidente se encontrava em estado crítico com múltiplas fraturas.

Depois de sete semanas de subidas, preço dos combustíveis sem alterações na próxima semana

Depois de sete semanas de subidas nos preços da gasolina e do gasóleo, o preço dos combustíveis não se deve alterar na próxima segunda-feira.

As contas do “Jornal de Negócios” apontam para uma estabilização dos atuais valores, com a gasolina a manter-se em máximos de março deste ano e a valer, em média, 1,36 euros.

No caso do gasóleo, o preço médio em bomba fica-se pelos 1,19 euros.

B.V.Riba d’Ave chamados para socorrer homem que sofreu acidente de trabalho no monte

Um homem ficou ferido, na sequência de um acidente de trabalho, na tarde deste sábado, na Senhora dos Montes, freguesia de Serzedelo, em Guimarães.

A vítima participava no carregamento de troncos para um camião quando, por razões desconhecidas, um dos troncos caiu e acabou por lhe atingir os membros inferiores.

O trabalhador, com 55 anos de idade, foi assistido no local pelos Bombeiros Voluntários de Riba d’Ave e a VMER de Guimarães. Acabou por ser transportado para o hospital de Guimarães com a perna fraturada.

Solidariedade: B.V.Famalicão oferecem telemóvel a jovem doente do IPO

Os bombeiros, no seu dia-a-dia, cruzam-se com várias histórias de vida.

Desta vez quis o destino que os soldados da paz ajudassem um jovem de Amares, Braga, que é doente oncológico e ficou sem telemóvel.

Apesar das adversidades que foram encontrando para satisfazer a vontade do adolescente, os Bombeiros Voluntários de Famalicão conseguiram o objetivo de lhe proporcionar um sorriso com a oferta do tão desejado telemóvel.

https://www.facebook.com/bvfamalicaooficial/posts/1642170612602080

 

 

 

Guterres: “No melhor dos cenários, o mundo só volta à normalidade daqui a dois ou três anos”

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, acredita que, no cenário mais optimista, em que os países desenvolvidos conseguem organizar-se e impedir segundas vagas da pandemia, o mundo só regressará à normalidade daqui a dois ou três anos.

Na pior das hipóteses, a falta de resposta coordenada, resultaria num “desastre para o hemisfério sul e geraria uma segunda onda no norte com consequências económicas terríveis” e uma “depressão global de cinco a sete anos”.

Numa entrevista publicada na edição deste sábado do jornal El País, António Guterres refere estar convencido de que, em algum momento, terá de se investigar a origem da pandemia de covid-19, a forma como se espalhou tão rapidamente e como a Organização Mundial de Saúde (OMS), os países e outras entidades responderam.

Guterres entende que, ainda que a OMS possa ter cometido alguns erros no início da pandemia, não tentou ajudar a China a “esconder a realidade”.

“O que posso dizer é que conheço as pessoas da OMS e elas não estão a ser controladas por nenhum país. Actuaram sempre de boa-fé para obter a melhor cooperação possível dos Estados membros”, refere o secretário-geral da ONU.

António Guterres admite que podem ter acontecido alguns erros, mas afirma não acreditar que a OMS tenha tentado ajudar a China a esconder a realidade.

“Acho que a Organização queria ter um bom relacionamento com a China no início da pandemia. Queria garantir que a China cooperava”, realça.

Na entrevista conjunta a três jornais europeus (Die Welt, La Tribune de Genève e El País), António Guterres destaca que “a relação entre Estados Unidos, China e Rússia está mais disfuncional do que nunca” e confere à UE um papel vital para evitar uma ordem mundial dominada por Washington e Pequim.

“Precisamos de uma liderança global, porque se assim não for, não podemos responder de forma efectiva a desafios como os de uma pandemia. Mas infelizmente, onde há poder, não há liderança, e onde há liderança, falta poder”, assinala ainda nesta entrevista o secretário-geral da ONU.

Últimas Noticias

Concelho