Defendi “entrevistado” pelos adeptos do Famalicão

Defendi foi o primeiro protagonista da rubrica “Em Direto Com…” do FC Famalicão. O guarda-redes, que foi “entrevistado” por adeptos, diz que no atual quadro os jogadores, mesmo em casa, estão obrigados a cumprir um plano de trabalho desenhado pela equipa técnica.

As questões foram várias e todas tiveram resposta. O atleta que representa o Famalicão há duas épocas, não sente o peso da idade e mostra uma grande paixão pelo clube «que tenho no meu coração há pouco tempo, mas é um clube que vivo com muita intensidade. No primeiro ano, na subida, criei uma paixão muito intensa».

Nesta ainda curta presença no FC Famalicão, Defendi assume que a subida da 2.ª para a 1.ª Liga foi o momento mais alto, o primeiro grande momento do projeto desportivo do clube desde que constituída a SAD. «É um projeto que já conhecia. Tinha ideia do que seria e é um projeto muito bom. Já conseguimos o primeiro objetivo, a subida, uma subida que nem o clube, nem a cidade esperavam no primeiro ano. Sabia que era um projeto bom, com a subida ficou melhor ainda».

Apesar dos 36 anos, Defendi garantiu que não pensa em guardar as luvas. «Quero dar o maior tempo possível na minha carreira porque é que o que gosto de fazer. Nunca tive lesões muito graves. Vou usufruir e aproveitar o máximo que puder. Quem sabe passar os quarenta, é um objetivo que tenho», assegurou, deixando a certeza de que, quando terminar a carreira, «quero continuar ligado ao futebol».

Coronavírus: Laboratório Militar está a produzir 2.000 litros de gel desinfetante por dia

Segundo uma informação do Ministério da Defesa Nacional, “desde o início de fevereiro que o Laboratório Militar de Produtos Químicos e Farmacêuticos (LMPQF) aumentou a produção de desinfetante para fazer face ao expectável aumento de procura”, tendo duplicado a produção para 2.000 litros.

E “para conseguir corresponder às solicitações do Serviço Nacional da Saúde, encontra-se em curso a aquisição de novos equipamentos e a constituição de uma nova equipa de produção”, lê-se ainda numa nota, em resposta a perguntas da agência Lusa.

Noutra área, nos testes, o “procedimento laboratorial” do Laboratório de Defesa Biológica para a deteção do coronavírus “em amostras biológicas”, está “na fase de validação junto do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA)”, ainda segundo a mesma informação.

O processo de validação desta técnica “implica o envio para o INSA de cinco amostras positivas e cinco amostras negativas que, depois de confirmadas pelo Laboratório de Referência Nacional”, o INSA, darão “autonomia ao Exército para a deteção” do novo coronavírus.

“Esta técnica laboratorial será efetuada com ‘kits’ comerciais, validados para a deteção do SARS-CoV-2, estando prevista nesta fase a capacidade para analisar 4.000 amostras”, lê-se ainda na nota do Ministério da Defesa Nacional.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 400 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram cerca de 18.000.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, há 33 mortes, mais 10 do que na véspera, e 2.362 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que regista 302 novos casos em relação a segunda-feira (mais 14,7%).

O país encontra-se em estado de emergência até às 23:59 de 02 de abril.

CHMA: Jornal divulga fotografia de profissionais com sacos de plástico vestidos

O Jornal Expresso divulgou, esta terça-feira, que há profissionais no Centro Hospitalar do Médio Ave que andam a vestir sacos de plástico como método de proteção ao covid-19.

A publicação, através do testemunho de uma profissional do CHMA, relata o que terá acontecido na manhã desta terça-feira, devido à alegada falta de material na unidade de medicina de Santo Tirso, num momento em que a equipa de serviço se debatia com vários casos suspeitos de covid-19.

Metemos um saco na cabeça por cima da máscara, da touca e dos óculos e enfiamo um saco grande em cada perna que depois apertamos na coxa com adesivo

Testemunho de uma profissional de saúde ao jornal Expresso

O SINTAP – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e Entidades com Fins Públicos, confirma ter recebido denúncias destes casos e a delegada Célia Moura acrescenta que “a falta de material tem sido recorrente”.

A administração do CHMA já se pronunciou, numa resposta enviada ao Expresso, os responsáveis negam a acusação da escassez de equipamentos.

O CHMA não teve, até ao momento, qualquer rutura de stocks de EPI’s (equipamento de proteção individual) e está a ser abastecido por fornecedores próprios e pela ARSN

 

 

Layoff na Coindu: 2300 trabalhadores em casa

A empresa Coindu, que produz têxteis para automóveis das marcas Porsche, Seat, Lamborghini e Mini em duas fábricas nos concelhos de Arcos de Valdevez e de Famalicão, vai colocar 2300 trabalhadores em layoff.

São 2300 pessoas que ficam em casa até 27 de Abril, segundo disse a empresa aos trabalhadores. Vão receber dois terços do salário-base, com 70% pago pela Segurança Social, conforme determinam as regras.

Fonte: Público

Coronavírus: Hospitais privados prontos a receber doentes para aliviar SNS

“Se, até ao momento, e sempre de acordo com as orientações da DGS, os doentes covid-19 recebidos nos hospitais privados tinham que ser encaminhados para hospitais do SNS [Serviço Nacional de Saúde] se necessitassem de internamento, a partir de agora, e ‘dentro das possibilidades de cada hospital, os hospitais privados assegurarão o internamento dos seus doentes diagnosticados com covid-19 e cujo internamento se justifique clinicamente. O mesmo acontecerá com os cuidados intensivos’”, lê-se num comunicado da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), que cita o seu presidente, Óscar Gaspar.

No comunicado, a associação justifica as novas orientações para o setor privado com o cumprimento da norma da DGS para a fase de mitigação, que se inicia às 00:00 de 26 de março, a qual determina que o modelo de abordagem aos doentes de covid-19 passa a ser aplicável às unidades de “todo o sistema de saúde”.

No comunicado de hoje, a APHP reitera que os hospitais privados estão disponíveis para, incondicionalmente, participarem no esforço nacional de combate a este vírus, realizando a necessária articulação com o SNS, tal como é do conhecimento da DGS e da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS)”.

“Os hospitais privados ‘estão também disponíveis para receber, cuidar e internar utentes que libertem os hospitais do SNS para o tratamento das pessoas infetadas com covid-19, quer no que respeita a espaço, quer no que respeita a meios humanos e técnicos. Os hospitais privados participam incondicionalmente no esforço de saúde e farão a necessária articulação com o SNS, tal como é do conhecimento da DGS e da ACSS’”, lê-se no comunicado.

Em Portugal, há 33 mortes, mais 10 do que na véspera, e 2.362 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que regista 302 novos casos em relação a segunda-feira (mais 14,7%).
Dos infetados, 203 estão internados, 48 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 22 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 2 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 2 de abril.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, já infetou mais de 400 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram cerca de 18.000.

Apagão Covid-19: Faltam infetados no relatório da DGS divulgado esta terça

A Direção Geral da Saúde lançou, pela primeira vez, no boletim diário que emite sobre as vítimas do covid-19, uma tabela onde é possível perceber o número de infetados em cada um dos concelhos do território nacional.

Minutos depois dessa comunicação, o Diário do Minho denunciou aquilo que aparenta ter sido um apagão na base de dados da DGS. O jornal de Braga comparou os números do boletim com os que foram já avançados pelas autarquias locais.

Braga: DGS 21 infetados | Autarquia 52 infetados

Guimarães: DGS 15 infetados | Autarquia 26 infetados

Esposende: DGS 0 infetados | Autarquia 3 infetados

Fonte: Diário do Minho

Em Vila Nova de Famalicão também se verifica uma situação idêntica, a Direção Geral da Saúde avançou às 13h00 com 12 infetados no concelho quando, fonte oficial contactada pela Cidade Hoje, garantiu a existência de mais 35 pessoas, perfazendo um total de 47 infetados pelo covid-19.

Atualização: Entretanto, a uma outra publicação do distrito, a DGS garantiu que não existiu nenhum apagão. Esta entidade governamental esclareceu que ainda está a “afinar” o sistema informático onde se encontra a base de dados com os dados dos doentes. Neste primeiro relatório só terão entrado os casos onde a localização geográfica dos infetados estava confirmada; algo que nem sempre acontece.