Ideias que podem gerar empresas têm palco na Casa da Juventude

Um conceito de fast food saudável – “Noodles Bar” – com influência asiática, da autoria de André Cunha e Patrícia Sousa, é uma das cinco ideias empreendedoras que, a partir de outubro, ficará instalada no novo espaço de incubação de ideias e de coworking da Casa da Juventude à procura da gestação empresarial.

O pitch final da primeira edição do “Viveiro de Ideias Gerador” – assim se chama o novo espaço e o concurso de ideias lançado pelo pelouro da Juventude e pelo Famalicão Made IN – decorreu esta quarta-feira, na Casa da Juventude, numa sessão que contou com o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e para qual foram selecionados 7 dos 12 projetos participantes.

Os cinco projetos vencedores entram agora na terceira fase do programa, tendo, no prazo de um ano, a oportunidade de testar e aplicar as suas ideias, realizando-as e colocando-as em prática. No caso de se tratar de um evento a saída da incubadora acontecerá após a realização do mesmo. Se estiver em causa a criação de uma empresa ou associação, a saída da incubadora acontecerá no momento da constituição da mesma, podendo posteriormente manter o acompanhamento do Gabinete de Apoio ao Empreendedor do Município e, em caso de possibilidade, integrar uma das incubadoras Famalicão Made IN.

Os promotores das ideias inseridas no “Viveiro de Ideias Gerador” dispõem de um conjunto de apoios, sem quaisquer custos, para o desenvolvimento, maturação e estruturação das mesmas.

Estimular atitudes e competências empreendedoras e criativas e apoiar os jovens ao nível de conhecimentos, metodologias e instrumentos relacionados com a criação e desenvolvimento de ideias/projetos inovadores são alguns dos objetivos do programa “Viveiro de Ideia Gerador”.

Pedome: Acusado de tentar matar mulher alega que apenas se quis defender

O homem de 43 anos que está acusado de tentar matar por asfixia a patroa, num bar em Pedome, Famalicão, por esta não se querer envolver com ele, alegou em tribunal que apenas se quis defender de um ataque de fúrias da vítima.

O arguido disse que a vítima “parecia um demónio” e que o ameaçou matá-lo, começando por o tentar agredir com um copo e ter dado joelhadas.

Estava sempre a pedir-lhe para parar mas ela parecia que estava possuída. Apenas lhe encostei uma mão ao pescoço para me defender. Tive que usar um bocado de força. Quando vi que ela ficou parada, quieta, fiquei em pânico.

Sublinhou que nunca teve intenção de “fazer mal” à vítima e que “só a queria parar”.

Em resultado das agressões, a vítima, de 38 anos, que já tinha problemas graves de visão, ficou cega, tendo ainda sofrido perda parcial grave da audição. Ficou com incapacidade total para o trabalho.

O arguido disse ainda que mantinha uma “relação afetiva e próxima” com a vítima mas que, por vontade dela, nunca assumiram publicamente um namoro.

Admitiu que tinha “uma pontinha de ciúmes” e que insistia num relacionamento mais sério.

Também ouvida na sessão de hoje do julgamento, a vítima disse que nunca houve qualquer relacionamento amoroso entre ambos, embora o arguido fizesse questão de “publicitar” esse relacionamento entre amigos e colegas de trabalho.

“Éramos amigos, não tive nenhuma relação afetiva com ele”, afirmou.

Disse que o arguido a controlava e lhe enviava mensagens a toda a hora, o que a levou a bloqueá-lo no telemóvel e no “Messenger”, e negou qualquer agressão ao arguido.

Segundo a acusação, completamente corroborada pela vítima, os factos ocorreram na tarde de 03 de julho de 2018, num bar explorado pela vítima e onde o arguido trabalhava aos fins-de-semana.

O arguido “foi manifestando intenção de namorar” com a vítima e ficou “obcecado” por ela, dizendo mesmo a amigos e colegas de trabalho que ela era sua namorada.

No entanto, a vítima nunca terá aceitado qualquer relacionamento com o arguido.

Ainda de acordo com a acusação, no dia dos factos, numa altura em que estava sozinho com a vítima no bar, o arguido, e ainda segundo a acusação, decidiu matá-la, tendo-lhe desferido uma “violenta pancada” num ouvido com uma garrafa, seguindo-se um “violento murro” num olho.

Terá agredido ainda a vítima com um manípulo da máquina do café, atirou-a ao chão e tentou asfixiá-la, com um saco plástico, uma corda e um pau.

Alegadamente, a vítima fingiu estar morta e só então o arguido desistiu das agressões.

O arquido terá, então, tirado 200 euros que a vítima tinha no bolso, e levado um telemóvel e ainda 80 euros que havia na caixa e abandonou o bar, trancando todas as portas.

A vítima terá conseguiu arrastar-se até uma janela e gritou por auxílio, tendo sido socorrida pela GNR e bombeiros.

O arguido alegou que pensou que a vítima “estava morta”, que ficou desesperado e que pegou em 80 euros da caixa registadora “para fugir”.

Disse ainda que levou também o telemóvel da vítima para “ler as mensagens”, negando que tivesse trancado a porta.

O arguido responde pelos crimes de homicídio agravado, na forma tentada, e de roubo agravado.

TVI24

Vaz Pinto regressa para treinar sub-23 do FC Famalicão

Depois uma passagem, na época 2016/2017, como director desportivo, Vaz Pinto está de regresso ao FC Famalicão. Vem para assumir o comando técnico da equipa de sub-23, que compete na Liga Revelação.

Depois das passagens por Angola, ao serviço do Recreativo Libolo, e pela Etiópia, onde venceu a Supertaça e a Addis Ababa City Cup, ao serviço do St. George, o treinador aceitou o desafio lançado pela SAD do FC Famalicão para comandar a equipa de sub-23 que soma apenas três pontos em seis jornadas.

Concerto de Dillaz em Famalicão cancelado

Foi cancelado devido à previsão de mau tempo, o concerto agendado para este fim de semana do artista Dillaz, em Vila Nova de Famalicão.

A Câmara Municipal de Famalicão promete anunciar nova data em breve.

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PASEC vence pela segunda vez Prémio Solidário 2019

A PASEC – Plataforma de Animadores Socioeducativos e Culturais venceu o Prémio BPI Solidário 2019 para a área juvenil.

Entre centenas de associações candidatas, a PASEC foi valorizada pelo projeto de promoção do sucesso escolar e de capacitação dos jovens em risco social.

Segundo Abraão Costa, secretário geral da associação que tem sede em Vila Nova de Famalicão, este prémio reconhece o trabalho da PASEC ao longo dos últimos anos.

O prémio, que foi entregue em cerimónia que decorreu esta quarta-feira, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, é de 40 mil euros e esta é a segunda vez que a instituição famalicense vence este concurso de âmbito nacional.

Esta foi a 4ª edição do Prémio Solidário. Lançado pelo BPI e a Fundação “la Caixa”, este prémio visa apoiar projetos que promovam a transição e reinserção na vida ativa de jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social, bem como a promoção das suas necessidades básicas.