SAD do Leixões reage a cenas de pancadaria e acusa adeptos do F.C.Famalicão

Depois de divulgadas, na tarde deste sábado e em exclusivo pela Cidade Hoje, as imagens das agressões a um adepto com um cachecol do Futebol Clube de Famalicão, protagonizadas por um grupo de indivíduos, a SAD do Leixões S.C. reagiu ao sucedido atribuindo responsabilidades aos adeptos do clube da casa.

O comunicado surgiu na página Leixões SAD no facebook.

https://www.facebook.com/leixoessadoficial/posts/1006930089511280

Do Futebol Clube de Famalicão ainda não houve nenhuma reação face ao sucedido. A Cidade Hoje tem tentado vários contactos com a administração do clube mas sem sucesso.

VÍDEO: Adepto do F.C.Famalicão brutalmente agredido por grupo de pessoas

Um adepto do Futebol Clube de Famalicão foi agredido por um grupo de homens, em plena Avenida Rebelo Mesquita, no centro de Vila Nova de Famalicão, momentos antes do início do F.C.Famalicão x Leixões S.C, na tarde deste sábado.

Os agressores só foram travados com a chegada da polícia, como provam as imagens enviadas para a nossa redação.

Desconhece-se o motivo que terá originado a agressão.

ASAE suspende 12 parques infantis desde o início do ano

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) suspendeu 12 parques infantis desde o início do ano por falta de seguro de responsabilidade e inconformidade com os requisitos de segurança, anunciou hoje o organismo.

De acordo com um comunicado, desde o início de 2018 foram fiscalizados 215 espaços de jogo e recreio (parques infantis), tendo sido instaurados 74 processos de contraordenação.

A inexistência ou insuficiência de informações úteis obrigatórias, irregularidades relativas, irregularidades relativas ao livro de manutenção do espaço, inexistência ou insuficiência do seguro de responsabilidade civil, a falta de conformidade com os requisitos de segurança, a não manutenção dos equipamentos e superfícies de impacto são as causas mais comuns que estão na origem das contraordenações.

Bombeiros voluntários abandonam estrutura da Proteção Civil em protesto contra diploma do Governo

A Liga dos Bombeiros Portugueses decidiu, em Santarém, “abandonar de imediato” a estrutura da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), um “corte radical” de protesto contra os diplomas sobre as estruturas de comando aprovados pelo Governo.

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), Jaime Marta Soares, disse aos jornalistas que, de imediato, os bombeiros deixam de participar na estrutura da ANPC, “não ouvindo nada do que dizem os CODIS (comandantes distritais operacionais)”, bem como em todos os eventos em que estejam representantes desta entidade ou membros do Governo, podendo mesmo “não participar no dispositivo dos incêndios florestais”.

Em causa estão as propostas aprovadas pelo Governo em 25 de outubro, na área da proteção civil, com a maior contestação centrada nas alterações à lei orgânica da Autoridade Nacional de Emergências e Proteção Civil, futuro nome da atual ANPC, reivindicando a LBP uma direção nacional de bombeiros “autónoma independente e com orçamento próprio”, um comando autónomo de bombeiros e o cartão social do bombeiro.

Marta Soares assegurou que esta atitude dos bombeiros não porá em causa a segurança e o socorro aos portugueses, garantindo que estes continuarão a funcionar “exatamente na mesma”.

“Nós sabemos organizar-nos em termos de comandos, nós tínhamos as nossas zonas operacionais, que nos retiraram e que estamos fartos de propor para serem repostas, que são ferramentas fundamentais para o enquadramento de uma estrutura de comando”, afirmou no final de uma reunião que se realizou na manhã de hoje no Centro Nacional de Exposições, em Santarém, e cujas decisões serão sufragadas num congresso nacional.