Operação Verão Seguro da GNR reforçada

A GNR vai reforçar este verão, em todo o país, as ações de patrulhamento e apoio, especialmente em zonas de praias, festas, romarias, eventos de grande dimensão e principais eixos rodoviários, informou esta sexta-feira esta força de segurança.

No âmbito da operação Verão Seguro 2018, estará ativo o programa Chave Direta, para garantir a segurança das residências habituais dos cidadãos que se encontram de férias, através da realização de ações de patrulhamento junto daquelas casas na ausência dos seus proprietários. A adesão ao programa Chave Direta deve ser solicitada pelo menos 48 horas antes da ausência dos proprietários da residência, através do registo disponível ‘online’ em Verão Seguro ou no posto da GNR da sua área de residência.

Nos últimos dois verões, foram registadas 3.278 residências no programa sem nenhuma ocorrência. Também no âmbito da operação Verão Seguro, a GNR realiza o programa Turismo Seguro, para promover o apoio, a segurança e o combate ao crime contra o turista, nacional ou estrangeiro. Com este programa, pretende a GNR contribuir para uma estadia pacífica para quem visita Portugal, além de garantir o reforço de patrulhamento especializado com vista ao atendimento, acolhimento e encaminhamento destes cidadãos em específico. Os militares desenvolverão ainda ações de informação e sensibilização aos turistas, com a intenção de prevenir os potenciais riscos e perigos durante a sua estadia em Portugal.

Para promover e facilitar o policiamento de proximidade com os turistas e no âmbito da cooperação internacional, a GNR irá contar com a presença permanente de três militares da Guardia Civil espanhola e três militares da Gendamarie Nationale francesa, para a realização de patrulhamento misto, nas zonas balneares mais turísticas do Algarve, Lisboa e Setúbal, nos meses de julho e agosto. A GNR vai também reforçar o patrulhamento nas zonas turísticas espanholas e francesas mais frequentadas pelos portugueses, como Pontevedra (Espanha) e Landes e Estancarbon (França), por intermédio de sete militares. Haverá ainda um reforço do patrulhamento misto com a Guardia Civil, em território português e espanhol, junto às zonas fronteiriças, em eventos de maior dimensão.

UMinho acolhe summer school de apoio à reconstrução da Síria

A Escola de Arquitetura da Universidade do Minho reúne de 18 a 28 de julho, em Guimarães, uma centena de estudantes, docentes e profissionais de várias áreas disciplinares na Summer School “Rebuilding Syria from Within”. Os participantes vão ser convidados a refletir e explorar soluções que possam contribuir para a reconstrução de algumas das cidades sírias mais afetadas pela guerra. Esta iniciativa é organizada pela Plataforma Global para Estudantes Sírios, pela UMinho e pela Universidade IUAV de Veneza (Itália), com o apoio da United Nations Economic and Social Commission for Western Asia – National Agenda for Syria. O período de inscrição decorre até ao dia 27 de junho.

Os participantes, ligados aos domínios da arquitetura, engenharia, planeamento urbano e arquitetura paisagista ou com especial interesse naquela região, vão dedicar oito horas por dia a trabalhos de atelier, conferências e atividades sobre a cultura síria. Pretende-se com isso levá-los a aprofundar e debater os temas complexos que a reconstrução da Síria coloca. Deseja-se também que os inscritos adquiram conhecimentos relacionados com a respetiva área de especialização e sejam devidamente contextualizados na problemática mais abrangente da reconstrução, para virem a desempenhar um papel ativo no processo. Esta ação procura ainda incentivá-los ao envolvimento em projetos de cariz científico, nomeadamente em teses de mestrado e de doutoramento, entre outros objetivos.

Deste programa destaca-se a realização de um workshop com dez equipas dedicadas a diferentes cidades da Síria, nomeadamente Homs, Daraa, Raqqa e Deir-ez-Zor. Cada grupo terá que desenvolver propostas de reabilitação de determinada área, integrando questões sociais e urbanas, como a estrutura de espaços públicos e infraestruturas coletivas, a reedificação de instalações de saúde e educação, a inclusão da vegetação no ambiente construído, o acesso a transportes públicos e a reciclagem de escombros. Os ateliers serão orientados por uma equipa que integra um professor e dois tutores, um dos quais sírio. Os projetos serão expostos na Escola de Arquitetura da UMinho no final da formação.

A Summer School prevê ainda um programa complementar articulado com a cidade vimaranense, que integra exposições, visitas de estudo, música, poesia, um concurso de fotografia e uma noite de cinema sírio no Largo de Oliveira, localizado no centro de Guimarães.

Rui Pedro Silva vence pela terceira vez

Pela primeira vez a Corrida de S. João realizou-se à noite e no final a opinião entre os atletas era unânime. O modelo, sobretudo na passagem pelo centro da cidade, engalanada com a iluminação de S. João, resultou e a multidão que se juntou nesse perímetro entusiasmou os corredores, alguns deles confessaram no final que só no estrangeiro correram perante tamanha plateia.

Esta quinta edição da prova bracarense teve Rui Pedro Silva (Sporting) e Mónica Silva como vencedores, numa corrida que juntou 2500 participantes. Na prova masculina Rui Pedro Silva somou o seu terceiro triunfo na prova de S. João, juntando 2018 a 2014 e 2015. No final, o fundista estava feliz. «Quando entro para uma competição dou sempre o melhor para conseguir vencer e este ano venci outra vez. Esta prova teve muito público e isso motiva muito os atletas», disse. Do lado feminino, Mónica Silva estava radiante com o triunfo. «Estou muito feliz. Fiz sete provas da Runporto e somei sete vitórias consecutivas. Comecei bem o ano e estou a acabar a época muito bem», começou por referir. As palavras seguintes da vencedora foram para o ambiente que rodeou esta prova. «O público esteve incrível. Não faltou nada. Gostei muito da prova à noite. Estive cá em 2016 e corri de dia mas prefiro que a prova seja à noite. É magnífico. Vou festejar o S. João», salientou.

Fonte: Diário do Minho

 

Médicas do Centro Hospitalar Médio Ave vencem prémio

A primeira autora, Sara Rolim, médica que está a fazer o internato de especialidade no Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar do Médio Ave, e a autora sénior, Fernanda Carvalho (médica pediatra do CHMA), foram também distinguidas com o prémio “Pierre-Fabre”, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Pediatria, que tem como objetivo apoiar a deslocação para apresentação de estudos de Pediatria em Congressos Internacionais fora de Portugal durante o ano 2017. O estudo Asthma exacerbation attendances in a pediatric emergency department”foi apresentado no Pediatric Allergy and Asthma Meeting2017, em Londres.

Os Prémios Pierre-Fabre – Sociedade Portuguesa de Pediatria destinam-se a galardoar e incentivar a apresentação de trabalhos de investigação efectuados por Pediatras Portugueses ou Internos de Pediatria em Congressos Internacionais fora de Portugal.

A entrega realizar-se-á em sessão própria, no decurso do próximo 19º Congresso Nacional de Pediatria, que se vai realizar no Centro de Congressos do Estoril.

Famalicão recua no tempo e vive Feira Medieval e Viking

De 5 a 8 de julho, Vila Nova de Famalicão volta a recordar a passagem e presença dos Vikings no território famalicense, em mais uma edição da Feira Medieval e Viking.

Depois do êxito alcançado nos últimos anos, a iniciativa, que é promovida pela Escola Profissional CIOR em parceria com a Câmara Municipal, ganha a partir deste ano uma nova periodicidade, passando a realizar-se anualmente.

“É uma iniciativa que traz milhares de pessoas à cidade e que permite um reencontro com a nossa história e identidade. Proporciona a todos os famalicenses um tempo de qualidade não só ao nível do lazer, como também ao nível do contacto com a História do concelho, da região e do país”, assinala, a propósito, o autarca famalicense Paulo Cunha.

Ao todo participam nesta recriação histórica cerca de meio milhar de figurantes – a esmagadora maioria alunos da CIO – que ao longo dos quatro dias do evento recriam o ambiente medieval e viking, com músicos, atores, malabaristas, acrobatas, cavaleiros, bailarinas, mercadores, entre outras personagens alusivas à época.

Além da programação, que apresenta como ponto alto o momento do “assalto ao castelo” (dias 6,7 e 8), durante os quatro dias de feira os visitantes poderão usufruir de uma forma permanente do mercado medieval; jogos medievais e vikings; figurantes da época; música da época; exposição de animais de grande e pequeno porte; exposição de artefactos de tortura e morte; recriação da aldeia do povo europeu e viking; recriação da aldeia dos leprosos; animações por todo espaço.

A Feira vai decorrer nos jardins da Praça D. Maria II, bem no centro da cidade, e assume-se como uma oportunidade única para contactar de perto com a cultura dos povos oriundos do norte da Europa e de conhecer a sua relação com o concelho famalicense.

A presença Viking no território de Vila Nova de Famalicão é irrefutável e faz parte da identidade territorial, estando devidamente registada nos “Annales Portucalenses Veteres”, que relatam uma incursão de normandos (“homens do Norte”), a 6 de setembro de 1016, no território que hoje é o concelho de Vila Nova de Famalicão.

Programa completo em www.vilanovadefamalicao.org/_feira_medievalviking.

Horário da Feira

  • Dia 05, quinta-feira, das 19h00 às 22h30
  • Dia 06, sexta-feira, das 10h00 às 01h00
  • Dia 07, sábado, das 10h00 às 01h00
  • Dia 08, domingo, das 10h00 às 22h30