Do Porto a Vigo por 5,25 euros

Até junho deste ano, estão disponíveis quinze mil viagens de comboio Celta entre Porto e Vigo a 5,25 euros cada uma. Na ligação entre Porto e Santiago de Compostela, através do enlace em Vigo, o preço é de 10.30 euros.

A promoção é da CP – Comboios de Portugal e a RENFE que quer dar continuidade ao sucesso da campanha anterior, lançada em outubro de 2021, que contribuiu para que o comboio Celta ultrapassasse, nos dois últimos meses do ano, a procura registada no período homólogo de 2019 (pré-pandemia).

Esta promoção permite também apoiar as deslocações para Santiago de Compostela, cidade que prolongou as comemorações do Ano Jacobeu – iniciadas em 2021 – até ao final de 2022, devido à situação de pandemia.

A CP recomenda aos seus clientes a consulta de informações mais detalhadas em cp.pt ou através da Linha de Atendimento – 808 109 110 (custo de uma chamada para a rede fixa nacional).

Luís Montenegro não vai fazer férias no verão para acompanhar a atividade do governo

Luís Montenegro mantém-se ao serviço e prescinde de férias este verão

Luís Montenegro decidiu não tirar férias durante o verão. De acordo com informação avançada pela agência Lusa, o primeiro-ministro vai permanecer em funções, assegurando a coordenação da atividade do Governo e mantendo igualmente a agenda enquanto presidente do PSD.

Entre os compromissos já confirmados estão a participação na Festa do Pontal, marcada para 14 de agosto, e na Universidade de Verão do PSD, que decorre entre 24 e 30 de agosto, em Castelo de Vide.

A opção surge depois das críticas da oposição pelas deslocações do chefe do Governo aos Estados Unidos para assistir a jogos da Seleção Nacional no Mundial de Futebol, numa altura em que Portugal se encontrava em situação de alerta devido ao calor e ao risco de incêndios.

Famalicão: Presidente da ANESPO considera que os decisores são fundamentais na afirmação das escolas profissionais

Na passada semana, no decurso das Jornadas Pedagógicas da Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), Amadeu Dinis salientou que o Ensino Profissional está a ganhar uma nova centralidade no sistema educativo nacional. O famalicense que preside à ANESPO entende, por isso, que é fundamental que os decisores políticos continuem a assegurar a sustentabilidade financeira, organizacional e funcional das escolas profissionais face à importância e especificidade dos projetos educativos nos seus territórios, regiões e país.

As Jornadas Pedagógicas decorreram entre 9 e 10 de julho, na Escola de Turismo de São Pedro Sul, subordinadas ao tema “Ensino Profissional + Flexível + Inclusivo: com o CNQ e os CTE na bagagem”.

O também diretor da Escola Profissional CIOR considerou, ainda, que o encontro «foi um momento particularmente importante para refletirmos, em conjunto, sobre os desafios atuais e futuros e sobre as respostas que as escolas devem continuar a construir». Acrescentou que com esta iniciativa, «a ANESPO pretende promover um espaço de reflexão e partilha em torno da flexibilidade curricular, da inclusão e da valorização das competências. Estas são dimensões essenciais para preparar melhor os alunos, responder às necessidades dos territórios e reforçar o papel do Ensino Profissional no desenvolvimento do país»

Com 300 participantes, de mais 100 Escolas Profissionais de todo o país, as Jornadas Pedagógicas tiveram, segundo a associação, uma particular relevância num momento em que o Ensino Profissional em Portugal enfrenta novos desafios pedagógicos, organizacionais e tecnológicos. Durante os dois dias, coordenadores, docentes, especialistas e representantes institucionais ligados ao ensino e à formação profissional debateram estratégias para tornar as Escolas Profissionais mais flexíveis e inclusivas.

Está muito calor, proteja-se

Face à onda de calor, com temperaturas a chegar aos 40 graus, a Direção-Geral da Saúde (DGS) recomenda que se proteja e tome algumas precauções como beber pelo menos 1,5 litros de água, mesmo quando não tem sede; se possível permanecer em ambientes frescos e climatizados, em sombras, com circulação de ar, e manter janelas e estores fechados durante as horas de maior calor.

Também deve evitar a exposição direta ao sol e usar protetor solar superior a 30; utilizar roupas de cor clara, leves e largas, chapéu e óculos de sol; evitar atividades no exterior que exijam esforço físico; dar atenção especial a grupos mais vulneráveis ao calor, como crianças, idosos, doentes crónicos, grávidas; assegurar que as crianças bebam muita água; acompanhar pessoas que vivam isoladas; manter-se informado sobre a evolução das condições climatéricas.

Se apresentar sinais de alerta como suores intensos, febre, vómitos/náuseas, pulsação acelerada ou fraca deve contactar a SNS 24 através do número 808 24 24 24 ou o 112.

Taça da Liga terá novo modelo competitivo em 2027/2028

A terceira competição do futebol português voltará a mudar de formato na época 2027/2028. Ao contrário do que aconteceu na temporada passada, em que os seis primeiros classificados da I Liga defrontavam os dois primeiros classificados da II Liga, a prova passará a ser disputada num modelo de fase de liga, semelhante ao utilizado na Liga dos Campeões.

No novo formato, a competição vai contar com 26 equipas provenientes dos dois primeiros escalões do futebol português. Cada formação vai realizar dois jogos, um na condição de visitada e outro na de visitante. No final desta fase, as equipas apuradas disputam um play-off, do qual saem os clubes que garantem presença nos quartos de final, onde estão os emblemas participantes nas competições da UEFA.

Ultrapassada essa etapa, a prova regressa ao formato tradicional da Final Four, disputada no mês de janeiro, altura em que será conhecido o vencedor da Taça da Liga, muitas vezes apelidado de «campeão de inverno».

Ao todo, a Taça da Liga terá um máximo de 36 jogos.

Recorde-se que, na época 2026/27, o FC Famalicão defrontará o SC Braga nos quartos de final da competição.

Tiago Torres

Famalicão: Uma centena de jovens rumam a Santiago de Compostela para os XVI Jogos do Eixo Atlântico

Este domingo, cerca de uma centena de jovens rumam a Santiago de Compostela, Espanha, para participar nos XVI Jogos do Eixo Atlântico. A cerimónia de abertura acontece a 5 de julho, na Praça do Obradoiro, as competições arrancam no dia 6 e decorrem até 10 de julho na cidade galega.

A iniciativa desportiva vai contar com a presença de 2 mil jovens de 28 municípios do Norte de Portugal e da comunidade autónoma da Galiza, para cinco dias de competição, convívio e intercâmbio cultural.

Os Jogos do Eixo Atlântico abrangem cinco modalidades desportivas, inclusive modalidades individuais de desporto adaptado, entre elas: andebol, voleibol, basquetebol, natação e natação adaptada, atletismo e atletismo adaptado.

Esta edição traz novidades, nomeadamente a inclusão do voleibol masculino que vai permitir alcançar a igualdade de género em todas as modalidades desportivas presentes nos Jogos e vai deixar de existir futebol de 7, estando prevista a criação de um torneio específico desta disciplina.

A idade máxima de participação passa dos 16 para os 14 anos, à exceção do desporto adaptado, de forma a potenciar a deteção precoce de talento e favorecer o desenvolvimento desportivo dos mais jovens.

Famalicão vai estar representado por 97 jovens atletas em todas as modalidades, à exceção do voleibol masculino, acompanhados por 12 técnicos e 10 delegados.

Os Jogos do Eixo Atlântico são uma das iniciativas mais emblemáticas de cooperação entre a Galiza e o Norte de Portugal, promovendo valores como o convívio, a integração, a igualdade e o intercâmbio cultural através do desporto. Estão enquadrados no projeto Fénix, cofinanciado pelo Programa Interreg Espanha-Portugal (POCTEP) 2021-2027.

Estado condenado a pagar indemnização a antigo Primeiro Ministro

O Estado português foi condenado a pagar uma indemnização de 15 mil euros a José Sócrates, na sequência da violação do segredo de justiça durante a investigação da Operação Marquês. A decisão foi tomada pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa.

O antigo primeiro-ministro reclamava uma compensação de 205 mil euros, alegando prejuízos causados pelas fugas de informação, pela duração do processo e pelos comunicados divulgados pela Procuradoria-Geral da República. No entanto, o tribunal apenas considerou procedente a queixa relacionada com a quebra do segredo de justiça.

A sentença conclui que houve divulgação de informação sobre a detenção de José Sócrates, em novembro de 2014, quando o processo ainda se encontrava em segredo de justiça, situação que o tribunal entendeu ter provocado danos não patrimoniais.

Já os restantes pedidos foram rejeitados. O tribunal concluiu que a duração da investigação se justificava pela complexidade do processo e considerou que os comunicados da Procuradoria-Geral da República tiveram um caráter meramente informativo, não existindo fundamento para responsabilizar o Estado nesses casos.

Apesar de ter conseguido uma decisão favorável neste ponto, José Sócrates terá de suportar cerca de 93% das custas do processo, uma vez que apenas uma parte reduzida da ação foi julgada procedente