Drible distinguida como Agência do Ano Portugal (Design) e Agência do Ano Lusófona (Design) nos Prémios Lusófonos da Criatividade

A Drible, Agência de Marketing, Branding e Web, volta a brilhar nos Prémios Lusófonos da Criatividade, desta vez com distinções históricas. Na gala realizada no passado dia 25 de junho de 2025, em Lisboa, a agência conquistou o título de Agência do Ano Portugal na categoria de Design pelo segundo ano consecutivo, e alcançou, pela primeira vez, o reconhecimento como Agência do Ano Lusófona.

Com um total de 9 bronzes arrecadados em projetos de design, a Drible volta a afirmar-se como uma referência na comunicação de marcas em Portugal e no universo lusófono.

“Este reconhecimento é o reflexo da consistência, da criatividade e da dedicação diária da nossa equipa. Ser Agência do Ano em Portugal novamente e, agora, também no contexto lusófono, representa um marco muito especial na história da Drible”, afirma Vítor Brandão, CEO da agência.

Entre os projetos distinguidos com bronze nesta edição estão:

  • Famatour & Cruise Lovers

  • Restaurante Tertúlia

  • Doce Mar

Estes prémios reforçam o posicionamento da Drible como uma agência criativa, próxima das marcas e com um olhar estratégico sobre o design como motor de diferenciação.

Desde o início de 2025, a Drible já conquistou um total de 33 prémios nos Prémios Lusófonos da Criatividade, incluindo distinções de ouro, prata e bronze nas categorias de Branding, Rebranding, Design Corporativo, Imagem Corporativa, Web, entre outras — um reconhecimento contínuo da qualidade, consistência e impacto dos projetos que tem vindo a desenvolver.

Os Prémios Lusófonos da Criatividade, promovidos pelo Lisbon Awards Group, distinguem anualmente as melhores agências e projetos de comunicação realizados nos países de língua portuguesa. São um dos maiores reconhecimentos criativos do setor na região lusófona.

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Famalicão: Antiga filial da Mabor em Angola está à venda por 6 milhões de euros

As antigas instalações da Manufatura Angolana de Borracha (Mabor-Angola), empresa criada como filial da histórica Mabor de Lousado, em Vila Nova de Famalicão, foram colocadas à venda em leilão eletrónico pelo Estado angolano, com um preço base de 6,5 mil milhões de kwanzas, o equivalente a cerca de seis milhões de euros.

Localizada no município do Cazenga, em Luanda, a antiga unidade industrial ocupa uma área de cerca de 64 mil metros quadrados e integra o edifício fabril, armazéns, oficinas, áreas técnicas, refeitório, portaria e outras infraestruturas de apoio.

A Mabor-Angola foi criada como filial da Mabor, empresa fundada em 1940 em Vila Nova de Famalicão e pioneira da indústria de pneus em Portugal. A fábrica angolana iniciou atividade na segunda metade da década de 1960, em regime de exclusividade para o fabrico de pneus e câmaras de ar destinados ao mercado local.

Após a independência de Angola, em 1975, a empresa foi nacionalizada e a produção acabou por terminar no final da década de 1980, devido à falta de matérias-primas e à degradação das instalações.

Em 2023, o Presidente de Angola, João Lourenço, aprovou o fim da empresa por considerar que já não reunia condições para cumprir os objetivos para os quais foi criada.

Imagem: cockpitautomovel.com

Famalicão: TMG faz parte de consórcio internacional para eliminar emissões na indústria automóvel

Segundo o Executive Digest, a TMG Automotive faz parte do consórcio internacional Mission 0 House. Trata-se de uma iniciativa da Polestar e da Lindholmen Science Park que reúne empresas, universidades e centros de investigação para acelerar a transição para uma indústria automóvel com neutralidade climática.

Enquanto especialista em superfícies automóveis e soluções de materiais, sendo uma das maiores fabricantes europeias de interiores para a indústria automóvel, a TMG Automotive aporta a este projeto a sua experiência e capacidade de inovação para acelerar o desenvolvimento de soluções mais alinhadas com a mobilidade do futuro.

O consórcio, que visa a colaboração entre parceiros industriais e académicos da Suécia e de Portugal, está focado no desenvolvimento de soluções inovadoras em áreas como biomateriais, têxteis sustentáveis, materiais recicláveis, aço de emissões ultra-reduzidas e tecnologias de reutilização de CO₂.

Ainda segundo o Executive Digest, o Mission 0 House pretende funcionar como um ecossistema colaborativo de inovação aplicada, promovendo a ligação entre ciência e indústria para acelerar a criação da próxima geração de materiais sustentáveis para o setor automóvel. A TMG Automotive tem como objetivo alcançar a neutralidade carbónica em 2039, uma meta anunciada pela empresa em 2022.

 

Famalicão: Fim de semana com várias propostas do “Produto que é Nosso”

Até domingo, a Praça D. Maria II recebe o mercado “Produto que é Nosso” que reúne um conjunto de propostas que pode apreciar e degustar. Tratam-se de produtos de produtores locais, protagonistas com o Selo Famalicão Made IN, sendo uma oportunidade para conhecer o que de melhor se produz no concelho.

O mercado está aberto até às 21 horas desta sexta-feira; no sábado pode ser visitado entre as 10 e as 21 horas e no domingo até às 19 horas.

Vinhos, queijos, licores, compotas, doces e fumeiro são propostas que pode encontrar neste mercado “Produto que é Nosso”.

Famalicão: Mostra de Negócios celebra a iniciativa e o empreendedorismo local

A Casa do Empresário da ACIF recebeu, na tarde desta quinta-feira, uma Mostra de Negócios resultante do programa de capacitação “Descobre o teu Potencial Empreendedor”, promovido pelo CLDS 5G Ser Feliz em Famalicão. No evento, que funcionou como o momento de partilha e rede de contactos, os futuros empresários demonstraram como pretendem transformar ideias em modelos de negócios reais e sustentáveis.

Foram apresentados projetos inovadores e percursos de novos talentos locais que se preparam para dinamizar o mercado atual.

Ao longo das últimas semanas, os participantes do programa integraram um plano de formação intensivo focado no desenvolvimento de competências, tais como literacia financeira, marketing e desenvolvimento pessoal. «Acreditamos que o espírito empreendedor de Famalicão ganha uma nova força com estes projetos. O caminho que estes participantes percorreram é um exemplo claro de dedicação e resiliência», destaca a equipa de coordenação do CLDS 5G Famalicão.

Como prova da união de esforços entre as forças vivas do concelho para fixar e apoiar o talento local, o evento contou com a presença de Augusto Lima, vereador da Economia, Empreendedorismo e Inovação da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. O autarca acompanhou de perto as propostas dos participantes e sublinhou o compromisso do município com o desenvolvimento económico e a inovação social.

Os presidentes das juntas de freguesia de proveniência dos novos empreendedores também compareceram na sessão, fazendo prova, segunda a organização, «da proximidade e da importância que o poder local atribui à criação de valor e de novas oportunidades nos territórios do concelho».

Ainda segundo nota enviada à redação, a organização confere que com este evento o CLDS 5G Ser Feliz em Famalicão «reforça o seu papel ativo na inclusão, na capacitação e no estímulo à economia local, capacitando os famalicenses para os desafios de um mercado em constante evolução».

O Projeto CLDS 5G “SER… Feliz em Famalicão” coloca as pessoas no centro da transformação social. Com início em 2025 e fim em 2028, esta intervenção tem como eixo prioritário o emprego, formação e qualificação. A Câmara Municipal de Famalicão é a entidade promotora e sob a coordenação da ENGENHO– Associação de Desenvolvimento Local do Vale do Este, em articulação com as Comissões Sociais Inter freguesias de Vila Nova de Famalicão, é proposto um conjunto de ações integradas, desenhadas à medida do território e das potencialidades dos seus recursos locais.

Famalicão: PCP questiona governo sobre lay-off na Coindu

A pretexto da implementação do Lay-off na empresa Coindu, o Partido Comunista Português questionou a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre o que se passa nesta empresa famalicense. Quer saber se o Governo tem conhecimento e acompanha o processo; se a empresa tem continuado a receber apoios públicos e quais os valores a que ascendem os mesmos; se tem conhecimento dos lucros obtidos pela unidade da empresa em Joane e dos resultados líquidos positivos; que medidas tomou o governo para garantir a defesa dos postos de trabalho e dos direitos dos trabalhadores, considerando a atribuição de apoios públicos a esta empresa; e que medidas tomará para defender «os interesses e os direitos dos trabalhadores implicados».

O PCP lamenta que sejam os trabalhadores a «parte fragilizada» de uma política que, diz o partido, «entre os lucros ou os postos de trabalho, opta pela primeira».

Lembra o PCP que a Coindu pretende colocar quase 500 trabalhadores em lay-off. A mesma empresa, recorda o partido, que em 2025 realizou dois despedimentos coletivos na unidade de Joane. A situação agrava-se, diz, porque «apesar dos despedimentos levados a cabo, a empresa terá continuado a receber apoios públicos até dezembro de 2025, designadamente fundos do PRR para um projeto de produção de «componentes e acessórios para veículos a motor, no valor total de 3 910 000 de euros».

Famalicão: Lay-off da Coindu é para 493 trabalhadores, por seis meses e implementado de forma gradual

A Coindu, indústria de componentes têxteis para o setor automóvel, vai implementar um ‘lay-off’ a 493 trabalhadores de diferentes áreas da empresa. É para vigorar por seis meses, entre maio e novembro deste ano, e será implementado «de forma gradual e limitada, abrangendo trabalhadores sem ocupação efetiva ou afetados pelo setor em que trabalham».

A empresa de Joane, que emprega 752 pessoas, justifica a decisão com os desafios que tem enfrentado «devido à conjuntura global e à redução de encomendas do setor automóvel».

Em comunicado, a Coindu afirma que «mantém o compromisso de minimizar o impacto sobre os colaboradores» e diz acreditar na retoma da atividade em 2027, tendo em conta os projetos já assegurados. A empresa acrescenta que este ajustamento é necessário, tendo em conta a conjuntura, para garantir a sua sustentabilidade financeira e continuidade futura.

A empresa refere que a conjugação dos recentes eventos relacionados com as tarifas de importação nos principais mercados mundiais, como Estados Unidos e China, juntamente com os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente, «tem causado um impacto negativo na confiança do mercado». Acrescenta que este cenário tem-se repercutido na indústria automóvel, «afetando a atividade e a faturação da Coindu».

Por isso, «para responder ao excesso temporário de pessoal e à pressão financeira», a empresa vai implementar um ‘lay-off’.

A Coindu diz que a medida foi decidida e comunicada aos trabalhadores esta semana e que está «inserida no contexto do diálogo aberto e transparente que a administração vem mantendo com a organização, colaboradores e demais ‘stakeholders’ [partes envolvidas] ao longo de todo o processo de reestruturação.

Recorde-se que a descida das encomendas no setor já tinha levado a empresa a avançar com dois despedimentos coletivos no ano passado.