Mercadona reforça a qualidade das maioneses e torna embalagens mais sustentáveis

A Mercadona renovou a receita das seis maioneses da marca própria Hacendado, para melhorar o seu sabor, eliminando a acidez; melhorar a sua textura, tornando-a mais densa; e reduzir açúcares e eliminar conservantes, adicionando aromas naturais.

Além de renovar as receitas das maioneses, ideais para acompanhar, temperar e até para cozinhar pratos quentes ou frios, a Mercadona também melhorou as suas embalagens. Quatro das referências mudaram de uma embalagem de plástico para uma embalagem de vidro; e, por outro lado, o invólucro de plástico que cobria as outras duas embalagens foi eliminado, reduzindo a quantidade de plástico utilizada. O plástico da etiqueta também foi eliminado, passando a ser de papel e o da caixa expositora, é agora de cartão. Com esta redução de plástico, a marca poupa 900 toneladas de plástico por ano.

Máxima qualidade ao melhor preço

A Mercadona lançou a estratégia SPB (Sempre Preços Baixos) em 1993, após constatar que os produtos que mais se vendiam eram os que tinham a máxima qualidade ao melhor preço, sempre por essa ordem, e cujo custo não mudava constantemente. Durante todos estes anos, a empresa não deixou de apostar na qualidade continuando a oferecer ao “Chefe” (cliente) produtos individualmente diferenciados, segundo uma estratégia de consumo consciente e crítico, com critérios sociais e ambientais que perseguem um objetivo claro: garantir um consumo de produtos da máxima qualidade com o menor impacto possível, ajudando, assim, a melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Investimento de mais de 140 milhões de euros para cuidar do Planeta

A Mercadona, fiel ao compromisso “Sim a continuar a cuidar do Planeta”, para além de reforçar os seus já consolidados sistemas de reutilização e reciclagem de embalagens comerciais, desenvolve a Estratégia 6.25 para a redução do plástico e a gestão adequada dos seus resíduos.

A estratégia consiste em seis ações para alcançar um triplo objetivo até 2025: reduzir 25% do plástico nas suas embalagens, que todas as embalagens de plástico sejam recicláveis ​​e reciclar todos os seus resíduos de plástico.

O desenvolvimento da Estratégia 6.25 implica modificações em vários processos da empresa, desde o redesenho das embalagens do futuro, em coordenação com fornecedores, até à adaptação de lojas e logística, gestão de resíduos, etc… No total, a Mercadona prevê investir mais de 140 milhões de euros nos próximos quatro anos para realizar todos os movimentos que fazem parte dessa estratégia.

A empresa já eliminou os sacos de plástico de uso único em todas as secções, que foram substituídos por sacos compostáveis ​​(-3.200 toneladas de plástico por ano); e também eliminou os descartáveis de plástico ​​de uso único, que foram substituídos por outros mais sustentáveis ​​feitos com materiais que respeitam o meio ambiente (-3.000 toneladas de plástico por ano).

Nos próximos anos, as embalagens que a empresa irá utilizar serão recicláveis ​​e continuará a reduzir o plástico nas embalagens dos produtos de marca própria, em colaboração com os seus fornecedores. Além disso, a empresa fornecerá informações aos clientes sobre reciclagem para promover e facilitar a separação de resíduos tanto nas lojas como em casa.

A Mercadona transformou todas as lojas no modelo de Loja 6.25 em 2021

No último ano a empresa cumpriu as duas primeiras ações do plano; e com o compromisso de converter todos os seus supermercados em Lojas 6.25 em menos de um ano, o que envolveu um investimento de 30 milhões de euros.

A “Loja 6.25” coloca à disposição dos clientes informação sobre reciclagem, novos sacos de secção, pictogramas indicativos nas embalagens para facilitar a correta separação e novos contentores para reciclagem nas secções, nas entradas e na secção de Pronto a Comer. Além disso, o sistema de gestão de resíduos foi aprimorado e ampliado com a recolha de cápsulas de café.

A Mercadona disponibiliza informação sobre a Estratégia 6.25 na secção “Cuidemos do Planeta” disponível na página web da empresa; onde “O Chefe” também encontra conteúdos sobre reciclagem, sustentabilidade e compromisso ambiental da Mercadona; também visível na memória Ambiental da empresa.

 

Luís Montenegro não vai fazer férias no verão para acompanhar a atividade do governo

Luís Montenegro mantém-se ao serviço e prescinde de férias este verão

Luís Montenegro decidiu não tirar férias durante o verão. De acordo com informação avançada pela agência Lusa, o primeiro-ministro vai permanecer em funções, assegurando a coordenação da atividade do Governo e mantendo igualmente a agenda enquanto presidente do PSD.

Entre os compromissos já confirmados estão a participação na Festa do Pontal, marcada para 14 de agosto, e na Universidade de Verão do PSD, que decorre entre 24 e 30 de agosto, em Castelo de Vide.

A opção surge depois das críticas da oposição pelas deslocações do chefe do Governo aos Estados Unidos para assistir a jogos da Seleção Nacional no Mundial de Futebol, numa altura em que Portugal se encontrava em situação de alerta devido ao calor e ao risco de incêndios.

Famalicão: Conferência sobre o setor das carnes regressa em setembro

Na tarde de 30 de setembro, a Casa das Artes recebe a terceira edição da conferência Meat Meetings´26 sob o tema “Tecnologia e valorização do setor cárneo”. A organização é do TECMEAT – Centro de Competências do Agroalimentar para o Setor das Carnes, em parceria com a Câmara Municipal de Famalicão.

A conferência contará com especialistas nacionais e internacionais, que irão apresentar soluções, experiências e boas práticas relacionadas com a inovação tecnológica, a sustentabilidade e a competitividade da produção pecuária e da indústria agroalimentar. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia em: https://tinyurl.com/MMeetings26

A organização sublinha que esta conferência é já uma referência na partilha de conhecimento e debate em torno dos desafios e oportunidades da fileira da carne. Nas edições anteriores, reuniu cerca de 150 participantes, entre empresas, entidades e outros profissionais do setor.

Famalicão: PCP quer Governo a defender trabalhadores da ROQ

A propósito do despedimento de mais de 50 trabalhadores na ROQ, o grupo parlamentar do PCP perguntou à Ministra do Trabalho e da Solidariedade e Segurança Social sobre as medidas que tomará o Governo para defender os trabalhadores e se tem conhecimento que a empresa possa proceder a despedimento coletivo faseado.

No mesmo requerimento, o PCP pergunta, ainda, se a empresa tem continuado a receber apoios, «como os 294,9 mil euros que recebeu como beneficiária do Portugal 2030». Para o PCP, «é inaceitável que a empresa tenha recebido apoios públicos, mas agora despeça novamente trabalhadores para salvaguardar os seus lucros».

O PCP recorda que a ROQ, sediada em Oliveira São Mateus, tinha, há quatro anos, mais de 700 trabalhadores e uma faturação de 88 milhões de euros. Atualmente terá cerca de 400 trabalhadores.

Famalicão: Fim de semana de aromas no centro da cidade

No próximo sábado e domingo, o Mercado Magia dos Aromas, mais uma iniciativa do Vai à Vila, instala-se no centro da cidade, na Praça D. Maria II. O certame reúne artesãos locais com propostas que vão das velas artesanais a sabonetes, passando por peças em resina, gesso perfumado e produtos à base de ervas aromáticas.

O espaço estará aberto das 10 às 21 horas, no sábado; e das 10 às 18 horas, no domingo. Neste dia, a animação musical estará a cargo de Joana D´Alma, com concerto às 16 horas.

Recorde-se que o Vai à Vila é uma iniciativa municipal que se realiza ao longo de vários fins de semana para animar e promover a fruição do espaço público e, claro, permitir que artesãos, produtores locais e associações mostrem as suas propostas.

Famalicão: Presidente da ANESPO considera que os decisores são fundamentais na afirmação das escolas profissionais

Na passada semana, no decurso das Jornadas Pedagógicas da Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), Amadeu Dinis salientou que o Ensino Profissional está a ganhar uma nova centralidade no sistema educativo nacional. O famalicense que preside à ANESPO entende, por isso, que é fundamental que os decisores políticos continuem a assegurar a sustentabilidade financeira, organizacional e funcional das escolas profissionais face à importância e especificidade dos projetos educativos nos seus territórios, regiões e país.

As Jornadas Pedagógicas decorreram entre 9 e 10 de julho, na Escola de Turismo de São Pedro Sul, subordinadas ao tema “Ensino Profissional + Flexível + Inclusivo: com o CNQ e os CTE na bagagem”.

O também diretor da Escola Profissional CIOR considerou, ainda, que o encontro «foi um momento particularmente importante para refletirmos, em conjunto, sobre os desafios atuais e futuros e sobre as respostas que as escolas devem continuar a construir». Acrescentou que com esta iniciativa, «a ANESPO pretende promover um espaço de reflexão e partilha em torno da flexibilidade curricular, da inclusão e da valorização das competências. Estas são dimensões essenciais para preparar melhor os alunos, responder às necessidades dos territórios e reforçar o papel do Ensino Profissional no desenvolvimento do país»

Com 300 participantes, de mais 100 Escolas Profissionais de todo o país, as Jornadas Pedagógicas tiveram, segundo a associação, uma particular relevância num momento em que o Ensino Profissional em Portugal enfrenta novos desafios pedagógicos, organizacionais e tecnológicos. Durante os dois dias, coordenadores, docentes, especialistas e representantes institucionais ligados ao ensino e à formação profissional debateram estratégias para tornar as Escolas Profissionais mais flexíveis e inclusivas.

Famalicão: Antiga filial da Mabor em Angola está à venda por 6 milhões de euros

As antigas instalações da Manufatura Angolana de Borracha (Mabor-Angola), empresa criada como filial da histórica Mabor de Lousado, em Vila Nova de Famalicão, foram colocadas à venda em leilão eletrónico pelo Estado angolano, com um preço base de 6,5 mil milhões de kwanzas, o equivalente a cerca de seis milhões de euros.

Localizada no município do Cazenga, em Luanda, a antiga unidade industrial ocupa uma área de cerca de 64 mil metros quadrados e integra o edifício fabril, armazéns, oficinas, áreas técnicas, refeitório, portaria e outras infraestruturas de apoio.

A Mabor-Angola foi criada como filial da Mabor, empresa fundada em 1940 em Vila Nova de Famalicão e pioneira da indústria de pneus em Portugal. A fábrica angolana iniciou atividade na segunda metade da década de 1960, em regime de exclusividade para o fabrico de pneus e câmaras de ar destinados ao mercado local.

Após a independência de Angola, em 1975, a empresa foi nacionalizada e a produção acabou por terminar no final da década de 1980, devido à falta de matérias-primas e à degradação das instalações.

Em 2023, o Presidente de Angola, João Lourenço, aprovou o fim da empresa por considerar que já não reunia condições para cumprir os objetivos para os quais foi criada.

Imagem: cockpitautomovel.com