Famalicão: Maratona capta cada vez mais fotógrafos

Setenta fotógrafos, de Famalicão e de cidades vizinhas, mas também do Porto, Fafe, Espinho e Estoril participaram em mais uma edição da Maratona Fotográfica. A décima segunda edição da iniciativa promovida pela Associação Caixa de Imagens (ACI) decorreu no passado sábado, pelas ruas da cidade, e contou, também, com pessoas oriunda de vários países e que escolheram Portugal para viver. Muitas delas, que participaram pela primeira vez, tiveram a oportunidade de conhecer a cidade de Famalicão.

A ACI enaltece a presença de todos, com a garantia de que para o ano a maratona está de volta. «Assumimos este compromisso em 2011 e esperamos continuar a honrar esta Maratona. Agradecemos todo o apoio e empenho dos patrocinadores, dos participantes, uns pela primeira vez, outros que já nos têm acompanhado ao longo dos anos. Foi com enorme satisfação que, no final do dia, recolhemos alguns depoimentos muito positivos dos participantes e isso deixa-nos de coração cheio e com vontade de fazer mais e melhor», refere Manuel Lima, presidente da ACI.

Os fotógrafos tiverem a tarefa de selecionar 8 fotografias que serão agora avaliadas pelo júri para se chegar aos vencedores. O local e data da entrega de prémios será anunciado em breve, sendo atribuídos prémios monetários aos três primeiros classificados e menções honrosas, caso o júri assim o decida.

Dos vários participantes, a Associação Caixa de Imagens partilha a opinião de Joana Silva. Esta portuense, que participou no concurso pela primeira vez, refere que os locais «que nos propuseram fotografar são de bastante interesse. Os participantes são simpáticos e o staff está sempre connosco para nos apoiar». Joana gostou da experiência e do facto de ter passado «um dia interessante e diferente».

Rui Brites de Sousa chegou a Famalicão depois de mais 3 horas de viagem. Veio do Estoril. «Já participei noutras Maratonas, numa das quais falaram-me muito bem desta e quis vir conhecer. E de facto comprovo. É uma maratona muito bem organizada, bem estrutura e com temas interessantes e diversificados. Se conseguir, para o ano, volto a participar».

Quem viu nascer a Maratona Fotográfica foi Graça Cortez. Participou nas primeiras edições e sempre que possível «pego na minha máquina e venho. Não sou natural de Famalicão, mas vivo cá há muitos anos e tenho conhecido recantos desta cidade graças a este evento».

Informação Útil: GNR informa lista de estradas cortadas no norte e centro devido aos incêndios

A Guarda Nacional Republicana (GNR) emitiu um alerta para o encerramento de diversas estradas no Norte e Centro do país, devido aos incêndios florestais que continuam a ameaçar várias regiões.

A GNR sublinha a importância de seguir rigorosamente as instruções das autoridades e de evitar deslocações desnecessárias, uma vez que a situação dos incêndios permanece imprevisível e perigosa.

Entre as estradas afetadas, destacam-se:

Aveiro:

  • A1: trânsito cortado entre Coimbra Norte e Albergaria-a-Velha;
  • A25: encerramento entre Angeja e Reigoso;
  • EN16: interrompida entre Cacia e Sever do Vouga;
  • IC2: com bloqueio entre o nó da A25 e a EN1-12.

Coimbra:

  • A13: cortada entre Coimbra e o nó da A13-1;
  • EN17: com restrições.

Viseu:

  • A25: interrompida entre Mangualde e Chãs de Tavares;
  • A24: bloqueada entre Castro Daire e o nó de Arcas Mamouros;
  • EN234: corte entre Canas de Senhorim e Oliveirinha;
  • IC12: entre Canas de Senhorim e Carregal do Sal.

Outras regiões afetadas incluem Vila Pouca de Aguiar, com a A24 e EN2 cortadas, e Gondomar, onde a A43 está totalmente encerrada.

Homem morre e mulher fica em estado crítico num acidente de viação na Via Intermunicipal Joane Vizela (VIM)

Um homem morreu e uma mulher ficou em estado crítico, num violento acidente de viação na VIM, em Guardizela, Guimarães.

O sinistro, uma colisão entre duas viaturas, ocorreu aos primeiros minutos desta terça-feira, sendo que para o socorro foram acionados os Bombeiros Voluntários de Riba d’Ave e o INEM.

As vítimas, com idades a rondar os 70 anos, são famalicenses e residem numa freguesia próxima ao local do acidente.

A mulher, em estado grave, foi transportada para o Hospital de Guimarães. Deste acidente há ainda a registar um outro ferido, ligeiro, levado pelos bombeiros para o mesmo hospital.

 

Como a energia verde está a impulsionar as economias locais

Hoje vamos provar-lhe que a sustentabilidade não é apenas uma moda e que projetos de energia verde podem, sim, impulsionar economias locais. Aliás, vamos demonstrar-lhe que não só já o estão a fazer – e em Portugal – como também que o podem fazer de diversas maneiras. Para isso, partilharemos consigo alguns exemplos do (melhor) que se faz no nosso país.

 

  1. O impacto da energia verdade na criação de emprego

Projetos de energia verde geram empregos locais nos mais diversos sectores, como é o caso do da construção, engenharia e arquitetura, sem esquecer das áreas de operações e manutenção de instalações renováveis.

No caso de Portugal, os parques eólicos (como é o caso dos existentes em localidades como Viana do Castelo ou a Serra do Marão) têm gerado inúmeras oportunidades de trabalho.

Na mesma linha, também muitas empresas ligadas ao sector da construção e da mobilidade estão a empregar mais profissionais nesse sentido. Algo que se reflete também nas universidades, onde os cursos relacionados com estas temáticas têm cada vez mais procura.

 

  1. Redução dos custos energéticos

Comunidades que adotaram a energia renovável têm conseguido reduzir os seus custos com eletricidade. Veja-se o caso do Algarve, onde a instalação de painéis solares em escolas e em alguns edifícios públicos tem contribuído para uma significativa poupança nos cofres públicos. Esta é uma iniciativa cada vez mais comum e que se estende também aos privados. Afinal, trata-se de um investimento que, a longo custo, acaba por compensar.

 

  1. Atração de Investimento

Recentemente, o parque solar em Alcoutim, no distrito de Faro, conseguiu captar investimentos significativos, por promover diversas ações de desenvolvimento local. Este tipo de projeto revela como regiões com uma forte infraestrutura de energia verde acabam por sair valorizadas, conseguindo maiores investimentos.

 

  1. Um incentivo ao turismo sustentável (e responsável)

Este ponto está relacionado com o anterior, pois tem-se visto como as regiões, que de alguma forma têm apostado e priorizando a sustentabilidade, conseguem atrair mais turistas mais interessados em práticas ecológicas.

Neste ponto, o arquipélago dos Açores é um excelente exemplo. O turismo responsável sempre foi aqui uma prioridade. Desta forma, conseguiram atrair turistas que partilham estes mesmos valores e precauções e evitar a massificação do local.

 

  1. Desenvolvimento dos pequenos negócios

A energia verde veio permitir aos pequenos negócios reduzir significativamente os seus custos operacionais.

Falamos de negócios como quintas, mas também pequenas indústrias e fábricas. Na região de Trás-os-Montes, por exemplo, projetos de biomassa têm sido cruciais e um grande apoio aos agricultores locais e dos pequenos produtores.

 

Certamente tem de concordar quando dizemos que todos estes exemplos demonstram como a energia verde acaba por ter um impacto positivo na economia local, promovendo desenvolvimento sustentável e benefícios económicos duradouros. Simultaneamente, a sua produção acaba por potenciar um modelo de economia circular, onde os resíduos são minimizados e os recursos reciclados e reutilizados de uma forma mais eficiente. Trata-se de um sistema, onde os próprios cidadãos podem investir e, ao mesmo tempo, beneficiar diretamente da geração de energia local. Ou seja, onde todos saem a ganhar!

Posto isto, é essencial criar e estimular políticas eficazes. Só assim é possível incentivar um maior investimento neste tipo de energia. E não falamos apenas de subsídios ou de incentivos fiscais, os regulamentos favoráveis são também de uma enorme importância!

Famalicão: População chamada a ajudar bombeiros e a entregar bens na Escola Júlio Brandão

Os incêndios continuam a alastrar-se por Portugal, com os bombeiros na linha da frente, a lutar incansavelmente para proteger vidas e bens. Exaustos e sobrecarregados, os soldados da paz precisam de mantimentos para se manterem no ativo.

Nesse sentido, a FECAPAF, em nome das associações de pais de Famalicão, apela à comunidade para doar garrafas de água, enlatados, bolachas secas e barras energéticas.

As doações serão recolhidas esta terça-feira, entre as 12h30 e as 14h30, na Escola Básica Júlio Brandão.

Últimas Noticias

Concelho