Famalicão: ARPO vota plano de atividades para o próximo ano

A Associação Recreativa Pousadense reúne em Assembleia Geral, na manhã do dia 17 de dezembro, a partir das 10h30, na sede social.

A ordem de trabalhos começa com informações do presidente da Direção, segue-se a discussão sobre a não remuneração dos membros da associação e continua com a adenda à tomada de posse sobre a estrutura da direção. Na reunião será, ainda, apresentado e votado o plano de atividades para o próximo ano e discutidos outros assuntos de interesse.

 

Famalicão: Delegação da Ordem dos Advogados apela à solidariedade no convívio natalício

A Delegação da Ordem dos Advogados realiza na noite do dia 14 de dezembro, a partir das 20h30, um convívio natalício com cariz solidário. Os participantes são convidados e entregarem géneros alimentares que reverterão a favor do núcleo da Refood. O encontro dos advogados famalicenses decorre na sede, na Rua Conde de S. Cosme do Vale, n.° 80, na cidade de Famalicão.

Inscrições e informações até 10 de dezembro, através do e-mail vilanovadefamalicao@del.oa.pt. Para a entrega de géneros alimentares deve ser contactada Miriam Soares (miriam.soares-11107p@adv.oa.pt).

A Refood é um projeto 100% voluntário que visa combater o desperdício alimentar e ajudar as pessoas mais necessitadas do concelho. A ação solidária do núcleo decorre durante todo o ano, mas no Natal prepara e distribui cabazes para que as famílias mais carenciadas tenham uma ceia mais recheada.

Famalicão: Taxa de ocupação média no Estádio Municipal é a terceira melhor da Liga

Cumprido o primeiro terço da época, o FC Famalicão está no pódio no ranking relativo à taxa média de ocupação nos jogos em casa, ocupando a terceira posição com 76,06%. Nos seis jogos realizados no Estádio Municipal marcaram presença 23.864 espetadores, o que perfaz uma média de 3.977 adeptos por partida. O recente jogo com o FC Porto foi o que registou os melhores números, com 4858 espetadores (93.01% de taxa de ocupação).

Estes números atestam o “Amor de Perdição” que os adeptos sentem pelo clube.

Confira as assistências registadas nos jogos no Estádio Municipal:

FC Famalicão x Moreirense FC – 4640 espetadores (88.84% de taxa de ocupação)

FC Famalicão x SC Farense – 4171 espetadores (79.86% de taxa de ocupação)

FC Famalicão x FC Arouca – 3678 espetadores (70.42% de taxa de ocupação)

FC Famalicão x Vitória SC – 4278 espetadores (81.91% de taxa de ocupação)

FC Famalicão x Gil Vicente FC – 2239 espetadores (42.87% de taxa de ocupação)

FC Famalicão x FC Porto – 4858 espetadores (93.01% de taxa de ocupação)

 

Famalicão: Inundações na EN 206 (Gondifelos) e numa confeção em Gavião

A quantidade de precipitação que caiu ao final da manhã desta quinta-feira, em Famalicão, provocou inundações em alguns locais. Com alguma gravidade, na Avenida São Félix, junto ao posto de combustíveis da Repsol, em Gondifelos. Os campos circundantes inundaram e a água atravessa a estrada causando dificuldades na circulação rodoviária. Não há registo de acidentes.

Há um outro caso em Gavião, com a inundação de uma confeção que fica no rés-do-chão de um edifício, causando estragos. Em qualquer dos casos não há registo de feridos.

O alerta para os BV Famalicense foi dado pelas 11h30, com a corporação a ter efetivos nos dois locais.

Famalicão: Unidade Local de Saúde está a ser criada “nas costas da Câmara Municipal”

O presidente da Câmara Municipal está «perplexo» com o facto do Município não ter sido, até ao momento, chamado para as reuniões de constituição da futura Unidade Local de Saúde (ULS) que entra em vigor em janeiro do próximo ano.

Recorde-se que as ULS vão promover a gestão integrada de cuidados de saúde primários e hospitalares agregando, numa só instituição, hospitais e centros de saúde de uma área geográfica.

«Acho que o processo está a começar mal», avisa Mário Passos. «A Câmara Municipal não foi ouvida nem pela tutela (Ministério da Saúde), nem pelo diretor-executivo do SNS». O autarca recorda que a partir de janeiro a Câmara Municipal de Famalicão vai assumir competências na área dos cuidados de saúde primários, ficando responsável pela gestão dos edifícios, entre outras responsabilidades. Por isso, «e até pelo que o Município tem investido no hospital de Famalicão», Mário Passos sente que a autarquia já devia estar inserida na criação da ULS. Nomeadamente, quem vai gerir, que equipa estará envolvida, sobre o apetrechamento de meios, etc.

«Está tudo a ser resolvido nas costas da Câmara de Famalicão», desabafa o edil que já solicitou uma reunião com os autarcas de Santo Tirso e Trofa, concelhos abrangidos pelo Centro Hospitalar do Médio Ave.

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