Famalicão: Fernando Fontão poder ser o sucessor de Tiago Cunha na Oliveirense

A Associação Desportiva Oliveirense ainda não anunciou o substituto de Tiago Cunha, que saiu do comando técnico do plantel sénior, esta segunda-feira, mas o nome mais falado é Fernando Fontão, ex-treinador do Serzedelo.

Fontão tem um largo percurso no futebol distrital da AF Braga, tendo já treinado o GD Joane, na época 2014/2015.

A AD Oliveirense está disputar a fase manutenção da pró-nacional do campeonato distrital.

Famalicão: Bombeiros alertados para incêndio habitacional na freguesia de Landim

Os Bombeiros Voluntários Famalicenses foram, na tarde desta terça-feira, acionados para um incêndio habitacional, na Rua de Campas, em Landim, Vila Nova de Famalicão.

Fonte do socorro referiu à Cidade Hoje que o foco de incêndio concentrou-se num quadro elétrico, sendo que assim que os bombeiros chegaram ao local já encontraram o fogo debelado.

Não há registo de feridos, apenas danos materiais.

Famalicão: Homem de 27 anos atropelado por carrinha

Um homem de 27 anos foi, na tarde desta terça-feira, atropelado, por uma carrinha, na Rua dos Campos, em Famalicão.

O acidente aconteceu cerca das 14h30 e para o socorro foram acionados os Bombeiros Voluntários Famalicenses. A vítima, com ferimentos considerados leves, foi transportada para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.

A PSP tomou conta da ocorrência.

Avaria leva ao corte de água em Famalicão

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão informou hoje que, devido a uma avaria numa conduta de abastecimento de água, será necessário proceder ao corte da rede pública em algumas zonas da cidade durante esta terça-feira, até às 18h00.

As ruas afetadas serão a Rua Barão de Trovisqueira, a Avenida 25 de Abril e a Rua da Estação, enquanto que os edifícios afetados serão o do Centro de Saúde de Vila Nova de Famalicão e o da PSP.

A Câmara Municipal lamenta os incómodos causados e pede aos cidadãos para estarem atentos aos trabalhos.

2022 em Portugal: mais de 6.100 óbitos em excesso, diz Instituto Ricardo Jorge

O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) divulgou hoje o Relatório de Monitorização da Mortalidade de 2022, que registou mais de 6.100 óbitos em excesso em Portugal no ano passado. O estudo abrangeu o período entre 03 de janeiro de 2022 e 01 de janeiro deste ano e registou um total de 124.602 óbitos no país.

O INSA aponta quatro períodos de excesso de mortalidade em 2022, coincidentes com duas ondas de Covid-19 e períodos de temperaturas elevadas ou frio extremo. O maior número de mortes em excesso (2.401) foi registado durante períodos de calor extremo identificados pelo sistema de vigilância ÍCARO.

O estudo identificou ainda um pico de excesso de mortalidade (891 óbitos) entre 17 de janeiro e 06 de fevereiro, temporalmente coincidente com uma onda de Covid-19 e um período de temperaturas baixas. O segundo período de excesso de mortalidade foi identificado entre 23 de maio e 19 de junho, com mais 1.744 mortes do que era esperado, e coincidiu com uma vaga de Covid-19 e um período de temperaturas “anormalmente elevadas para a época do ano”.

Entre 04 de julho e 07 de agosto foi registado o maior dos picos de excesso de mortalidade do ano passado, com mais 2.401 óbitos do que era esperado. O último dos quatro períodos de excesso de mortalidade foi identificado entre 28 de novembro e 18 de dezembro, com 1.099 óbitos a mais do que seria esperado para esta época do ano, e coincidiu com o período epidémico da gripe, que ocorreu mais precocemente do que nos anos anteriores.

O relatório destaca que os impactos devido à gripe e Covid-19 “terão sido inferiores ao observado noutros invernos”, embora os impactos observados no verão tenham sido superiores aos observados em anos anteriores. O INSA refere que foram observados períodos de excesso de mortalidade em todas as regiões, embora com diferentes durações e magnitudes. A região Norte foi aquela em que se identificou um maior número de semanas de excesso de mortalidade, distribuídas por quatro períodos.

O INSA conclui que a maioria dos períodos de excesso de mortalidade identificados terão estado potencialmente associados a fenómenos conhecidos por poderem ter impactos na mortalidade, designadamente as epidemias de gripe e Covid-19 e os períodos de calor e frio extremos.

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