Famalicão: Avaria no camião atrasa recolha de lixo em Vermoim, Seide e parte de Pousada de Saramagos

A recolha de resíduos sólidos encontra-se atrasada em algumas zonas do concelho. Em causa está a avaria do camião que assegura esse trabalho, motivo pelo qual a recolha de lixo em Vermoim, Seide e parte de Pousada de Saramagos será feita, de forma excecional, da parte da tarde desta segunda-feira.

A informação está a ser comunicada à população pelas juntas de freguesia e foi confirmada à Cidade Hoje pela autarquia famalicense.

 

Adoração ao Santíssimo Sacramento no Arciprestado de Famalicão

O Arciprestado de Famalicão promove, nos dias 17 e 18 de março, através das suas paróquias, um tempo de oração e adoração ao Santíssimo Sacramento, levando a efeito mais uma edição da iniciativa “24 horas para o Senhor”.

Este tempo de oração mais intensa diante de Jesus Sacramentado tem lugar na Igreja Matriz Antiga de Famalicão, com horário estipulado para cada freguesia.

Este momento de oração acontece em plena Quaresma, respondendo a uma interpelação lançada pelo Papa Francisco que convidou as dioceses de todo o mundo a promover esta iniciativa das “24 horas para o Senhor”, à semelhança do que já acontece desde há alguns anos.

Quanto ao programa, este tempo de oração inicia com a celebração da Eucaristia, às 19h15 do dia 17, sexta-feira. Perto do final da celebração, por volta das 20h00, é feita a exposição do Santíssimo que dá início a um tempo de adoração contínua ao longo de várias horas, estendendo-se até às 18h00 do dia 18, sábado. A esta hora tem lugar a bênção do Santíssimo Sacramento, seguindo-se a Eucaristia de encerramento.

Para quem assim o desejar, será possível receber o Sacramento da Reconciliação entre as 20h00 do dia 17 e as 00h00 do dia 18, assim como entre as 9h00 e as 13h00 do dia 18.

 

Famalicão: Atleta da AMVE vence trail de 45 km

Mariana Machado, da Associação Moinho de Vermoim, foi a grande vencedora do Foz Côa Trail Adventure, na distância de 45 km.

Uma vitória inequívoca da atleta da AMVE perante algumas das melhores corredoras nacionais, o que atesta o bom momento de forma da Mariana.

O Foz Côa Douro Trail Adventure é uma organização Carlos Sá Nature Events, com o apoio do Município de Vila Nova de Foz Côa. A prova teve passagens pelas magníficas paisagens de montanhas e vales em socalcos, rasgados pelos rios Douro e Côa, pelos campos agrícolas com as vinhas (dos melhores vinhos do Mundo), amendoeiras em flor e oliveiras, bem, como a linha férrea desativada do Pocinho a Barca D’Alva ou as aldeias históricas de Castelo Rodrigo e Marialva.

Famalicão: Socialistas defendem direitos da mulher

Desigualdade salarial entre homens e mulheres, a igualdade de género e a violência doméstica foram temas abordados pelas mulheres socialistas para assinalar o Dia da Mulher.

O Partido Socialista de Famalicão convidou para o jantar convívio, no dia 10, a eurodeputada Isabel Estrada Carvalhais.

«Mais uma grande noite de esperança, entusiasmo e convívio socialista», analisou Eduardo Oliveira, líder da concelhia famalicense, que foi até ao evento saudar a eurodeputada e oferecer uma rosa a cada mulher presente no jantar. «Na semana em que o mundo assinalou o Dia da Mulher, as mulheres socialistas do concelho de Vila Nova de Famalicão reuniram-se para mostrar a sua força e compromisso com as causas que são importantes para o concelho de Famalicão e para o País», destacou, ainda, Eduardo Oliveira.

Isabel Silva, coordenadora das mulheres socialistas de Vila Nova de Famalicão, destacou «a luta das mulheres pela igualdade e em prol de uma sociedade mais justa, livre e democrática».

Famalicão: Pedro Almeida abre campeonato com um quinto lugar

Pedro Almeida e Mário Castro terminaram, este domingo, o Rali Serras de Fafe, Felgueiras, Boticas, Vieira do Minho e Cabeceiras de Basto na quinta posição entre os pilotos do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR).

Na prova De abertura do CPR, também pontuável para o European Rally Championship, o piloto famalicense diz que os objetivos «foram cumpridos».

Pedro Almeida começou com um terceiro lugar na Super-Especial de abertura, mas no sábado as condições climatéricas tornaram os pisos mais difíceis para condução, «obrigando-nos a muita prudência para levar o carro até final, o que fizemos, com um quarto lugar entre os pilotos do CPR», posição que não conseguiu segurar no último dia, «apesar de termos dado o nosso melhor».

Ficam os pontos para o campeonato, «a recuperação de alguma confiança que precisamos na terra e a certeza de que vamos querer fazer ainda melhor já na próxima prova», acredita Pedro Almeida.

Ao volante do Skoda Fabia Rally2, preparado pela equipa espanhola Mapo Motorsport, o piloto somou os primeiros pontos no CPR, que dentro de duas semanas tem nova prova, com o Rali Casinos do Algarve, um regresso em versão de terra da prova algarvia ao calendário nacional.

Portugueses comem 16 kg de arroz branco por ano

Cada português come cerca de 16 quilogramas (Kg) de arroz branco por ano, quatro vezes acima da média europeia, segundo dados disponibilizados pela Associação Nacional dos Industriais de Arroz (ANIA) à Lusa.
“O consumo ‘per capita’ é de 18,0 kg/ano de arroz branco, o maior da Europa (quatro vezes a média da União Europeia)”, adiantou a associação, em resposta à Lusa.

Por categoria, o arroz agulha (46,8%) é o mais consumido, seguido pelo carolino (21,9%), vaporizado (10,7%) e basmati (13,7%), dados reportados a 2021.

Portugal exportou cerca de 56,9 toneladas de arroz em 2022 e importou 97,2 no ano passado.

Em 2022, as exportações ascenderam a 56.865 toneladas, acima das 33.183 toneladas de 2021 e das 44.173 toneladas registadas em 2020.

O principal destino de exportação foi a Jordânia (38,6%), seguido por Espanha (23,2%).

Depois surgem França (5,4%), Reino Unido (5,3%), Israel (4,7%), Arábia Saudita (3,9%), Países Baixos (3,1%) e Síria (2,9%).

Com menor expressão ficaram a Itália (1,4%) e a Bélgica (1,2%).

O conjunto dos restantes países representou 10,1%.

Por sua vez, entre janeiro e dezembro de 2022, as importações fixaram-se em 97.240 toneladas, acima das 74.840 toneladas de 2021, mas abaixo das 99.212 toneladas de arroz importadas em 2020.

No ano passado, o principal país de origem foi Espanha (32%), seguido pela Guiana (28,6%).

Em terceiro lugar ficou o Brasil (8,4%), seguido pelo Uruguai (6,0%), Paquistão (5,8%), França (4,6%), Paraguai (4,2%), Itália (3,8%), Camboja (3,2%) e Argentina (1,5%).

Os restantes países representaram 2%.

Entre 2017 e 2022, Portugal produziu, em média, 160.000 toneladas de arroz em casca (125.000 toneladas carolinos/japónicas e 35.000 toneladas de agulhas/índicas), “o que equivale a cerca de 110.000 toneladas de arroz (e trincas) em branco ou branqueado”, apontou.

Em fevereiro de 2023, o preço de mercado do arroz, em Portugal, para a categoria japónica foi de 650 euros por tonelada, quando em 2022 estava em 330 euros.

Já o preço da categoria indica ascendeu a 465 euros por tonelada, acima dos 340 euros verificados no mesmo período do ano anterior.

De acordo com os dados desta associação, a fileira do arroz conta com 2.000 agricultores e uma área de produção de, sensivelmente, 26.876 hectares.

Da área de cultivo de arroz, em 2022, 16.378 hectares foram destinados à variedade japónica, 7.205 à médio/redondo e 3.293 à indica.

Entre 2017 e 2022, a área de cultivo de arroz atingiu o seu pico em 2021 (28.922 hectares).

Portugal conta com 10 fábricas transformadoras de arroz (pequenas e médias empresas) e 500 trabalhadores.

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