Famalicão: Lions e Leo lançam campanha de agasalhos

O Lions e Leo Clubes de Vila Nova de Famalicão lançam Campanha do “Edredon… e agasalhos”, a favor de famílias carenciadas, que viram a sua vida agravada devido à inflação dos preços dos produtos e subida do custo da energia.

A campanha decorre até 17 de fevereiro, com os seguintes locais de recolha: na sede do Lions (Alameda Luís de Camões n. 21 3.º) aos sábados das 12 às 13 horas; nos Agrupamentos de Escolas Camilo Castelo Branco, D. Sancho I e D. Maria II; na Didáxis, no Grupo Celeste, na ADA – Atelier de Arquitetura (Rua Daniel dos Santos); Heitor Fonseca & Filhos (Rua Barão de Joane, ed. Sinçães Bl. A, n.º 99, loja 1); Wall Street English (Av. 25 de Abril 50, 4760-101 Vila Nova de Famalicão).

Estão recetivos a edredons, cobertores, mantas, casacos e agasalhos.

Lions e Leo Clubes de Vila Nova de Famalicão agradecem a todos os que se associam a esta campanha, disponibilizando locais de recolha, e apelam à generosidade de todos.

 

Espanhola de 115 anos pode ser considerada a nova decana da humanidade

Uma espanhola de 115 anos, que nasceu nos Estados Unidos, pode ser a nova decana da humanidade, adiantou esta quarta-feira um consultor do Livro de Recordes do Guinness, após a morte da morte da Irmã André, aos 118 anos.

Maria Branyas Morera mora há 20 anos na casa de repouso Santa Maria del Tura, na cidade de Olot, na Catalunha, no nordeste da Espanha.

O consultor sénior de gerontologia do Livro de Recordes do Guinness, Robert D. Young, referiu que é “provável” que Morera seja a nova decana da humanidade, mas ainda está a confirmar a informação, explicou, num comunicado à agência France-Presse (AFP).

A casa de repouso onde se encontra esta espanhola já anunciou que irá realizar uma “pequena festa” à porta fechada, nos próximos dias, para “celebrar este evento muito especial”.

“Ela está de boa saúde e está surpreendida e grata pelo interesse despertado”, adiantou o estabelecimento.

A organização do Guinness deve tomar uma decisão oficial depois de verificar os documentos e entrevistar a família de Morera, acrescentou Young, que também é diretor do banco de dados de investigação de supercentenários do Gerontology Research Group.

Maria Branyas Morera sobreviveu à pandemia de gripe de 1918, também conhecida como gripe espanhola, a duas guerras mundiais e à Guerra Civil espanhola.

A filha mais nova da centenária, Rosa Moret, de 78 anos, elogiou a boa saúde da mãe, que disse dever-se à “genética”.

“Ela nunca foi ao hospital, nunca partiu nada”, sublinhou Rosa Moret, em declarações à televisão regional catalã esta quarta-feira.

Morera nasceu em São Francisco, no oeste dos Estados Unidos, em 4 de março de 1907, pouco depois da sua família originária da Espanha se mudar do México para os Estados Unidos.

Depois, a família de Maria mudou-se para Nova Orleans, no sul dos Estados Unidos, em 1910, antes de regressar a Espanha em 1915. Em 1931, casou-se com um médico, que morreu aos 72 anos.

Teve três filhos, um dos quais já falecido, 11 netos e 11 bisnetos.

A freira francesa Lucile Randon, conhecida como Irmã André, que desde abril de 2022 era a decana da humanidade, morreu na madrugada de segunda para terça-feira, na casa de repouso onde se encontrava, em Toulon, no sul de França.

Nenhum órgão oficial atribui títulos como de decano, mas os especialistas concordaram que a Irmã André era até agora a pessoa viva mais velha cujo registo foi verificado.

O Livro de Recordes do Guinness também tinha registado esse recorde em 25 de abril, após a morte aos 119 anos da japonesa Kane Tanaka.

Infetados com Covid-19 têm maior risco de doença cardiovascular e morte a longo prazo

A covid-19 está associada a um maior risco de doenças cardiovasculares e de morte a curto e a longo prazo, indica um estudo esta quinta-feira publicado na revista científica da Sociedade Europeia de Cardiologia (SEC).

“Em comparação com as pessoas não infetadas [com o vírus SARS-CoV-2], a probabilidade de os doentes com covid-19 morrerem foi 81 vezes maior nas primeiras três semanas de infeção e permaneceu cinco vezes superior até 18 meses depois”, apurou a investigação que envolveu cerca de 160 mil participantes.

Os pacientes de covid-19 “eram mais propensos a desenvolver numerosas condições cardiovasculares em comparação com os participantes não infetados, o que pode ter contribuído para maior risco de morte”, adiantou Ian Wong, autor do estudo publicado na Cardiovascular Research.

Segundo o professor da Universidade de Hong Kong, perante os resultados agora conhecidos, os doentes de covid-19 “devem ser monitorizados pelo menos durante um ano após a recuperação da doença aguda para permitir diagnosticar complicações cardiovasculares da infeção”, no âmbito da condição conhecida como ‘long covid’.

Este estudo comparou a ocorrência de doenças cardiovasculares e de óbitos em pessoas infetadas, em comparação com outras que não foram contagiadas com o coronavírus, recrutadas antes de dezembro de 2020, quando não havia vacinas disponíveis no Reino Unido.

De acordo com a SEC, a investigação envolveu mais de 7.500 doentes de covid-19 diagnosticados no Reino Unido entre 16 de março e 30 de novembro de 2020, assim como vários grupos de pessoas não infetadas durante o período do estudo, que decorreu entre março de 2020 e agosto de 2021, com uma média de idade de 66 anos.

Cada grupo de pessoas não infetadas era semelhante ao grupo com covid-19 em vários critérios, como idade, sexo, tabagismo, diabetes, pressão arterial alta, doenças cardiovasculares e outras condições de saúde, índice de massa corporal e etnia.

Os dados apurados indicaram ainda que os pacientes com covid-19 grave eram mais propensos a desenvolver doenças cardiovasculares ou a morrer do que casos menos gravosos da infeção pelo SARS-CoV-2.

“Os pacientes de covid-19 tinham uma maior probabilidade de ter várias condições cardiovasculares em comparação com participantes não infetados, tanto a curto como a longo prazo, incluindo enfarte do miocárdio, doença cardíaca coronária, insuficiência cardíaca e trombose venosa profunda”, referem as conclusões da sociedade europeia.

Já os riscos de algumas condições cardiovasculares, como acidente vascular cerebral e fibrilhação auricular, foram considerados elevados em doentes com covid-19 a curto prazo, mas depois voltaram aos níveis normais.

“Este estudo foi realizado durante a primeira onda da pandemia, mas novas pesquisas devem avaliar os surtos subsequentes”, adiantou Ian Wong, para quem são necessários mais estudos para investigar a eficácia da vacinação na redução dos riscos de doenças cardiovasculares e morte após infeção covid-19.

Famalicão: Forte adesão à greve deixa escolas abertas mas sem a maioria dos professores

Os Agrupamentos de Escolas de Ribeirão e D.Maria II (Gavião) estão, nesta quinta-feira, fechados com professores e alunos à porta em protesto contra o governo.

Nos restantes agrupamentos de escolas, os estabelecimentos de ensino encontram-se abertos, porém, a maioria dos professores está a faltar.

Nas escolas que abriram portas esta manhã, os alunos aguardam pelas primeiras aulas do dia e, à medida que não vão tendo disciplinas, vão regressando a casa.

Os estabelecimentos de ensino do primeiro ciclo, no concelho de Vila Nova de Famalicão, encontram-se quase na sua totalidade encerrados.

Recorde-se que as organizações sindicais decretaram dia de greve ao nível do distrito de Braga nesta quinta-feira, 19 de janeiro.

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