Famalicão: Urgência do hospital galardoada pela Ordem dos Enfermeiros

O Conselho Diretivo da Secção Regional do Norte da Ordem dos Enfermeiros vai homenagear, este sábado, na Gala “O Norte reconhece, o Norte Valoriza”, a Unidade de Urgência do Hospital de Famalicão, que receberá uma Menção Honrosa «pelo relevante desempenho e serviços prestados ao SNS, aos utentes e ao país, no último ano».

A distinção é, para os responsáveis do Centro Hospitalar, «resultado do intenso e competente desempenho dos nossos profissionais de enfermagem, neste caso do Serviço de Urgência Médico-Cirúrgica. As urgências hospitalares são, como se sabe, um dos serviços assistenciais mais importantes, mais exigentes e mais escrutinados, mas, por vezes, pouco reconhecidos, do SNS».

Dos 11 hospitais gerais e centros hospitalares da região Norte (excluídas as Unidades Locais de Saúde), em julho passado, as Urgências do CHMA estavam no 3º lugar (68,7%) na percentagem de episódios de urgência atendidos dentro do tempo previsto.

O programa “O Norte reconhece, o Norte Valoriza”, começou por ser uma plataforma difusora de boas práticas em enfermagem, acabando por se transformar num momento de consagração. Na gala serão distinguidos enfermeiros e equipas de enfermagem, em quatro categorias: Carreira, Excelência, Investigação e Mérito.

 

 

 

Famalicão: Jorge Paulo Oliveira integra Comissão de Revisão Constitucional

O deputado famalicense Jorge Paulo Oliveira está indicado, pela direção parlamentar do Partido Social Democrata, para integrar a Comissão de Revisão Constitucional que será presidida pelo também social-democrata Joaquim Pinto Moreira. O vimaranense André Coelho Lima é o coordenador dos deputados da bancada do PSD. A tomada de posse dos membros da Comissão de Revisão Constitucional deve ocorrer na próxima semana.

Jorge Paulo Oliveira, que coordena os deputados do PSD eleitos pelo Círculo Eleitoral de Braga, é igualmente coordenador dos sociais-democratas na Comissão de Defesa Nacional, integrando ainda as Comissões Parlamentares de Orçamento e Finanças (5ª Comissão) Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação (6ª Comissão) e Administração Pública, Ordenamento do Território e Poder Local (13ª), bem como a Subcomissão para o Acompanhamento dos Fundos Europeus e do PRR.

Depois de o CHEGA ter iniciado o processo em 14 de outubro passado, PSD e PS decidiram apresentar projetos para rever a lei fundamental, tendo os restantes partidos e deputados únicos avançado também com propostas. Recorde-se que a revisão constitucional exige maioria qualificada de 154 deputados, daí resultando a necessidade de verificação de um acordo entre PS e PSD.

Elétricos: serão a melhor opção para os veículos comerciais?

O aumento generalizado dos combustíveis fez com que as empresas passassem a procurar veículos comerciais elétricos.

Aliás, a procura por este tipo de veículos comerciais no Truck1 tem aumentado a cada dia que passa.

De acordo com a empresa Truck1 que trabalha no setor de veículos usados, nomeadamente camiões, veículos comerciais, máquinas de construção e agrícolas, entre outros, “tem-se assistido a uma maior procura de veículos comerciais elétricos nestes últimos meses, sinais evidentes do novo paradigma que vivemos atualmente, com o aumento dos combustíveis e a preocupação cada vez maior com o meio ambiente”.

Se por um lado as empresas procuram reduzir os seus custos operacionais com as frotas, por outro querem diminuir a sua pegada de carbono e contribuir para as diretrizes internacionais da neutralidade carbónica.

Transporte rodoviário representa um quinto das emissões de CO2 da União Europeia

De acordo com os dados do Parlamento Europeu, em 2019, os carros são os maiores poluentes, perfazendo 60,6% do total das emissões de dióxido de carbono em transportes rodoviários.

Nas últimas três décadas, as emissões de gases com efeito de estufa aumentaram, traduzindo-se num aumento de 33,5% entre 1990 e 2019.

Com base nestes números, as projeções atuais apontam para uma diminuição das emissões dos transportes em 22% até 2050.

No entanto, as ambições atuais são para essas reduções serem maiores.

Para atingir os resultados pretendidos, é necessário ou produzir viaturas mais eficientes, ou alterar o combustível usado.

Os veículos comerciais elétricos são uma boa opção?

Em 2020 os veículos comerciais elétricos representaram 2,3% do mercado dos novos registos desse ano.

Mas, será que são uma boa opção?

Muito mais do que as emissões de CO2 durante o seu uso, é importante considerar as emissões causadas pela produção e eliminação de um veículo elétrico.

Afinal, a produção e disposição de um carro elétrico é menos amiga do ambiente do que um motor de combustão interna.

Além disso, o nível de emissões nos veículos elétricos depende da forma como a eletricidade é produzida.

Apesar destas ressalvas, e tendo em conta a produção elétrica na Europa, os carros elétricos revelam-se meios de transporte mais limpos do que carros a combustíveis fósseis.

Essa ideia é reforçada com as previsões, que apontam que a eletricidade proveniente de energias renováveis irá aumentar.

A par de tudo isto, juntam-se os planos da União Europeia, que pretendem tornar as baterias dos veículos elétricos mais sustentáveis, reduzindo, assim, o impacto ambiental.

Aspetos a considerar na compra de veículos comerciais elétricos

Apesar de serem uma boa forma de qualquer empresa fazer a sua transição energética, é preciso fazer um bom planeamento para a adquisição de veículos comerciais elétricos.

Porquê? Porque se tratam de viaturas operacionais, de cujo sucesso depende a atividade da empresa.

Em primeiro lugar, é importante ter-se em conta as rotas de serviço.

Assim, consegue-se instalar ou planear os locais adequados de carregamento, de modo a garantir todas as operações sem anomalias.

Depois, é preciso consciencializar os colaboradores para uma nova realidade de condução, em que é necessário adquirir novas aprendizagens e adaptar a sua condução à realidade atual.

Mas, uma vez ultrapassadas estas questões, os benefícios começar-se-ão a notar.

Cuidados acrescidos com os veículos elétricos para empresas

Em oposição à facilidade do carregamento da maioria dos veículos ligeiros de passageiros, a transição energética de uma frota de ligeiros de mercadorias necessita de um maior estudo sobre as capacidades de cada veículo.

Por exemplo, neste segmento existem viaturas com características semelhantes, porém, com diferentes velocidades de carregamento.

Na prática, isso significa que modelos iguais podem ter períodos de carregamentos diferentes para conseguirem restabelecer a mesma capacidade de energia.

Outro aspeto a ponderar antes da compra de veículos comerciais elétricos é as possibilidades de carregamento da viatura nas instalações da empresa.

É que para tal acontecer, é necessário investir na instalação de carregadores, cabos para transporte de energia, entre outros.

Para aproveitar os benefícios fiscais e reduzir os custos com estas operações, muitas empresas optam por instalar fontes de energia renováveis, como por exemplo, painéis fotovoltaicos.

Assim, conseguem fazer a tão desejada transição energética e, a longo prazo, beneficiar dessa mudança.

Produção de veículos comerciais em Portugal caiu 21% em outubro

De acordo com dados recentes da Associação dos Transitários de Portugal (APAT), as produtoras do setor automóvel instaladas em Portugal produziram, em outubro, menos 20,9% face ao mês homólogo de 2021.

No total, foram produzidos, em outubro, 5217 veículos comerciais em Portugal.

Apesar dos valores terem caído em outubro, nos primeiros dez meses do ano, a produção nacional de veículos comerciais totalizou 54984, mais 13,1% do que verificado há um ano.

Este é também o valor mais alto dos últimos dez anos.

De janeiro a outubro, os dados revelam que as motorizações a combustão dominam a produção nacional, havendo a registar apenas 170 camiões elétricos e 17 autocarros a hidrogénio.

Famalicão: Pai Natal chega domingo e espera pela sua solidariedade

A Cabana Solidária, instalada na Praça 9 de Abril, abre portas domingo, às 15 horas, para receber o Pai Natal numa tarde que promete ser de festa para todas as famílias. O momento, que é um dos pontos altos do programa natalício promovido pela Câmara Municipal de Famalicão e pela ACIF, visa, também, apelar à solidariedade dos famalicenses.

A Cabana Solidária pode ser visitada até 24 de dezembro e, para além dos momentos de alegria e felicidade que vai proporcionar, estará aberta para receber a solidariedade da comunidade. No local podem ser entregues bens alimentares e de higiene pessoal que, depois, serão distribuídos pelas famílias vulneráveis do concelho, através da Loja Social de Famalicão.

De 11 a 23 de dezembro, a Cabana Solidária estará aberta entre as 10h00 e as 12h30 e as 14h30 às 18h00. No dia 24 de dezembro, abre apenas da parte da manhã.

Famalicão: Câmara Municipal oferece 10 mil entradas gratuitas para o Circo de Natal

A Câmara Municipal está a oferecer entradas gratuitas a todas as crianças, até ao segundo ciclo do ensino básico, num total de 10 mil entradas, para o Circo de Natal que está instalado no Parque da Juventude.

O espetáculo, a cargo do Circo Soledad Cardinali, faz parte da campanha natalícia promovida pelo Município e pela Associação Comercial e Industrial de Famalicão.

O circo pode ser visitado até ao primeiro do novo ano, nos horários que constam na imagem publicada.

Famalicão: Mogege canta ao Menino a 17 de dezembro

O Rancho Folclórico Santa Marinha de Mogege realiza a 17 de dezembro, às 21h30, o segundo Encontro de Cantares ao Menino.

Na igreja paroquial da freguesia, e para além do grupo promotor da iniciativa, participam o Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha (Vila do Conde) e o Rancho Etnográfico de Bougado (Trofa).

«É para nós um gosto representar as nossas gentes nas suas variadas manifestações culturais. Desta forma, temos a obrigação de recolher, preservar e divulgar as tradições do nosso povo às gerações vindouras» justifica o Rancho Santa Marinha de Mogege a realização da iniciativa.

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