Póvoa de Varzim: Já se pode ir a banhos na praia da Lagoa

A interdição a banhos na praia da Lagoa, na Póvoa de Varzim, foi levantada após novas análises à água revelarem que os valores microbiológicos estão dentro dos parâmetros de referência.

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) esclarece que “após terem sido efetuadas novas análises à qualidade da água, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) informou que os valores microbiológicos da praia da Lagoa se encontravam normalizados, encontrando-se a água própria para banhos”.

Face aos resultados, explica o texto, “o Capitão do Porto e Comandante-local da Polícia Marítima da Póvoa de Varzim deu indicações para que fosse novamente hasteada a bandeira verde levantando a interdição de ida a banhos na praia”.

A praia da Lagoa foi interditada na sexta-feira depois das análises à qualidade da água terem revelado valores microbiológicos acima dos padrões.

Santo Tirso: Tinham cerca de 25 anos as vítimas mortais de acidente na EN105

Tinham cerca de 25 anos os jovens que, na manhã deste domingo, perderam a vida num despiste automóvel, na EN105, em Santo Tirso, avança o Correio da Manhã.

O despiste aconteceu depois das 07h00, na freguesia de Burgães, e para o local foram acionados os B.V.Tirsenses e a VMER do Hospital S.João.

As vítimas, que ficaram encarceradas na sequência do acidente, faleceram no local.

Imagem: B.V.Tirsenses

Santo Tirso: Dois mortos em despiste automóvel na manhã deste domingo

Duas pessoas morreram, na manhã deste domingo, na sequência de um despiste automóvel, em Burgães, Santo Tirso.

O acidente aconteceu em plena EN105, depois das 07h00, quando um veículo ligeiro de mercadorias se despistou contra um muro.

As vítimas ficaram encarceradas mas acabaram por falecer.

Imagem: B.V.Tirsenses

Santo Tirso: Tinham cerca de 25 anos as vítimas mortais de acidente na EN105

 

Médicos internos escrevem à ministra e mostram-se indisponíveis para mais 150 horas extra por ano

A carta foi hoje entregue no Ministério da Saúde e é assinada por 416 dos 1.061 internos da especialidade de Medicina Interna de todo o pais, segundo o Sindicato Independente dos Médicos (SIM), que a divulgou e se solidariza com os médicos.

Tendo em conta as exigências laborais, os médicos consideram que a formação dos internos “se encontra comprometida”, uma vez que estão constantemente a assegurar as escalas de urgência, “desdobrando-se em turnos que deveriam ser garantidos por especialistas, em claro incumprimento dos critérios de idoneidade formativa de Medicina Interna (MI).

Por considerarem que as medidas até hoje aprovadas “são insuficientes” para a resolução das dificuldades sentidas diariamente na prestação de cuidados, os internos comunicam na carta que vão entregar a nível individual e junto das respetivas administrações hospitalares a minuta de recusa de realização de mais de 150 horas extra por ano.

Vão entregar também minutas de escusa de responsabilidade sempre que estiverem destacados para trabalho em urgência e as escalas deste serviço não estiverem de acordo com o regulamentado.

“Desta forma, exigimos melhores condições formativas e de trabalho, uma remuneração que reflita a nossa diferenciação, o cumprimento dos tetos máximos de horas extraordinárias e o cumprimento dos mínimos assistenciais nas equipas de urgência, de forma a poder dar resposta ao grau de exigência que nos é exigido, garantindo a segurança dos nossos utentes”, salientam na carta.

Os médicos realçam ainda que a MI é a especialidade médica sobre a qual assentam as estruturas hospitalares e os Serviços de Urgência de todo o país e alertam que sem a presença dos internos as escalas das urgências não se encontrariam regularmente preenchidas.

“Temos assistido a situações como as do Hospital São Francisco Xavier (Lisboa) em que as escalas de urgência de MI ficam repetidamente fragilizadas e reduzidas a internos de MI”, mas também noutros hospitais do país em que “se multiplica” o recurso a internos para preencher turnos de especialistas das escalas de urgência, “tendo esta prática sido tornada um hábito, em prejuízo da sua formação, nomeadamente no que respeita à restante atividade assistencial, como consulta e internamento”, lamentam.

Assim, salientam, “pouco tempo sobra” para cumprir “os números mínimos” exigidos nos currículos relativamente ao número de consultas, treino das inúmeras técnicas exigidas à especialidade, tempo para atividade como publicação de artigos e trabalho de investigação.

“Isto resulta numa formação deficiente, sufocada pelas exigências dos serviços de urgências e numa desmotivação crescente”, alertam.

Os médicos dizem que esta “espiral de insatisfação vai-se agravando todos os dias e é comum a várias especialidades médicas”.

Guardas florestais da GNR em greve no domingo

Em comunicado, no qual anunciam a greve, os guardas do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente, da GNR (SEPNA/GNR) querem a “definição da tabela remuneratória específica para a carreira profissional de guarda-florestal”, a “consagração dos suplementos remuneratórios, designadamente, por exercício de funções da carreira de guarda florestal e por trabalho em equipa de proteção florestal”.

Reivindicam ainda a “criação do Corpo de Guardas Florestais, com a adequada autonomia hierárquica e funcional”.

A greve dos guardas do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente, da GNR, foi marcada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais.

A federação diz ter aguardado até 10 de agosto por uma resposta da secretária de Estado da Proteção Civil, a quem diz ter enviado propostas “para serem debatidas num calendário de reuniões entre 27 de agosto e 07 de outubro”.

Como não recebeu resposta “decidiu avançar com uma paralisação de 24 horas” no domingo, dia da reabertura da caça a várias espécies cinegéticas.

Os guardas florestais já cumpriram um dia de greve e uma concentração junto ao ministério, no Terreiro do Paço, em Lisboa, a 15 de julho, também para exigir do Governo a abertura de um processo negocial para resolver as reivindicações apresentadas.

Praia da Lagoa na Póvoa de Varzim interditada a banhos

Na sua página de internet, a Autoridade Marítima Nacional explica que “após ter recebido a informação por parte da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) a desaconselhar a ida a banhos na praia da Lagoa, foram dadas instruções para que fosse hasteada a bandeira vermelha e colocados os avisos nos acessos” àquela praia no distrito do Porto.

No distrito do Porto, estão também interditadas a banhos, desde terça-feira, as praias de Canide Norte, Madalena Sul, Valadares Norte e Valadares Sul, todas no concelho de Vila Nova de Gaia.

Já na quarta-feira, também em Gaia, foi interditada a praia de Salgueiros, estando a câmara municipal a “aguardar os resultados de novas análises para poder reabrir as praias”, disse à Lusa fonte daquela autarquia.

Segundo a referida fonte, “a precipitação intensa ocorrida na madrugada do dia 16 provocou o arrastamento de matéria orgânica nas zonas urbanas de proximidade marítima, com elevada concentração de pessoas e afluência turística, e influenciaram os resultados da monitorização da qualidade da água balnear em algumas praias, realizada na manhã desse mesmo dia”.

Mais a sul, no distrito de Aveiro, estão interditadas a banhos, desde quinta-feira, também pela deteção de valores microbiológicos acima dos parâmetros de referência, as praias da Baía, Rua 37, Frente Azul, Paramos, Seca e Silvalde, no concelho de Espinho.

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