Ambiente: Espaços verdes de Famalicão contam com uma nova sinalização

O Município de Vila Nova de Famalicão está a sinalizar alguns espaços verdes do concelho com placas informativas que dão conta das novas práticas adotadas no tratamento e manutenção deles.

Estas novas soluções requerem menos recursos, nomeadamente água, que valorizam as espécies autóctones, os insetos polinizadores e o ecossistema e que podem ser reproduzidas em qualquer jardim, informa a autarquia.

Arisca: A padaria onde o pão faz bem

Já reparou que muito pão que compra tem mais ingredientes do que supostamente deveria ter?

Hoje, dia 21 de maio, celebra-se o dia Mundial Contra a Obesidade e a Padaria Arisca fala-nos do pão de fermentação natural e dos seus benefícios para a saúde.

Além da sua essência histórica, este pão segue a receita artesanal: água, farinha e sal. Só que na Arisca existe um ingrediente extra: o tempo.

Este pão distingue-se do pão industrializado em muitos fatores, todos eles ligados a uma melhor alimentação oferecendo também maior saciedade e sabor.

É um pão mais caro que o habitual, sim. Mas colocando na balança a saúde e o bem-estar, estes últimos têm sempre maior peso.

Conheça os benefícios do pão de fermentação lenta e natural:

  • Mais nutritivo do que o pão convencional
    A fermentação natural ajuda a melhorar as propriedades das fibras alimentares e ainda pode aumentar a absorção de minerais, produzindo novos nutrientes.
  • Tem menor índice glicémico
    Isto deve-se à baixa velocidade com que a glicose é libertada no sangue e por isso diminui o índice glicémico do pão. Desta forma, o pão de fermentação natural é uma melhor alternativa para os diabéticos.
  • Menos propenso a gerar intolerância alimentar
    Os ácidos presentes nos pães de fermentação natural tornam o glúten da farinha mais digerível, afastando a possibilidade de intolerância alimentar.
  • É rico em antioxidantes e probióticos
    Estudos indicam que as bactérias do ácido lático têm a capacidade de libertar antioxidantes durante a fermentação. Estes servem para ajudar a prevenir doenças como o cancro ou Alzheimer, além de favorecerem o bom funcionamento das células de todo o organismo. Por outro lado, os probióticos ajudam a melhorar a saúde intestinal.
  • Melhor textura e sabor
    Por último, mas não menos importante o fermento natural tem uma série de vantagens, como melhor firmeza, textura e sabor do pão graças às bactérias ácido-lácticas e às leveduras presentes na massa fermentada. Sourdough é o nome técnico da massa fermentada através de lactobacilos e leveduras presentes no ambiente e nos cereais da qual a farinha foi feita.

Motivos não lhe faltam, mas ainda assim o pão da Arisca tem um toque especial.

Demora cerca de 3 horas a levedar e todas as farinhas usadas são puras e sem aditivos. A moagem do milho é feita numa mó antiga e artesanal com mais de 300 anos no concelho de Famalicão.

É trabalhoso e exige dedicação, mas o resultado compensa tudo: um pão saudável e com sabor a antigamente.

Visite a Arisca!
Loja Centro:
?Av. Narciso Ferreira n.45 4760-105 Vila Nova de Famalicão
☎️ 252 317 417
Loja Mercado:
?Avenida Marechal Humberto Delgado, n.135 4760-012 Vila Nova de Famalicão

Técnicos de Emergência Médica denunciam falta de equipamento do INEM em acidente na A1

Em comunicado enviado à Lusa, a ATEM, depois de lamentar as três mortes, alerta que “as equipas do INEM não dispõem de equipamentos de proteção individual adequados à intervenção neste tipo de incidente”, salientando que os membros do INEM que participaram na operação de socorro na A1 “apresentavam-se unicamente de capacete, sem qualquer outro equipamento de proteção individual, nomeadamente casaco ou calças conforme ditam as mais elementares regras”.

Segundo aquela associação, “em todo o tipo de intervenção a regra nº 1 é a garantia da segurança das equipas que intervêm na prestação dos cuidados e socorro, o que aqui esteve em causa”.

A ATEM deixa, por isso, críticas ao INEM: “Aquilo que se deveria afigurar uma preocupação do INEM, a dotação das suas equipas de equipamentos de proteção individual, adequados à sua intervenção neste tipo de incidente, parece não ser prioritário, o que se lamenta e não se compreende”.

Com base na análise das imagens do acidente, que causou três mortos, seis feridos graves, cinco críticos e 22 feridos ligeiros, a ATEM realçou o facto de os elementos do INEM estarem só “com capacete e polo de manga curta” dentro do autocarro acidentado.

“Podemos de forma segura afirmar que as condições de segurança destes não estavam garantidas, podendo em última análise tornarem-se de igual modo em vítimas”, realça.

Além do equipamento inadequado por parte das equipas do INEM, a ATEM critica o número de pessoas no local: “De igual modo, alertamos para a presença de elementos alheios às operações, demasiadamente próximos, o que para além de colocar estes em risco, dificulta a prestação de cuidados e socorro das equipas empenhadas Teatro de Operações”.

O autocarro partiu esta manhã de Guimarães, no distrito de Braga, com peregrinos oriundos de três freguesias daquele concelho e tinha como destino o Santuário de Fátima, tendo-se despistado e embatido num poste elétrico cerca das 09:20 na A1, na zona da Mealhada.

No local, a Proteção Civil adiantou aos jornalistas que estiveram no terreno 57 viaturas, das quais cinco eram médicas e duas ambulâncias com suporte imediato de vida, 130 operacionais, um helicóptero, que acabou por não ser necessário utilizar, e duas equipas de apoio psicológico.

Dos feridos, foram transportados para o Hospital Universitário de Coimbra oito (três críticos e cinco graves) e 12 ligeiros, sendo que para o Hospital de Aveiro foram encaminhados dois feridos críticos, um ferido grave, oito feridos ligeiros e duas crianças, que foram socorridas no Hospital Pediátrico.

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