Rio Ave e Casa Pia estão na I Liga

Em Vila do Conde, o Rio Ave, que tinha sido despromovido na época passada, venceu por 3-0 os flavienses, com golos de Yakubu Aziz, logo no primeiro minuto, e Aderllan Santos, aos 77 e 80, terminando a prova no primeiro lugar, com 70 pontos, que lhe garante o título de campeão do segundo escalão pela quarta vez, depois de 1986, 1996 e 2003.

Com o desaire, o Desportivo de Chaves, que terminou reduzido a 10 elementos, por expulsão de Luís Rocha, aos 75 minutos, fecha o campeonato com 64 pontos e no terceiro lugar, que lhe permite participar no ‘play-off’ de manutenção/promoção diante do 16.º e antepenúltimo classificado da I Liga, no caso o Moreirense.

Já o Casa Pia confirmou o segundo posto da competição, com 68 pontos, e o consequente regresso à I Liga 83 anos depois, com uma goleada na visita ao Leixões, por 5-1. Zach Muscat (10 minutos), João Vieira (12), Jota (16 e 39) e Derick Poloni (90+3) assinaram os golos dos lisboetas, enquanto Léo Bolgado (61) reduziu para os leixonenses, que fecham a época no oitavo lugar, com 48 pontos.

Famalicão: Lomba vem reforçar segurança de peões e condutores na Av. Marechal Humberto Delgado

Condutores e peões estão, a partir de agora, mais seguros na Avenida Marechal Humberto Delgado, uma das principais artérias de circulação automóvel e pedonal de Vila Nova de Famalicão.

Esta semana foi instalada uma lomba com passadeira, nas proximidades do novo acesso ao estacionamento do antigo campo da feira.

A passadeira, a poucos metros da rotunda, foi substituída por esta nova lomba.

 

Fradelos: Um ferido em aparatoso acidente esta madrugada na Rua 25 de Abril

Os Bombeiros Voluntários de Famalicão e a SIV de Santo Tirso foram alertados, esta madrugada, para um acidente de viação, na Rua 25 de Abril, em Fradelos, Vila Nova de Famalicão.

Do sinistro, que terá terminado com o carro capotado numa zona florestal, resultou um ferido de “média gravidade”, avança aquela corporação de bombeiros.

A vítima foi transportada para o hospital depois de socorrida no local pelos soldados da paz.

Imagem: B.V.Famalicão

ASAE recebeu 400 denúncias sobre preços dos combustíveis

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) recebeu 400 denúncias relacionadas com o aumento do preço dos combustíveis, afirmou o inspetor-geral Pedro Portugal Gaspar, assegurando que continuará a ser feito o acompanhamento do mercado.

“Manteremos um acompanhamento do mercado como em tudo”, sendo ainda avaliado se a ASAE voltará ao “terreno” para monitorizar a evolução do preço dos combustíveis, avançou Pedro Portugal Gaspar, em entrevista à Antena 1 e ao Jornal de Negócios.

Após referir que estas “400 denúncias estão a ser analisadas”, o responsável da ASAE revelou que, das duas ações de monitorização dos preços realizadas no espaço de oito dias em 71 postos de combustíveis do país, verificou-se “algumas oscilações” nos preços.

Já em matéria de bens alimentares, o inspetor-geral disse que a ASAE tem estado a acompanhar o impacto da inflação nos preços, considerando que, apesar de terem sido detetados aumentos de 20 e 30%, os mesmos podem não constituir especulação.

“Nesta matéria, margens dos 20 ou 30% não me parece que vão reunir requisitos considerados de prática especulativa, tendo em conta que de facto também há, a montante na cadeia, vários elementos de encarecimento que podem justificar essa mesma oscilação”, disse.

No início do mês, a ASAE anunciou que detetou apenas uma situação de alegado incumprimento na aplicação da redução do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) nos postos de combustível que monitorizou.

Esta monitorização, a nível nacional, dos postos de abastecimento de combustível, teve o objetivo de verificar a implementação da nova medida de redução dos preços dos combustíveis, resultante da descida do ISP.

Esta ação “teve como pressuposto a verificação da oscilação dos preços por litro comparativamente a períodos anteriores, em especial, avaliando o impacto da redução do ISP no preço final ao consumidor”, explicou a autoridade.

Medina avisa: “Portugueses pagariam mais 27 cênt. p/litro de combustível se não fosse o governo”

Fernando Medina realçou que no total, entre novembro e o final de junho – entre subsídios a empresas e famílias e os impostos que o Estado deixou de cobrar – foram contabilizados 700 milhões em apoios.

O ministro das Finanças, Fernando Medina, disse esta sexta-feira que os portugueses pagam hoje menos 27 cêntimos por litro de combustível do que pagariam sem as medidas fiscais implementadas pelo Governo para mitigar o impacto dos preços da energia.

“Cada português paga hoje menos 27 cêntimos por litro quando vai à bomba de gasolina do que pagaria sem qualquer medida pública. Repito: sem as medidas que tomámos na área fiscal, os portugueses pagariam mais 27 cêntimos por litro de combustível do que hoje pagam”, disse esta sexta-feira durante uma audição na Comissão de Orçamento e Finanças (COF), no âmbito da discussão sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022).

Fernando Medina sublinhou que no total, entre novembro e o final de junho, e considerando os subsídios a empresas e famílias e os impostos que o Estado deixou de cobrar, contabiliza 700 milhões de euros em apoios.

O governante realçou ainda que o OE2022 inclui ainda 55 milhões de euros para apoiar as famílias mais vulneráveis com uma prestação única de 60 euros, e uma ajuda de 10 euros por mês na compra de botijas de gás, durante três meses, e o subsídio às empresas com uso intensivo de gás, totalizando 160 milhões de euros de apoio.

“O Orçamento responde à conjuntura e prolonga a linha política que seguimos desde 2016 de reforço dos rendimentos das famílias. Neste, nunca é demais sublinhar a trajetória de subida do salário mínimo nacional, que em 2022 subiu 6%, para 705 euros, ou seja, mais 560 euros anuais”, vincou.

Fernando Medina defendeu ainda que os dados trimestrais relativamente ao Produto Interno Bruto (PIB) indicam que o objetivo de crescimento para 2022 inscrito no Orçamento é alcançável.

“Entre os 11 países da União Europeia que já apresentaram dados, a economia portuguesa foi a que mais cresceu”, disse.

Perante a incerteza, Fernando Medina assinalou que “não há orçamento no mundo, mesmo nas economias mais ricas, que consiga defender tudo e todos de um choque desta magnitude”.

Incêndio consome instalações da Empresa Têxtil da Maganha na Trofa

Um incêndio, que terá tido início às primeiras horas da manhã deste domingo, consumiu parte das instalações da ETM – Empresa Têxtil da Maganha, localizada na Rua 16 de Maio, Trofa.

Segundo avança a Trofa TV, no combate ao incêndio estiveram pelo menos 30 bombeiros, apoiados por 10 viaturas.

O alerta foi dado cerca das 06h00.

No momento do fogo a fábrica não se encontrava a laborar.

 

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