Famalicão: Gala do Desporto em Gavião e Antas

Esta quinta-feira, dia 24 de março, com a presença do presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, decorre mais uma gala descentralizada para a entrega dos troféus, desta feita, aos campeões de Gavião e Antas

Em Gavião, a cerimónia está marcada para as 18h30, e em Antas às 19h45. Ambas decorrem nas respetivas sedes destas autarquias, sendo homenageados 7 atletas de cada localidade.

Recorde-se que a primeira cerimónia de entrega dos galardões “Famalicenses D’Ouro” decorreu na passada quinta-feira, com a homenagem aos atletas da União de Freguesias de Calendário e Vila Nova de Famalicão.

Tal como no ano passado, a entrega dos galardões está a decorrer de forma descentralizada e ao todo serão homenageados 84 atletas e instituições de 13 modalidades, num total de 11 sessões espalhadas por várias freguesias do concelho.

PSP aperta a fiscalização de quinta a domingo com “Operação Risco Mínimo”

A operação de fiscalização da PSP decorre entre quinta-feira e domingo.

A PSP realiza entre quinta-feira e domingo a operação de fiscalização rodoviária “Risco Mínimo” direcionada ao controlo do excesso de velocidade no continente e à condução sob o efeito do álcool nas Regiões Autónomas da Madeira e Açores.

Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública (PSP) lembra que entre 01 de janeiro e 15 de março deste ano, segundo dados provisórios, foram registados 9.716 acidentes, mais 2.941 do que em igual período do ano passado, correspondendo a um aumento de 43,4%.

Entre aquelas datas foram registadas 12 vítimas mortais, menos duas do que no período homólogo.

Quanto aos acidentes com vítimas, a PSP contabilizou um aumento de 45,5% do número de acidentes, em comparação com o período homólogo do ano transato, tendo o número de feridos ligeiros sofrido um aumento significativo (+904).

A PSP adianta ainda que no mesmo período foram registados 5.059 acidentes só com danos, ao passo que no período homólogo foram registados 7.220, um aumento de 42,7%.

Na nota, a PSP sublinha que “continuará a fiscalizar os comportamentos de risco dos condutores, principalmente as condutas que têm elevada prevalência e maior impacto na sinistralidade rodoviária, nomeadamente, excesso de velocidade, condução sob o efeito do álcool, uso indevido do telemóvel e a não utilização (ou utilização incorreta) dos cintos de segurança e sistemas de retenção”.

A polícia apela ainda a todos os condutores que respeitem as regras do Código da Estrada e legislação em vigor e que não adotem comportamentos de risco durante a condução.

Famalicão: Armindo Castro penhora Estado para receber indemnização de 62 mil euros

Armindo Castro penhorou o Estado para receber a indemnização de 62 mil euros, confirmada pelo Supremo Tribunal de Justiça e que o Estado ainda não pagou. Isto a propósito dos 914 dias em que esteve preso, julgado e condenado pelo homicídio da tia, em Joane, mas que veio-se a provar que não foi ele o autor do crime.

Ao Jornal de Notícias, o advogado de Armindo Castro confirma que foi instaurado um processo de execução contra o Estado para penhora de bens, lamenta também que ainda não tenha sido feito um pedido de desculpas ao seu cliente por «este clamoroso erro judiciário».

Em janeiro deste ano, o Tribunal da Relação confirmava a decisão da primeira instância relativa à indemnização, ou seja, 12.035 euros por danos patrimoniais e 50 mil euros por danos não patrimoniais. Por estes últimos, Armindo Castro pedia meio milhão de euros. A Relação afirmou que o homem «contribuiu de forma relevante para a aplicação da prisão preventiva», na medida em que confessou os factos perante órgão de polícia criminal e colaborou de forma ativa na reconstituição».

Recorde-se que o processo remonta a março de 2012. Em novembro de 2013, o Tribunal de Famalicão condenou o sobrinho da vítima, Armindo Castro, a 20 anos de prisão, pela autoria do homicídio. Durante o segundo julgamento, Armindo Castro explicou que, quando foi detido pela PJ, aceitou fazer a reconstituição do crime por se sentir “ameaçado” e por temer que a mãe, também presente nas instalações da Judiciária do Porto, ficasse detida.

Posteriormente, a Relação tinha baixado a pena para 12 anos, imputando ao arguido o crime de ofensas à integridade física qualificadas, agravadas pelo resultado morte.

Porém, em dezembro de 2014, Armindo Castro foi libertado, depois de um outro homem ter confessado a autoria do homicídio da idosa em Joane, que na altura era sua vizinha.

Armindo Castro foi novamente julgado e acabou por ser absolvido, em janeiro de 2018.

 

Famalicão: Comunhão Pascal dos BV Famalicenses realiza-se a 3 de abril

A tradicional Comunhão Pascal da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Famalicenses realiza-se a 3 de abril, com eucaristia na antiga Matriz.

O programa contempla, às 8h15, o hastear de bandeiras; trinta minutos depois decorre a eucaristia e, às 10h30, no quartel, a receção aos convidados.

Segue-se, às 11 horas, a sessão solene, com entrega de condecorações. No final, decorre o almoço no quartel Aníbal Alves de Oliveira.

Saúde: Joaquim Couto está a exercer medicina natural

Joaquim Barbosa Ferreira Couto, conhecido como Joaquim Couto, é licenciado em Medicina pela Universidade do Porto-S. João, trabalhou mais de sete anos no Hospital Geral de Stº António, hoje Centro Hospitalar e Universitário do Porto, e está aposentado como médico do SNS.

Entretanto, o clínico tirou um master em medicina natural pela Universidade de Santiago de Compostela (Espanha). Deste modo, formado em medicina convencional e medicina natural, conhece melhor o corpo humano e está apto a exercer a medicina que promove a saúde.

Exerce na MedRibeiro: Rua 25 de Abril – 4825-010 Santo Tirso, 910 446 777; e na Cliave: Av. 25 de Abril – 4760-101 Vila Nova de Famalicão, 252 330 860.

Nas suas palavras, Joaquim Couto dá a conhecer o que é a medicina natural: «Não é fácil abordar de modo simples a medicina natural, tratando-se apenas de uma abordagem da medicina mais no sentido de promover a saúde do que curar a doença. A medicina curativa deu um passo de gigante, sobretudo no século passado, embora as descobertas científicas anteriores tenham pressionado esses avanços, assim como a medicina de diagnóstico precoce. Já a medicina preventiva, no sentido de evitar a doença, só nas últimas décadas deu passos significativos. A razão é evidente. A medicina natural, como medicina não convencional, só foi legalizada em Portugal já depois da primeira década do século XXI! Estão assim legalizadas, para além da naturopatia, a acupuntura, a hidrologia, a homeopatia, a osteopatia, e quiroprática e o shiatsu, que de acordo com a lei devem percorrer os mesmos passos académicos da licenciatura em medicina convencional, organizando-se os seus profissionais, em tempo posterior também de acordo com a lei em vigor, em ordens profissionais».

«A medicina natural aborda assim formas de prevenir a doença, que é maioritariamente crônica e evitável. Também obviamente aborda e trata a doença crônica instalada», sublinha o clínico Joaquim Couto.

«Mas a medicina natural não se fica pela fisioterapia ou hidrologia. As recentes descobertas de investigadores como António Damásio e David Servan-Schreiber recolocaram em discussão as funções do neocórtex e a zona central do cérebro límbico como grandes responsáveis da nossa saúde física e mental. Com estas novas abordagens ganhou força a medicina tradicional chinesa que considera há milhares de anos o corpo, a mente e o espírito como uma unidade inserida no espaço e no tempo, que a filosofia taoísta aprofundou e fundamentou. Esta é uma abordagem cósmica, onde a gravidade, as fases da Lua, a noite e o dia, são influenciadores do nosso estado de saúde, e onde é possível intervir precocemente desde que nascemos», escreve Joaquim Couto.

Resumindo, «a moderna medicina ocidental permite complementar as observações sociológicas da medicina natural através da bioquímica, medicina nuclear e outras técnicas, permitindo uma simbiose sinérgica com todas as técnicas de promoção da saúde e terapias adequadas, aquando da doença instalada. Mesmo assim há um conjunto enorme de enfermidades que não cabem na medicina natural e como tal não devem ser criadas falsas expectativas à comunidade em geral. Aqui também no meio estará a virtude: saúde física e mental; alimentação racional; equilíbrio emocional».

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