Famalicense de 37 anos que faleceu em acidente de trabalho na Alemanha ficará lá sepultado

Vítor Faria, um dos fundadores do Rancho Folclórico Divino Salvador de Delães, que faleceu no passado fim de semana, será sepultado na Alemanha.

O corpo do famalicense, com 37 anos, natural de Oliveira São Mateus, que trabalhava numa empresa ligada ao ramo da engenharia e construção, vai a sepultar no país que há vários anos o acolheu. No entanto, na sua terra natal, este sábado às 17h00, haverá uma missa em sua memória.

Vítor Faria, também conhecido por Vítor Guitarras, emigrou para a Alemanha em busca de uma vida melhor, mas este sábado, um acidente de trabalho acabou por se revelar fatal para este famalicense que, mesmo no estrangeiro, mantinha forte ligação ao concelho.

 

Covid-19: Tem mais de 50 anos? Então também vai receber a terceira dose da vacina

A terceira dose da vacina contra a covid-19 vai começar a ser administrada a pessoas com 50 ou mais anos, anunciou hoje o secretário de Estado Adjunto e da Saúde.

“A atualização da norma da DGS 002/2021 será efetuada durante o dia de hoje, passando a faixa de elegibilidade dos igual ou mais de 65 anos para os 50 anos ou mais”, avançou António Lacerda Sales, à margem da cerimónia da tomada de posse do primeiro bastonário da Ordem dos Fisioterapeutas, António Lopes.

Assim, indicou, “as pessoas com mais de 50 anos também irão fazer o reforço da vacina” contra a covid-19.

Operação da GNR terminou com 1 860 litros de aguardente apreendida em Braga e no Porto

A Unidade de Ação Fiscal da GNR apreendeu 1.860 litros de aguardente nos distritos do Porto e de Braga.

Em comunicado, aquela autoridade revela que a mercadoria estava armazenada em locais não autorizados e sem controlo aduaneiro, fugindo assim às obrigações tributárias.

A aguardente apreendida terá o valor de 16.740 euros.

A ação decorreu com o apoio da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Subida dos combustíveis está a deixar tudo mais caro, alerta o INE

O impacto do encarecimento dos combustíveis no aumento dos preços é particularmente notório desde abril, segundo o INE, e os dados de novembro da inflação evidenciam já uma subida nos preços de diversos bens, sobretudo alimentares.

“É evidente o impacto significativo dos combustíveis, em particular desde abril”, refere o Instituto Nacional de Estatística (INE) no destaque relativo ao Índice de Preços no Consumidor (IPC) de novembro.

Além dos combustíveis, da eletricidade e gás e dos bens alimentares, o INE destaca ainda o aumento dos contributos para a evolução recente do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC, semelhante ao IPC, mas que inclui a despesa dos turistas) em Portugal das categorias dos ‘restaurantes e hotéis’ (+0,3 pontos percentuais) e das ‘viagens aéreas’ (+0,1 pontos percentuais).

De acordo com o INE, o aumento do preço dos combustíveis e da eletricidade “tem, por norma, impacto nos preços da generalidade dos restantes bens com o aumento dos custos de produção e de transporte”, mas, “em parte, estes efeitos podem ser diluídos numa redução eventualmente temporária da margem de lucro dos retalhistas”.

“Porém – salienta – em novembro já se evidenciam aumentos nos preços de um grande conjunto de bens, em particular nos bens alimentares, cujo contributo se situa em 0,3 pontos percentuais (aumento do contributo da classe dos ‘produtos alimentares e bebidas não alcoólicas’ em 0,2 pontos percentuais)”.

“Comparando o agregado IPC Total excluindo energia com o índice do agrupamento ‘bens de consumo’ do Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI), é evidente uma tendência de crescimento de preços semelhante nos dois indicadores, com acelerações significativas no terceiro trimestre”, precisa.

“Nos últimos meses, o IHPC em Portugal tem registado um comportamento ascendente, mas inferior à média da Área do Euro. Esta diferença pode ser explicada por um conjunto de fatores que afetaram em diferentes medidas os diversos países da Área do Euro”, refere.

Segundo explica, “parte das diferenças observadas resulta de efeitos nacionais específicos como, por exemplo, a redução temporária da taxa de IVA na Alemanha durante o segundo semestre de 2020, originando um aumento homólogo pronunciado em 2021 com impacto significativo no IHPC da Área do Euro”.

No caso de Portugal, precisa, “são de salientar algumas especificidades relacionadas com os produtos energéticos e o turismo”.

No caso dos produtos energéticos, o seu contributo para o IHPC de Portugal (1,1 pontos percentuais) é “significativamente inferior” ao estimado para a Área do Euro (2,6 pontos percentuais), sendo também “evidente um aumento na sua dispersão” desde o início de 2021.

“Este impacto desigual, consequência também de um ponderador muito inferior à média da Área do Euro para estes produtos, afeta fortemente o IHPC total: no caso de Portugal, este agregado contribuiu em novembro para cerca de 43% da variação homóloga total verificada, enquanto na Área do Euro o seu contributo explica mais de 52% da variação total estimada”, refere.

Segundo nota o instituto estatístico, “os aumentos nos preços dos combustíveis e da eletricidade verificados nos últimos meses têm tido impactos muito distintos entre os países da União Europeia”.

“Em relação aos combustíveis, o impacto dos aumentos do preço antes de impostos é diluído em função do peso dos impostos em cada país. Assim, um mesmo aumento do preço de base terá menor impacto relativo nos países com maior carga fiscal sobre os combustíveis, e vice-versa”, avança.

Em novembro, os combustíveis contribuíram em cerca de 0,9 pontos percentuais para a taxa de variação homóloga total do IHPC em Portugal (0,8 pontos percentuais em outubro).

Quanto à eletricidade, o INE nota que “a formação de preços no mercado retalhista português é definida, geralmente, em contratos anuais, atualizados em janeiro de cada ano, e por isso menos sensíveis a alterações infra-anuais dos preços da energia nos mercados grossistas”.

Adicionalmente, “os preços finais da energia incluem um conjunto de custos determinados anualmente pela ERSE, tendo por consequência um menor peso do custo da energia no preço final aplicado aos consumidores”.

Em novembro, a eletricidade e o gás registaram um contributo de cerca de 0,1 pontos percentuais para a taxa de variação homóloga total do IHPC em Portugal.

Para justificar o aumento do diferencial do IHPC em Portugal e na Área do Euro, o INE aponta ainda o facto de a estrutura de ponderação do IHPC português ter “características próprias, entre as quais se destaca um peso relativo das categorias relacionadas com o turismo superior ao dos restantes países em 2020”.

“O impacto da pandemia Covid-19 no turismo originou uma redução acentuada do ponderador da classe dos ‘restaurantes e hotéis’ no IHPC de 2021, sobretudo nos países com maior nível de turismo, com exceção de Espanha”, refere, acrescentando: “Nos últimos meses, tem-se verificado um aumento significativo das taxas de variação homóloga desta classe que, fruto da redução do seu peso, contribui em menor medida para o aumento do índice total que no passado.”

Lusa

É oficial: Já há medicamento contra a Covid-19 (eficácia a rondar os 90%)

A farmacêutica refere, em comunicado, que a conclusão sobre a eficácia do medicamento resultou de ensaios clínicos que mais de 2.200 pessoas, e corrobora o que foi anunciado no início de novembro com base em resultados preliminares.

De acordo com a Pfizer, nenhuma morte foi registada entre aqueles que receberam o tratamento.

Os participantes nos ensaios clínicos não estavam vacinados e apresentavam um risco elevado de desenvolverem um caso grave de covid-19.

A Pfizer anunciou igualmente que o tratamento antiviral, que será comercializado sob o nome Paxlovid, deverá manter a eficácia contra a variante Ómicron do coronavírus SARS-CoV-2, que provoca a doença covid-19.

“Isto sublinha o potencial deste (medicamento) candidato a salvar vidas de doentes no mundo”, declarou Albert Bourla, responsável da Pfizer, citado no comunicado.

“As variantes de preocupação como a Ómicron exacerbaram a necessidade de opções de tratamentos acessíveis para os que contraem o vírus”, acrescentou.

Os antivirais atuam para diminuir a capacidade de um vírus se replicar, aplacando também a doença.

Estes tratamentos representam um complemento chave das vacinas na proteção contra a covid-19, nomeadamente por serem muito fáceis de administrar.

A Pfizer está igualmente na origem de uma das vacinas contra a covid-19 mais usadas no mundo.

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