Greve dos Enfermeiros: Hospital garante cumprir lei da remuneração

O Centro Hospitalar do Médio Ave já reagiu à posição dos enfermeiros que estão contra o trabalho às horas extraordinárias por alegado incumprimento do descongelamento das carreiras.

Em comunicado, o CHMA diz que a reivindicação dos profissionais não pode ser satisfeita por “não se enquadrar na legislação aplicável”. A administração adianta que fez o reposicionamento dos ordenados conforme o que está previsto na lei, ou seja, a partir de 1 de janeiro de 2018.

O Centro Hospitalar do Médio Ave adianta que, apesar das limitações impostas pelos profissionais em greve, está a fazer os possíveis para garantir a normalidade dos cuidados aos utentes, mostrando-se disponível para o diálogo no sentido de se encontrar um consenso sobre esta matéria.

A Cidade Hoje tentou um esclarecimento junto dos enfermeiros sobre esta tomada de posição da entidade patronal. O grupo em causa remete explicações para a tarde desta quarta-feira.

 

Enfermeiros do Centro Hospitalar recusam fazer horas extraordinárias

Um grupo de cerca de 60 enfermeiros do Centro Hospitalar do Médio Ave acusa o conselho de administração de não estar a cumprir a progressão nas carreiras profissionais, conforme estipulado pelo Governo em 2018.

Em protesto, estes enfermeiros estão, desde a passada segunda-feira, 20 de maio, a cumprir apenas as 35 horas semanais, recusando-se a fazer horas extraordinárias e a executar qualquer outra atividade que não seja a prestação direta de cuidados aos doentes.

Dizem os enfermeiros que «apagar 20 anos de serviço» é uma «atitude altamente penalizadora, discriminatória e persecutória». Acrescentam que esta deliberação da administração do hospital coloca enfermeiros com vários anos de serviço a receber o mesmo que os colegas recém-formados.

Para além disso, acusam, o conselho de administração de determinar a devolução dos montantes que, alegadamente indevidamente pagos durante os poucos meses «em que estes enfermeiros foram tratados como os demais profissionais», o que conduz, no seu entender «a uma dupla discriminação: internamente, relativamente aos outros enfermeiros que já auferiam o “salário mínimo” em 2011, e externamente», face a profissionais exatamente nas mesmas condições que laboram noutros hospitais.

CIDADE HOJE sabe que o conselho de administração está reunido esta manhã para analisar a situação. Finda a reunião, será emitido um comunicado.

Casa das Artes celebra 18 anos com programa especial

No dia 1 de junho, a Casa das Artes completa o seu 18º aniversário. Para comemorar a data haverá três dias de festa, com um programa especial.

De véspera, dia 31 de maio, às 21h30, no grande auditório, será exibido “Alento”, um momento de dança/performance interpretado por Pedro Ramos e Sandra Rosado.

No dia 1 de junho, haverá dois momentos por um bilhete: os concertos de Sérgio Godinho e de Frankie Chavez.

Nos 18 anos da Casa das Artes, Sérgio Godinho traz a Famalicão, às 21h30, “Nação Valente”, o seu 18º álbum, que agrega colaborações com David Fonseca, Filipe Raposo, Hélder Gonçalves, Pedro da Silva Martins e um velho companheiro, José Mário Branco.

Finda a atuação de Sérgio Godinho, pelas 23h00, no Foyer, é proporcionada a “I Don’t Belong Tour”, com Frankie Chavez a solo.

No dia 2 de junho, às 11h30, o grande auditório recebe “Música para Famílias 2019”, no 4º Ciclo de Concertos Promenade, sob o mote “Encruzilhadas”.

O programa de aniversário encerra com as atenções viradas para o público mais novo, com a oferta de cinema de animação, no grande auditório, às 16 horas e às 18 horas, com “Dumbo”, de Tim Burton.

É desta forma que a Casa das Artes vai celebrar o 18.º aniversário. Inaugurado a 1 de junho de 2001, este equipamento cultural, do arquiteto Pedro Ramalho, integra a Rede Nacional de Teatros e Cineteatros.

David Fonseca e Miguel Araújo cantam nas Antoninas

Miguel Araújo e David Fonseca são as grandes atrações musicais das Festas Antoninas. Festividades que decorrem de 7 a 13 de junho, com muitas outras iniciativas, entre as quais o regresso da Descida Mais Louca a 10 de junho.

As propostas são culturais, religiosas e desportivas. Há concertos, marchas, missa com distribuição do Pão de Santo António, a procissão alusiva ao santo popular, provas de atletismo, folclore e muita e boa gastronomia.

Um dos grandes destaques são as Marchas Antoninas que saem à rua na noite de 12 de junho. O ambiente é de saudável competição entre associações e freguesias, que entre músicas e coreografias fazem a festa.

Os concertos, de entrada livre, são um dos atrativos mais fortes da programação. David Fonseca atua a 9 de junho e Miguel Araújo a 11, na Praça D. Maria II.

Mas as noites não se fazem só com concertos. Há arraiais, sardinhadas, fogueiras, e outras tradições populares. Por estes dias, o centro da cidade fervilha de alegria e de festa, com milhares de pessoas nas ruas.

E a identidade destas festas faz-se também com as manifestações religiosas. Na manhã do dia 13 realiza-se na capela de Santo António a missa, com distribuição do pão de Santo António; à tarde tem lugar a procissão.

Ultimamente o desporto tem vindo a ganhar cada vez mais espaço. Este ano há mais de uma dezena de atividades desportivas, com destaque para o Grande Prémio de Atletismo Bernardino Machado, para a Caminhada Camiliana e a Descida Mais Louca.

Como habitual, os mais pequenos abrem as festividades, com toda a criatividade das marchas infantis. Desfilam na sexta-feira, 7 de junho.

Carlos Pinto e Famalicão dão por terminada relação de dois meses

Carlos Pinto cessou funções no FC Famalicão. Ao cabo de oito jornadas, com sete vitórias e apenas uma derrota, e consumada a subida de divisão, o treinador dá por terminada a curta passagem pelo clube.

Em comunicado, a SAD refere que o treinador ainda não tem habilitações para treinar na primeira liga e que, por isso, a sua saída estava previamente acordada.

A Carlos Pinto e restantes elementos que o acompanharam, o clube deseja as maiores felicidade profissionais.

Entretanto, nos próximos dias, será anunciado o treinador que vai liderar a equipa na 1.ª divisão.

Câmara presta homenagem ao Futebol Clube de Famalicão pela subida de divisão

Jogadores, equipa técnica e direção do Futebol Clube de Famalicão foram recebidos esta segunda-feira pelo presidente da Câmara Municipal.

A homenagem simbólica, com troca de lembranças, deve-se à subida de divisão, feito histórico alcançado 25 anos depois da última presença no clube entre os maiores emblemas do futebol.

Paulo Cunha frisou que mesmo aquele que não é adepto de futebol reconhece os méritos do clube da terra. O autarca espera que o FC Famalicão se mantenha por muitos anos no patamar maior do futebol e apelou aos adeptos para que saibam receber as equipas adversárias.

O presidente da direção do Futebol Clube de Famalicão Jorge Silva recordou o percurso do clube, com altos e baixos, até à concretização deste feito. Disse que a constituição da SAD e aquisição pela Quantum Pacific Group se revelou um projeto bem conseguido.

Miguel Ribeiro, diretor executivo da SAD do Famalicão, não levantou o véu sobre o que será o futuro da equipa técnica e jogadores, mas avançou que o objetivo é criar uma cultura desportiva de vitórias.

O melhoramento das infraestruturas do estádio irá contribuir para a concretização do sonho. Obras que poderão arrancar ainda este ano.