Trabalhadores das IPSS em greve

Os trabalhadores das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) vão estar hoje em greve e vão manifestar-se pela valorização das carreiras, aumentos salariais e do valor pago em dia feriado.

Célia Lopes, dirigente sindical do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal disse à Lusa na terça-feira que os trabalhadores das IPSS vão estar em greve durante o dia e vão concentrar-se no Porto, em frente à sede da Confederação Nacional das Instituições Particulares de Solidariedade Social (CNIS), para reivindicar melhores condições de trabalho para as cerca de 60 mil pessoas que trabalham nestas instituições.

Célia Lopes adiantou que os trabalhadores vão exigir a revisão do seu contrato coletivo de trabalho, uma matéria que começou a ser negociada em outubro do ano passado, mas cujo processo estagnou.

Segundo a dirigente sindical, o motivo dado pela CNIS foi o facto de ainda não ter sido assinado o novo acordo de cooperação com o Estado, e que deveria ter ficado fechado até ao final de 2018.

“Pese embora isso, os trabalhadores entendem que o salário mínimo nacional subiu, mais uma vez as suas carreiras profissionais foram desvalorizadas porque estão a receber salários muito próximos do salário mínimo nacional e entendem que a atualização do seu salário tem de ter efeitos a janeiro”, apontou.

Outra das questões que levam à ação de luta, é a forma de pagamento dos dias feriados, tendo a sindicalista adiantado que os trabalhadores das IPSS “sempre que prestam trabalho no feriado apenas são compensados com metade do tempo que trabalharam ou com o pagamento de metade das horas que trabalharam”, tudo por causa da não regulamentação do contrato coletivo de trabalho.

Célia Lopes sublinhou que esta é uma questão que afeta muitos trabalhadores das IPSS, sobretudo os que estão nas unidades de cuidados continuados, nos lares ou nos centros de acolhimento temporário de crianças e jovens em risco, e que têm de funcionar 24 horas por dia, 365 dias por ano.

“É uma questão que os trabalhadores consideram injusta, quase que trabalho forçado e é uma matéria que querem ver resolvida no âmbito da negociação deste contrato coletivo de trabalho”, destacou.

Incêndio obriga a corte da A28

Devido a um incêndio, que está a deflagrar em Esposende, a circulação rodoviária na A28 está cortada ao trânsito.

A autoestrada está cortada nos dois sentidos entre os nós de Esposende e das Antas.

O combate às chamas está a ser feito com ajuda de quase 40 homens e 10 veículos.

De Vila Nova de Famalicão estão presentes no terreno os Bombeiros Voluntários de Famalicão e Riba d’Ave.

Incêndios florestais em vários pontos do concelho marcam a noite

A madrugada desta terça-feira promete ser de algum trabalho para os bombeiros do concelho.

De acordo com informações recolhidas junto da proteção civil, desde as 21h00 desta segunda-feira, as corporações de bombeiros de Vila Nova de Famalicão foram chamadas para combater as chamas em pelo menos três freguesias.

Todas as ocorrências foram em zonas florestais, nas freguesias de Lousado, Mogege e Vale S.Cosme.

O vento que se faz sentir nesta noite poderá ser um aliado das chamas e dificultar o trabalho dos soldados da paz.

Filho agride mãe idosa em Bairro

Um homem terá agredido a sua progenitora na noite desta segunda-feira, na freguesia de Bairro.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, a agressão terá acontecido por volta das 23h00, no interior da habitação onde o agressor e a vitima residem, na Rua de S. Tiago.

A mulher, com cerca de 80 anos, foi assistida no local pelos bombeiros voluntários de Riba d’Ave e recusou ser transportada para o hospital.

No local, para tomar conta da ocorrência, também estiveram elementos da GNR.

B.V.Famalicão chamados a fábrica em Calendário

Os Bombeiros Voluntários de Famalicão foram chamados, esta noite, para um incêndio numa unidade fabril localizada na Avenida Dom Afonso Henriques, na freguesia de Calendário, em Vila Nova de Famalicão.

O alerta foi dado por volta das 22h30 e, no local, estiveram quase duas dezenas de operacionais que rapidamente extinguiram o foco de incêndio que ficou confinado a uma conduta.

A rápida intervenção dos bombeiros evitou que as chamas se propagassem para outras estruturas.