A falta de limpeza nas bermas e valetas das estradas nacionais que atravessam o concelho de Vila Nova de Famalicão, nomeadamente na EN14, EN204 e EN206, tem sido um problema que a Câmara Municipal tem acompanhado de perto e que tem deixado os responsáveis municipais preocupados. Para além da forte vegetação que, em muitos casos impede a passagem dos peões nos passeios, o lixo acumulado junto às vias, resulta numa ameaça à segurança das pessoas e num aumento do risco de incêndios florestais.
De acordo com o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “a autarquia tem alertado insistentemente as entidades nacionais competentes para este problema, fazendo-lhes chegar a informação sobre a falta de limpeza, conservação e manutenção das infraestruturas rodoviárias no concelho”.
Sem competência para intervir, “a autarquia tem feito aquilo que lhe incube que é reclamar e alertar, ficando a aguardar uma resposta das referidas instituições que têm a cargo a manutenção das estradas nacionais”, acrescenta Paulo Cunha.
Por outro lado, a Câmara Municipal pretende sensibilizar a população para a necessidade de adotar hábitos ambientais mais saudáveis. “Queremos envolver toda a comunidade na promoção de um território mais limpo e livre de lixo”, adianta Paulo Cunha. “O lixo lançado ao chão concentra-se em sítios de difícil acesso, como as bermas das estradas, junto às rotundas ou no meio das matas, tornando-se um perigo para a segurança rodoviária e até para a saúde pública”, acrescenta.
Com a chegada do verão e do tempo quente, as caminhadas ao ar livre aumentam significativamente “e este cenário torna-se uma séria ameaça à segurança dos peões, mas também dos automobilistas”, explica ainda o autarca.
Refira-se que a limpeza das faixas de gestão de combustível nas redes rodoviária e ferroviária é da responsabilidade das Infraestruturas de Portugal (IP). Por outro lado, a limpeza das estradas municipais é da responsabilidade das autarquias. Neste âmbito, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão investe anualmente perto de 200 mil euros em todo o concelho.





“Estava a ver a CMTV e, com os dados que estavam a dar, tudo bate certo com o meu irmão, que está desaparecido há 10 anos. Por isso, vim cá tentar saber mais”, disse Luís Azevedo, irmão do desaparecido, junto ao local onde as ossadas foram encontradas. “A PJ já esteve em casa da minha mãe e levou uma amostra de saliva para confirmar com os exames que é mesmo o meu irmão, mas é quase 100% certo”, disse este domingo. Os restos mortais foram removidos para a morgue de Braga, onde vão ser autopsiados e alvo de exames de ADN para confirmar a identidade.