SPORTING NOVAMENTE NO CAMINHO DO FC FAMALICÃO

O sorteio da quarta eliminatória da Taça de Portugal ditou a visita do FC Famalicão a Lisboa, para defrontar o Sporting. Recorde-se que já na época passada, desta feita em casa, o emblema famalicense mediu forças, para a mesma competição, com a equipa treinada por Jorge Jesus, perdendo por 0-1.

Ainda segundo o sorteio, realizado ao início desta tarde na Federação Portuguesa de Futebol, a AD Oliveirense recebe, no Campo de Ribes, o Marítimo, formação treinada pelo bem conhecido Daniel Ramos. A quarta eliminatória disputa-se a 18 e 19 de novembro.

(Foto: FC Famalicão)

CONCERTO PARA ANGARIAR FUNDOS

No próximo dia 28 de outubro, o auditório da igreja nova de S. Tiago de Antas recebe mais um concerto solidário. Trata-se de mais uma iniciativa para angariar fundos para pagar o empréstimo que a paróquia contraiu para a construção da nova igreja. O concerto, com voz, violino e piano decorre a partir das 21h30.

FAMALICÃO RECORDA SILVA MENDES

Manuel da Silva Mendes, professor e reitor do Liceu de Macau, advogado, juiz, filósofo, político, sinólogo, será recordado, no dia 23 de outubro, data em que se assinala 150 anos do nascimento deste famalicense que se distinguiu como um dos intelectuais mais representativos da história de Macau, no primeiro quartel do século XX.

De espírito multifacetado, Manuel da Silva Mendes dedicou-se, também, ao estudo da filosofia taoísta e arte chinesa, como erudito e colecionador.

Para assinalar os 150 anos do seu nascimento a Associação Amigos do Livro em Macau, com o apoio da Câmara Municipal e da Fundação Jorge Álvares, promove um colóquio, que vai decorrer no Centro de Estudos Camilianos, em São Miguel de Seide. A iniciativa ficará marcada pelo lançamento do livro “Manuel da Silva Mendes: Memória e Pensamento”, às 18 horas. A obra contém três ensaios sobre esta importante figura da história social de Macau, de autoria de António Aresta, Amadeu Gonçalves e Tiago Quadros, e todos os textos de Silva Mendes sobre Arte, Filosofia e Religião, Cultura e Tradições Chinesas publicados na Imprensa e em livro.

No colóquio, que decorrerá durante o dia, participam Ana Cristina Alves (“O taoismo de Silva Mendes”), António Aresta (“Manuel da Silva Mendes, um intelectual português em Macau”), António Graça de Abreu (“Manuel da Silva Mendes e Camilo Pessanha, a Inimizade Inteligente”), Amadeu Gonçalves (“Manuel da Silva Mendes: 150 Anos entre V. N. de Famalicão e Macau e/ou entre o anarquismo e o taoismo”), Aureliano Barata (“Manuel da Silva Mendes: um olhar sobre Macau e o seu ensino”), Norberto Cunha (“Silva Mendes e o Marxismo”) e Rui Lopo (“É preciso fazermo-nos chineses”: Do Orientalismo à Sinofilia – do expatriamento ao voto de Bodhisattva).

Silva Mendes, natural de São Miguel das Aves, na altura pertencente ao concelho de Vila Nova de Famalicão, viveu em Macau, de 1901 a 1931.

MOUSSE DE MARACUJÁ

1/2 Lata de leite condensado

150g Polpa de maracujá

1 Iogurte natural

1 Pacote de natas

100g Pão de ló

Folhas de cidreira fresca q.b.

 

Numa tigela, misture o leite condensado com o iogurte e a polpa de maracujá. Reserva alguma polpa para a decoração.

Bata as natas até ficarem espessas.

Adicione a mistura de leite condensado às natas envolvendo cuidadosamente.

No fundo de uma taça ou tigela, coloque o ão-de-ló em pequenos pedaços e de seguida a mousse de maracujá.

Leve a refrigerar durante pelo menos 2 horas.

Antes de servir, decore com um pouco de polpa de maracujá e a cidreira.

 

Lígia Santos

www.clubmastercook.com

www.casasdali.pt

CÂMARA LANÇA LIVRO SOBRE A HISTÓRIA DO CONCELHO

A Câmara Municipal editou recentemente, em dois volumes, a história do concelho, desde 1835 até 2015. Com o título “Portas da História”, apresenta textos de António Joaquim, Amadeu Gonçalves, Artur Sá da Costa e Daniel Faria, com coordenação de António Joaquim e José Agostinho Pereira. O design gráfico pertence a Raquel Bragança.

A obra «é mais um contributo para o conhecimento e aprofundamento da História de Vila Nova de Famalicão, muito particularmente desde a fundação do concelho, em 1835, quando as terras de Vila Nova se libertaram do domínio de Barcelos, conquistando autonomia política», refere Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal.

O primeiro volume explora o percurso coletivo de Vila Nova de Famalicão enquanto município, desde a sua fundação, ainda na Monarquia Constitucional, até à Segunda República com olhar atento sobre as primeiras décadas da municipalidade, a cruzada republicana no concelho e a afirmação da oposição democrática, entre outros temas.

Já o segundo volume desenvolve-se a partir da Revolução de 25 de Abril de 1974 e o papel das autarquias locais, nomeadamente o contributo de Vila Nova de Famalicão, prosseguindo pela Terceira República. Uma cronologia da autoria de Amadeu Gonçalves entre 1835 e 2015 dá-nos no último terço da obra «o esqueleto do tempo que forma os fundamentos de tudo o resto».

No texto final da obra, o coordenador António Joaquim Pinto da Silva faz referência a alguns equívocos que foi necessário destruir. «Famalicão terra sem história, foi, talvez, o paradigma que mais custou a destruir». A obra é para todos os famalicenses, com Artur Sá da Costa a garantir que «quem o fizer viverá a surpresa de ser obrigado a rever opiniões e juízos tomados até hoje como certos e consensuais», porque, a seu ver, «o que parece seguro, é que afinal temos um passado histórico. Temos uma identidade territorial, histórica e cultural».

A obra encontra-se disponível para consulta na Rede Municipal de Leitura Pública de Vila Nova de Famalicão e para aquisição na Livraria Municipal, sita na Casa do Território, no Parque da Devesa.

UNIVERSIDADE DO MINHO ESCOLHE A GERAÇÕES

No âmbito de um protocolo celebrado entre a Universidade do Minho e a Associação Gerações, três finalistas do mestrado em educação pré-escolar e ensino do 1º ciclo do ensino básico estão a estagiar na instituição, com o objetivo de aprofundarem os seus conhecimentos e viverem de perto o trabalho desenvolvido com as crianças.

Este é um protocolo de vantagens mútuas para as duas instituições e uma mais-valia para as finalistas da UM: permite o tratamento de novas técnicas e de novas abordagens à educação infantil, reforçando a capacitação das colaboradoras da Associação Gerações; e reforça as competências das estagiárias numa instituição que é reconhecida pela inovação e pela abertura às novas correntes pedagógicas. As grandes beneficiárias desta interação entre os recursos humanos da Associação Gerações, as alunas e a Universidade do Minho, são as crianças que frequentam a instituição.

A permanência na Associação Gerações das finalistas da Universidade do Minho vai até janeiro, durante quatro dias por semana. Para além das rotinas diárias (acolhimento, higiene pessoal, atividades exteriores, atividades de sala, prolongamentos, refeições, entre outros), as finalistas envolvem-se, também, noutras iniciativas e ações que a Gerações, com as suas educadoras, desenvolve para as crianças.

 

Pintar Vivaldi

Dos projetos em desenvolvimento nesta altura do ano, as atenções viraram-se para a higiene dentária e para as comemorações do “Dia Internacional da Música”. Numa e noutra situação as crianças deixam a sua “marca” e as suas impressões que, em muitos casos, são verdadeiras caixinhas de surpresas.

No primeiro caso, a pesquisa desenvolvida pelas crianças levou-as à descoberta dos “micróbios” e dos “bichos” que atacam os dentes se não tiverem o cuidado de os lavar e de os escovar várias vezes ao dia.

Na preparação do “Dia Internacional da Música”, as crianças, antes da “hora do sono”, foram convidadas a ouvir António Vivaldi, um “mestre” da música clássica de estilo Barroco. Esta atividade levou-as a expressar, através de desenhos e pinturas, os seus sentimentos ao escutarem Vivaldi e foi uma surpresa muito rica verificar como elas expressaram os sentimentos que a música lhes provocou.