Famalicão: Associações da Lagoa têm um novo espaço à sua disposição

A Associação Desperta e Brinca e a LACS – Associação Cultural S. Salvador da Lagoa já têm um novo espaço à sua disposição. Trata-se do antigo edifício escolar de Lagoa, na Rua da Escola, que foi inaugurado este domingo. A adaptação do edifício resulta de um investimento municipal de 30 mil euros. Para além da atual ocupação, ainda há salas disponíveis para a comunidade.

«Estamos muito satisfeitos por ter sido possível realizar esta obra», refere António Gomes. O presidente da União de Freguesias de Avidos e Lagoa recorda que antes as associações «não tinham um espaço que lhes fosse dedicado. Felizmente foi possível reabilitar o antigo edifício escolar que, agora, passa a estar disponível para as associações reunir e guardar os seus materiais».

O presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Mário Passos, considerou que é «importante» que se continue «a valorizar as associações do concelho. Temos um forte movimento associativo que merece ser reconhecido quer pela forma como contribui para o crescimento do território, quer pela forma como ajuda a manter e valorizar as nossas tradições e costumes».

O dia da inauguração ficou ainda marcado pela 5.ª edição do Mercado dos Doces e pelo concurso Doce de Perdição, organizado pela Comissão Social Inter-Freguesias de Avidos, Lagoa, Landim e Seide.

Famalicão: PSP com radar na N14 em dois dias da próxima semana

A PSP vai realizar duas operações de controlo de velocidade com radar móvel na Estrada Nacional 14, em Vila Nova de Famalicão, nos dias 7 e 8 de julho. A ação decorre na Avenida Santiago de Gavião e insere-se numa campanha de prevenção rodoviária.

No dia 7 de julho, o controlo será feito entre as 9h00 e as 11h00. Já no dia 8, a operação repete-se das 13h00 às 15h00, no mesmo local.

A PSP apela ao cumprimento dos limites de velocidade e lembra que o objetivo é aumentar a segurança nas estradas.

Vila do Conde: Duas jovens de Famalicão resgatadas do mar

Duas irmãs, naturais de Famalicão, foram esta segunda-feira resgatadas do mar na Praia do Parque de Campismo, em Azurara, Vila do Conde, após ficarem em dificuldades dentro de água.

As jovens, de 21 e 18 anos, apresentavam sintomas de exaustão, náuseas, tosse e queixas de terem engolido água. Uma delas terá entrado em pânico, e a outra tentou socorrê-la, acabando ambas por precisar de ajuda.

O resgate foi iniciado pela moto 4×4 da praia, com apoio dos nadadores-salvadores do Parque de Campismo e do SET Lounge. A equipa da ANS Os Golfinhos – Mindelo também prestou apoio em terra.

Já em segurança, as vítimas foram avaliadas por uma enfermeira no local e, devido aos sintomas, foram transportadas pelos Bombeiros Voluntários de Vila do Conde para o Hospital da Póvoa de Varzim e Vila do Conde. As jovens mantiveram-se conscientes durante todo o processo.

Famalicão: Eduardo Oliveira promete habitação colaborativa para os seniores

O candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão propõe a criação de residências comunitárias e projetos de habitação colaborativa sénior para responder ao envelhecimento da população e ao aumento da solidão. «Uma sociedade mais justa exige políticas públicas que promovam a dignidade, a inclusão e o apoio à população sénior», defende Eduardo Oliveira em comunicado.

Neste sentido, considera que as residências comunitárias «são pensadas para responder a necessidades sociais emergentes, promovendo o convívio intergeracional, o apoio familiar e até a criação de redes solidárias para emergências», enquanto que a habitação colaborativa «é um modelo inovador em que os residentes vivem em casas privadas, mas partilham espaços comuns, fomentando a entreajuda e combatendo o isolamento».

Estas propostas passam pela sensibilização da população, através de campanhas informativas e pela criação de um gabinete técnico para desenvolvimento de projetos, para apoio em matérias como legislação, financiamento ou identificação de terrenos municipais.

A inclusão do “cohousing” (habitação colaborativa) nos planos municipais de habitação prevê áreas específicas para a construção deste tipo de habitação, bem como a criação de regulamentos urbanísticos que defina requisitos específicos para espaços comuns e áreas verdes. Inspirado num modelo dinamarquês dos anos 70, o “cohousing” baseia-se em cinco pilares: planeamento coletivo, equilíbrio entre privacidade e comunidade, sustentabilidade, apoio mútuo e autogestão.

Apesar de especialmente direcionado para seniores independentes ou casais idosos, Eduardo Oliveira salienta que este modelo também pode beneficiar pessoas sem rede familiar próxima.

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