Adriana Gonçalves e Sónia Gonçalves, atletas do Famalicense Atlético Clube, foram novamente chamadas para representar Portugal. As duas atletas de badminton vão competir nos Mediterranean Games que irão decorrer entre os dias 25 de junho e 5 de julho, em Oran, Argélia.
Para além das irmãs Gonçalves, Portugal estará representado por Diogo Glória e Gabriel Rodrigues.
Recorde-se que este mês, de 25 a 30 de abril, Sónia e Adriana estarão em representação de Portugal, nos Campeonato da Europa de Badminton, que se disputam em Madrid. Sónia competirá em singulares e em pares, com a irmã Adriana.
O cemitério paroquial e o Parque do Quinteiro, em Oliveira S. Mateus, têm sido alvo de atos de vandalismo.
Os atos têm sido constantes, sendo que no cemitério, para além do vandalismo, também têm ocorrido furtos.
Esta situação levou a autarquia local a tomar uma posição, com um alerta nas redes sociais, pedindo a que cada habitante faça o seu trabalho de agente da comunidade, zelando pela sua freguesia.
No Parque do Quinteiro têm sido destruídas estruturas colocadas para usufruto da comunidade, já no cemitério paroquial a Junta de Freguesia fala de falta de civismo para com a comunidade e os entes queridos, registando-se o roubo de velas, aros de prata, floreiras, entre outros. Na tarde desta quinta-feira até um balde de estrume foi atirado do exterior para o interior do cemitério.
A Junta de Freguesia já substituiu as estruturas e os acessórios dos equipamentos desportivos vandalizados no Parque do Quinteiro.
Relativamente ao cemitério paroquial, a autarquia está já a desenvolver diligências no sentido de tentar resolver e amenizar o impacto das situações decorridas. Uma das primeiras medidas passa por definir horários de abertura e encerramento diário do espaço.
A equipa sub-23 do Futebol Clube de Famalicão começa, este sábado, a competir na Taça Revelação. Às 16 horas, no campo número dois do Estádio Municipal recebe o Benfica.
O conjunto orientado por Luís Silva está no Grupo B e, para além do SL Benfica, tem a companhia do Rio Ave FC e SC Braga. Esta fase disputa-se a uma só volta e os dois primeiros classificados de cada grupo serão apurados para as meias-finais, que serão disputadas a duas mãos. A final da Taça Revelação está marcada para 24 de maio.
Segundo o calendário, e depois do jogo deste sábado, o Famalicão recebe a 26 de abril o Rio Ave. Na terceira jornada, marcada para 2 de maio, o conjunto famalicense desloca-se a Braga.
Aatriz Eunice Muñoz, que morreu hoje, em Lisboa, aos 93 anos, nunca não se imaginou fora do teatro, apesar de sempre se ter considerado “uma mulher como as outras, mãe de seis filhos, com netos e bisnetos”.
Com 80 anos de carreira, Eunice Muñoz, porém, é o teatro.
“Sou uma pessoa como outra qualquer”, e gostava de ser lembrada assim, como uma “mulher simples”, embora não pudesse “deixar de ser atriz”, disse à agência Lusa, no passado mês de setembro.
Na altura, preparava o regresso aos palcos para mais um ciclo de representações da sua derradeira peça, “A margem do tempo”, do alemão Franz Xaver Kroetz, que interpretou com a neta Lídia Muñoz, em diferentes palcos do país.
Dez anos antes, quando assinalou os 70 anos sobre a sua estreia, ocorrida no palco do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, as suas declarações tinham já a essência dessa vontade, de ser lembrada como a pessoa comum que, no entanto, procurou “fazer sempre melhor”, pois “não podia ser outra coisa, só podia ser atriz”.
Eunice Muñoz só se afastou dos palcos dos 23 aos 27 anos, depois do nascimento da primeira filha, quando já somava uma década de trabalho e dezenas de personagens por si interpretadas, no final da carreira, em 2012, e entre 1972 e 1976, altura em que a televisão e a gravação de poetas portugueses ocuparam os seus dias.
De uma vida inteira no teatro, o seu “grande amor”, a única queixa de Eunice Muñoz prendia-se com a ditadura do Estado Novo e as peças que gostava de ter feito e que lhe “foram roubadas” pela censura.
“Eu e toda a minha geração apanhámos efetivamente esse corte medonho, como quem tira um bocado duma perna”, disse Eunice Muñoz à agência Lusa em novembro de 2011, referindo-se à ditadura, que marcou 33 anos do seu percurso profissional.
“Esse repertório proibido, fez muita falta”, prosseguiu então Eunice Muñoz, exemplificando com “Mãe Coragem”, de Bertolt Brecht, que só interpretou em 1986, no Teatro Aberto, dirigida por João Lourenço, mas também com a “Cantora Careca” de Ionesco, que não consta do seu percurso.
“E hoje olho para estes jovens com uma grande satisfação, porque, desde a Revolução, não sabem o que isso é, e ainda bem”, assegurou.
Nascida a 30 de julho de 1928, na Amareleja, Moura, no distrito de Beja, numa rua que tem o seu nome, Eunice Muñoz descende de uma família de três gerações de atores, dos espanhóis Muñoz, no teatro, e dos sicilianos Cardinalli, no circo.
Aos cinco anos, já realizava números musicais, na companhia teatral ambulante da família, a Troupe Carmo. Tímida, chegava a inventar dores de barriga para evitar as caras que olhavam para ela em palco, como recordou em diferentes entrevistas, recordando a sua “infância nómada”.
Fixou-se em Lisboa em 1934. Poucos anos depois, “sem saber como”, repararam nela e estreou-se em “Vendaval”, de Virgínia Vitorino, no Teatro Nacional D. Maria II, na então companhia Rey Colaço-Robles Monteiro. Foi em 28 de novembro de 1941.
Fazia de Isabel e a seu lado estavam atores consagrados como Palmira Bastos, Amélia Rey Colaço, Maria Lalande, Lucília Simões, Raul de Carvalho, Alves da Cunha, João Villaret.
Tinha 13 anos e viria a entrar pouco depois para a histórica companhia, ainda adolescente, onde teve como mestra Amélia Rey Colaço. “Senhora D. Amélia Rey Colaço”, como dizia.
“Eu era uma miúda e ela foi sempre uma pessoa maravilhosa para mim. Tinha por mim uma imensa ternura e eu, por ela, um respeito enorme e veneração”.
Aos 14 anos, pôde entrar para o Conservatório, de onde saiu aos 17, com o curso de Teatro e uma média final de 18 valores.
Mas atuou, atuou sempre, como em 1943, na “Riquezas da sua avó”, ao lado de Palmira Bastos.
“As coisas na minha vida foram sempre acontecendo”, disse à Lusa, em 2011. “Nunca mexi muito, nunca fiz grandes esforços para representar peças de que gostaria”.
“Sou muito pouco ambiciosa (…) Isso não me orgulha nada. Se fosse mais ambiciosa, provavelmente não teria ficado em Portugal, teria partido quando acabei o Conservatório. Nessa altura podia ter escolhido o estrangeiro para fazer uma carreira, mas não… Sou muita agarrada”.
Apesar de confessar que, no começo, nem sempre representou as peças de que gostaria — porque era muito nova e “não tinha poder para dizer que sim ou que não” -, admitiu que a vida profissional sempre “lhe correu bem”.
Entre 1941 e 1944, interpretou 21 peças no D. Maria com a Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro. Fez a primeira opereta, “O João Ratão”, em 1943, no Teatro Avenida, ao lado de Estêvão Amarante, ator a que daria corpo, quase 50 anos mais tarde, em “Passa por mim no Rossio”, de Filipe la Féria (1991). Foi ainda dirigida por Maria Matos, em “A portuguesa”, de Carlos Vale, em 1945.
A grande popularidade chegou nesse ano quando, no Teatro Variedades, fez parte do elenco de “Chuva de Filhos”, de Margaret Mayo, ao lado de Vasco Santana e de Mirita Casimiro.
A estreia no cinema aconteceu em 1946, em “Camões”, de Leitão de Barros, que lhe valeu o prémio de melhor atriz. Na altura, entrou também em “Um Homem do Ribatejo”, de Henrique de Campos, que também a dirigiria em “Ribatejo” (1950) e “Cantiga da rua” (1955).
“Os vizinhos do rés-do-chão” (1947), de Alejandro Perla, “A morgadinha dos canaviais” (1949), de Caetano Bonucci e Amadeu Ferrari, “O trigo e o joio” (1965), de Manuel Guimarães, “Manhã submersa” (1980), de Lauro António, “Lisboa cultural” (1983), de Manoel de Oliveira, “Repórter X” (1986), “Matar saudades” (1987), de Fernando Lopes, e “Tempos difíceis” (1988), de João Botelho, constam da carreira no cinema. O último filme em que entrou, “Olga Drummond”, de Diogo Infante, data de 2019.
Na sua carreira, porém, é o teatro que prevalece.
No final dos anos de 1940, entrou em peças como “Outono em flor”, de Júlio Dantas (1948), e “Espada de Fogo”, de Carlos Selvagem (1949).
Em 1950 e 1951, protagonizou as comédias “Ninotchka”, de Melchior Lengyel, ao lado de Igrejas Caeiro, e “A loja da esquina”, de Edward Percy, dois textos celebrizados no cinema por Ernst Lubitsch.
Eunice Muñoz fez então parte da Companhia de Teatro Gynásio, em Lisboa, dirigida por António Pedro, e passou ainda pelo Teatro da Trindade, antes de se retirar de cena, entre os 23 e os 27 anos.
Queria dedicar-se à família. Trabalhou numa loja de cortiça, no Príncipe Real, onde o público ia vê-la, por não a encontrarem em palco. Agastada com a situação, fez um curso de secretariado. Trabalhou então como secretária de direção numa loja de materiais elétricos no Barreiro.
Regressou aos palcos em 1955, para ser “Joana d’Arc”, de Jean Anouilh, no Teatro Avenida, em Lisboa, a convite de Vasco Morgado.
Em 1957, interpretou “A desaparecida”, de Pirandello, e, pouco depois, com Maria Lalande, Isabel de Castro, Ruy de Carvalho e Curado Ribeiro, entrou para o Teatro Nacional Popular, sob a direção de Francisco Ribeiro (Ribeirinho).
“Noite de Reis”, de Shakespeare, “Um serão nas laranjeiras”, de Júlio Dantas, “Pássaros de Asas Cortadas”, de Luiz Francisco Rebello, foram algumas das peças em que entrou, nos anos seguintes.
Francisco Ribeiro (Ribeirinho), pioneiro na divulgação do drama contemporâneo, que fez a estreia portuguesa de Samuel Beckett, e Carlos Avilez, que impulsionou o Teatro Experimental de Cascais, destacam-se no trabalho da atriz, na década de 1960.
Com Avilez foi “Fedra”, de Jean Racine (1967). Em Cascais, trabalhou também com o encenador argentino Victor Garcia, com quem fez “As Criadas” (1972), de Jean Genet.
Nos anos de 1960, fez também comédia na Companhia de Teatro Alegre, no Parque Mayer, com António Silva e Henrique Santana.
Monumental e Variedades foram outros teatros da capital onde atuou, nomeadamente ao lado de Virgílio Teixeira e Mimi Muñoz, sua mãe. Em 1963, partilhou com Laura Alves o prémio de melhor atriz, pelo seu papel em “O milagre de Ana Sullivan”, de William Gibson (1963).
Em 1965, na Companhia Portuguesa de Comediantes, fundada por Raul Solnado no recém-inaugurado Teatro Villaret, entrou em “Verão e fumo”, de Tennessee Williams (1965), e “As Raposas”, de Lillian Hellman (1966), peças que lhe valeram prémios de Imprensa de Melhor Atriz, e de Popularidade, da então revista Rádio e Televisão.
Em 1970, estreou-se na encenação, na Companhia Somos Dois, que criara, com “A Voz Humana”, de Jean Cocteau, uma das peças que levou em digressão por Angola e Moçambique, num repertório que se estendeu a “Dois num baloiço”, de William Gibson, e “Os dactilógrafos”, de Murray Schisgal, com José de Castro.
Cerca de um ano mais tarde, no regresso a Lisboa, a poucas horas da estreia de “A mãe”, de Stanislaw Wiktiewicz, sob a direção de Luiz Francisco Rebello, no Teatro S. Luiz, a censura proibiu o espetáculo.
De 1972 a 1976, voltou a afastar-se dos palcos. Fez pequenos trabalhos de televisão e gravou em disco autores como Florbela Espanca e Soror Mariana.
No regresso ao teatro, fez “Equus”, de Peter Shaffer (1976), com a empresa Vasco Morgado, e, no Teatro D. Maria, “Felizmente há luar”, de Luís de Sttau Monteiro (1978), “A casa de Bernarda Alba”, de Lorca (1983), “As memórias de Sarah Bernhardt” (1984), “O gebo e a sombra”, de Raul Brandão, “Romance de lobos”, de Valle-Inclán (1987), “As fúrias”, de Agustina Bessa-Luís (1994), “As troianas”, de Sartre (1996).
“O parque” (1985), de Botho Strauss, numa tradução de Alberto Pimenta, com encenação de Stephan Stroux, no Teatro da Cornucópia, “Mãe coragem e os seus filhos” (1986), encenada por João Lourenço, no Teatro Aberto — que viria a ser posto em filme, no ano seguinte, pelo realizador Nuno Teixeira -, “Zerlina”, dirigida por João Perry, em 1988, no Teatro da Trindade, cinco anos mais tarde reposta no D. Maria II, são outras das peças que interpretou.
Na televisão, aceitou o desafio de Nicolau Breyner e participou nas séries cómicas “Nicolau no país das maravilhas” e “Nico d’Obra”.
Em 1993, protagonizou “A Banqueira do Povo”, de Walter Avancini, seguindo-se outras telenovelas, entre as quais “Todo o Tempo do Mundo”, “Porto dos Milagres”, “Olhos de Água”, “Sonhos Traídos”, “Olhos nos Olhos”, “Mar de Paixão”.
“A Impostora”, “Coração malandro”, “Mistura fina”, “Dei-te quase tudo”, “Ilha dos amores” e “Destinos cruzados” contam-se entre as várias telenovelas em que entrou, tendo também participado na versão televisiva de “Equador”, de Miguel Sousa Tavares.
Entre os encenadores com quem trabalhou e que reconheceu como mestres, citou Francisco Ribeiro (Ribeirinho), Carlos Avilez, João Perry, João Lourenço, João Mota e Ricardo Pais, com quem fez “Madame”, de Maria Velho da Costa.
“Cinemascope”, de Norton Azruk, pelo Teatro Plástico, e “A casa do lago” (2002), dirigida por Filipe la Féria, estão entre os trabalhos de palco de Eunice Muñoz, nos primeiros anos 2000, seguindo-se “Eunice, nome de atriz palco e vida”, no âmbito do ciclo Grandes Actores do Teatro São Luiz.
“Miss Daisy”, de Alfred Uhry, encenada por Celso Cleto (2006), “A dúvida”, de JP Shanley, por Ana Luísa Guimarães (2007), e o monólogo “O ano do pensamento mágico”, de Joan Didion (2009), por Diogo Infante, estão entre os últimos trabalhos em palco.
A estes somam-se “O comboio da madrugada”, de Tennessee Williams, encenada por Carlos Avilez, e “Cerco a Leninegrado”, de José Sanchis Sinisterra, por Celso Cleto, ambas em 2011, nos 70 anos de carreira.
Com a comédia “Cerco a Leninegrado”, que a atriz considerou especial por voltar a um género teatral de que dizia gostar e que fez poucas vezes, apresentou-se no início de 2012, no Círculo de Bellas Artes, de Madrid, a sua estreia em palco, na capital espanhola.
Em agosto de 2016, Filipe La Féria anunciou o seu nome para o elenco de “As árvores morrem de pé”, mas a atriz não chegou a entrar em cena. A 17 de outubro, a família anunciava que se retirava do elenco, por motivos de saúde.
Em 1991, o historiador Vítor Pavão dos Santos, então diretor do Museu do Teatro, organizou a mostra “Eunice Muñoz: 50 anos da vida de uma actriz” e, 12 anos mais tarde, a homenagem “Eunice, palco e vida”, no teatro de S. Luiz, em Lisboa.
A um vasto palmarés de prémios, como o de Carreira da Academia Portuguesa de Cinema, em 2015 (quando o D. Maria II promoveu “74 Eunices – Homenagem a Eunice Muñoz”, a um ano da celebração dos seus 75 anos de atividade), somam-se distinções oficiais de Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada (1981), grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique (1991), Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique (2011), Grã Cruz da Ordem do Mérito (2018) e a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada (2021). Em 1990, foi-lhe atribuída a Medalha de Mérito Cultural.
Afastada dos palcos desde 2012, regressou em abril do ano passado ao Auditório Eunice Muñoz, em Oeiras, para estrear “A margem do tempo”, com a neta, Lídia Muñoz, produção que levou a diferentes palcos do país, numa digressão que culminou no Teatro D. Maria II, em Lisboa, no passado dia 28 de novembro, o mesmo palco, onde exatamente 80 anos antes fizera a sua estreia.
Na altura, chegava às salas de cinema o documentário “Eunice, ou cartas a uma jovem atriz”, de Tiago Durão.
No seu percurso, no teatro, somam-se mais de 120 peças, em perto de três dezenas de companhias, segundo a base de dados do Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, que enumera mais de uma dezena de prémios ao longo da sua carreira. No cinema e na televisão, o nome de Eunice Muñoz está associado a mais de 80 produções de ficção, entre filmes, telenovelas e programas de comédia.
Nos 70 anos de palco, em entrevista à agência Lusa, confessou: “A minha luta é melhorar, melhorar, melhorar. A minha luta é essa mesmo. E nunca fico contente, fico sempre de pé atrás, porque, de uma maneira geral, não gosto de me ver”.
No entanto, “na repetição que é o teatro, mesmo quando pensava que ia ter mais uma representação, mais um dia, transformava esse dia numa entrega”, disse à Lusa, em 2021, pouco antes de cumprir os 80 anos de carreira. “E isso esteve sempre comigo, sempre, sempre”.
O jogo online continua a sua enorme expansão em Portugal com um novo recorde de crescimento de apostas desportivas a ter sido atingido recentemente.
Estes números são evidentes na análise global realizada pela entidade reguladora do jogo online em Portugal, a SRIJ, onde podemos ver uma passagem de testemunho dos jogos de casino para as apostas desportivas como atividade mais rentável na indústria em Portugal.
O natural crescimento advém principalmente de operadores de apostas como a Betano, que realizaram um enorme investimento no último ano, criando um mercado muito mais competitivo nas apostas desportivas e assim cativando novos jogadores.
Tendo em consideração os números divulgados pelo Serviço de Regulação e Inspeção do Jogo através do relatório relativo ao quarto trimestre de 2020 , é notória a evolução que as apostas desportivas tiveram no mercado, colocando atualmente numa posição destacada neste segmento.
A pandemia foi um dos fatores que mais contribuiu para esta ascensão das apostas desportivas, sendo que o jogo online garantiu um crescimento de mais de 30 milhões de euros em relação ao mesmo período do ano anterior.
Com a transição para a era digital a ser uma das perspetivas mais abordadas por parte das plataformas das apostas desportivas, este foi também um ano em que vimos mais de 160 mil novos jogadores, ditando assim 43,2% da receita total do jogo online.
Ao destronar os jogos de casino do topo da classificação no que toca aos rendimentos, as apostas em desporto mostram que este é um segmento a ser seguido no futuro e que terá uma grande importância no plano económico do país.
O retomar à normalidade
Apesar das plataformas de apostas desportivas terem aproveitado o período pandémico para se estabelecer no mercado, a verdade é que o retomar à normalidade e o recomeço de todas as competições acabou por ser a chave para esta ascensão meteórica.
Ao realizarem-se eventos como os Jogos Olímpicos, proeminentes à escala global, os apostadores começaram a ter mais opções no mercado, voltando a atrair assim diferentes públicos-alvo para as mais variadas modalidades.
Porém, e tendo em conta o panorama atual, este crescimento parece cada vez mais sustentado, com inúmeras plataformas a entrarem de forma afincada no mercado português e a tentar estabelecerem como competidores seguros a marcas mais reputadas.
O que esperar do futuro?
Tendo em conta que estamos perante um ano de Campeonato do Mundo, que será disputado em Novembro e Dezembro no Qatar, as expetativas para 2022 são ainda melhores, já que o futebol é, de longe, a modalidade mais apostada pelos portugueses.
A preferência dos portugueses é maioritariamente no desporto-rei, sendo que segundo os dados da SRIJ a maioria dos jogadores em Portugal apostam em futebol, com o ténis a ser a segunda modalidade mais apreciada.
Com torneios de Wimbledon e US Open à cabeça, o ténis desperta a atenção de cerca de 13% dos apostadores a nível nacional, um número bastante interessante, tendo em atenção o domínio do futebol em solo português.
Para este ano é também esperado que estas duas modalidades venham a dominar as apostas dos portugueses, com o basquetebol a poder colocar-se numa posição muito perto do ténis através da NBA e dos Campeonatos do Mundo que se irão realizar.
O crescimento continuará certamente a ser significativo no que toca às apostas desportivas, provavelmente ganhando ainda mais terreno em relação aos casinos online, devido ao aparecimento de novas plataformas e de algumas mudanças em termos de oferta.
Impacto da legalização em Portugal
Desde a legalização do jogo online em Portugal no ano de 2015 que temos vindo esta indústria a crescer de forma sustentado em praticamente todas as análises quantitativas, demonstrando que esta é apenas a ponta do icebergue em termos de potencial.
Existem cada vez mais portugueses a confiar nas plataformas online, já que as mesmas são reguladas e legisladas por entidades reputadas, o que cria um maior sentimento de segurança na altura de realizar transações digitais.
Esta credibilidade e confiança é, sem dúvida alguma, um dos fatores a destacar no que toca as apostas desportivas, já que o mercado é bastante criterioso nas operadoras que aceita, tornando-se assim mais proveitoso para todas as partes envolvidas.
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You have read a blog post about hiking on a mobile app of a publisher and followed a link to a recommended and related post. Your interactions will be recorded as showing that the initial hiking post was useful to you and that it was successful in interesting you in the related post. This will be measured to know whether to produce more posts on hiking in the future and where to place them on the home screen of the mobile app.
You were presented a video on fashion trends, but you and several other users stopped watching after 30 seconds. This information is then used to evaluate the right length of future videos on fashion trends.
Understand audiences through statistics or combinations of data from different sources (199 seeking consent, 67 using legitimate interest)
Reports can be generated based on the combination of data sets (like user profiles, statistics, market research, analytics data) regarding your interactions and those of other users with advertising or (non-advertising) content to identify common characteristics (for instance, to determine which target audiences are more receptive to an ad campaign or to certain contents).
Examples:
The owner of an online bookstore wants commercial reporting showing the proportion of visitors who consulted and left its site without buying, or consulted and bought the last celebrity autobiography of the month, as well as the average age and the male/female distribution of each category. Data relating to your navigation on its site and to your personal characteristics is then used and combined with other such data to produce these statistics.
An advertiser wants to better understand the type of audience interacting with its adverts. It calls upon a research institute to compare the characteristics of users who interacted with the ad with typical attributes of users of similar platforms, across different devices. This comparison reveals to the advertiser that its ad audience is mainly accessing the adverts through mobile devices and is likely in the 45-60 age range.
Develop and improve services (200 seeking consent, 107 using legitimate interest)
Information about your activity on this service, such as your interaction with ads or content, can be very helpful to improve products and services and to build new products and services based on user interactions, the type of audience, etc. This specific purpose does not include the development or improvement of user profiles and identifiers.
Examples:
A technology platform working with a social media provider notices a growth in mobile app users, and sees based on their profiles that many of them are connecting through mobile connections. It uses a new technology to deliver ads that are formatted for mobile devices and that are low-bandwidth, to improve their performance.
An advertiser is looking for a way to display ads on a new type of consumer device. It collects information regarding the way users interact with this new kind of device to determine whether it can build a new mechanism for displaying advertising on this type of device.
Use limited data to select content (62 seeking consent, 22 using legitimate interest)
Content presented to you on this service can be based on limited data, such as the website or app you are using, your non-precise location, your device type, or which content you are (or have been) interacting with (for example, to limit the number of times a video or an article is presented to you).
Examples:
A travel magazine has published an article on its website about the new online courses proposed by a language school, to improve travelling experiences abroad. The school’s blog posts are inserted directly at the bottom of the page, and selected on the basis of your non-precise location (for instance, blog posts explaining the course curriculum for different languages than the language of the country you are situated in).
A sports news mobile app has started a new section of articles covering the most recent football games. Each article includes videos hosted by a separate streaming platform showcasing the highlights of each match. If you fast-forward a video, this information may be used to select a shorter video to play next.