Famalicão: Cenas de violência levam S. Cláudio a dar por finda a época da equipa júnior

O Desportivo de S. Cláudio, popular coletividade de Antas, decidiu dar por terminada a época da equipa júnior, no decurso de agressões que aconteceram, recentemente, no final do jogo com o Avidos e Lagoa.
Em comunicado, publicado nas redes sociais, o Centro Social, Cultural e Desportivo São Cláudio reitera que condena todo e qualquer ato de violência, assumindo que é seu princípio a defesa de valores «como o respeito pelo adversário e por todos os intervenientes de um jogo, serenidade, dignidade e ponderação».
No entanto, esclarece que, para além de um seu atleta, «mais nenhum dos envolvidos nos acontecimentos» é adepto do clube ou do GRAL, mas sim «elementos alheios e já conhecidos por iniciativas provocadoras e desrespeitosas». O clube de Antas reportou, na altura, a situação à AF Braga e aguarda decisões da associação que tutela o futebol distrital.
Por último, a direção do Centro Social, Cultural e Desportivo São Cláudio decidiu terminar a época da equipa de juniores. «Esta decisão baseia-se no grave episódio, com o qual o Centro Social, Cultural e Desportivo São Cláudio não compactua e noutros comportamentos incorretos para os quais os jogadores já tinham sido advertidos». Esta decisão já foi comunicada aos jogadores e tem efeitos imediatos.

Braga: GNR detém três homens por furto de combustível

Três homens, com idades compreendidas entre os 29 e os 37 anos, foram detidos, esta quinta-feira, pela GNR de Braga, por furto de combustível num estaleiro neste concelho.

Na sequência de um alerta de alarme de intrusão num estaleiro de estacionamento de viaturas, os militares da Guarda deslocaram-se ao local tendo encontrado, nas imediações do espaço, a viatura onde os suspeitos circulavam, bem como vários jerricãs com combustível.

No decorrer da ação policial, foram apreendidos 105 litros de gasóleo; 19 jerricãs; uma bomba elétrica; uma bateria; e um veículo.

Agressões no Hospital de Famalicão: Mário Passos defende mais sinergias entre as forças de segurança

O Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Mário Passos, defendeu a criação de uma rede de sinergias entre as forças de segurança, para que possa haver uma atuação mais célere face a acontecimentos como os verificados na madrugada da última terça-feira, com agressões de um grupo de pessoas a profissionais do hospital.

Em conferência de imprensa na manhã desta quinta-feira, após ter reunido com as forças de segurança e o conselho de administração do CHMA, Mário Passos defende que “para situações excecionais devem ser tomadas medidas excecionais”. Uma declaração a propósito da alegada falta de meios para acudir em tempo útil ao cenário de violência vivido no hospital famalicense.

Mário Passos pondera interpelar a administração central e reclamar mais meios e condições para as equipas policiais no concelho.

Reveja as declarações:

Agressões no Hospital de Famalicão: Câmaras de vigilância não estavam a funcionar no momento do ataque

Não há imagens de videovigilância do ataque ao serviço de urgência do Hospital de Famalicão, levado a cabo por um grupo com mais de 10 elementos, na madrugada da última terça-feira.

A informação foi avançada esta quinta-feira, na comunicação feita aos jornalistas pelo presidente da Câmara de Famalicão, Mário Passos, depois de uma reunião com as forças policiais e a administração do Centro Hospitalar do Médio Ave.

O autarca famalicense explicou que, segundo lhe foi foi reportado pelo presidente do Conselho de Administração do CHMA, o sistema de vigilância encontra-se em manutenção e, por isso, na altura dos factos, estava desativado. Mário Passos referiu, ainda, que o município mostrou total disponibilidade, caso seja necessário, em apoiar aquela unidade hospitalar na implementação do novo sistema que promete trazer mais segurança para utentes e profissionais.

 

Famalicão: Câmara remove três árvores no centro da cidade

Esta sexta-feira, a Câmara Municipal vai proceder à remoção de três árvores existentes na Rua João Faria dos Guimarães.
A operação decorre das obras de renovação do centro urbano, «impulsionadoras de um novo enquadramento paisagístico e urbanístico, com mais e melhores zonas sociais, e de um novo modelo de mobilidade, com mais espaços para peões e para os modos de transporte suaves», escreve o Município nas redes sociais.
Concluídas as obras de requalificação, «o novo centro urbano vai ter perto de três centenas de novas árvores».

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