Famalicão: Lions Clube promove Grande Prémio de Música

O Lions Clube de Vila Nova de Famalicão associa-se e promove o Grande Prémio de Música Lions 2022, concurso aberto a estudantes de música de todos os níveis. O instrumento selecionado muda anualmente, sendo que este ano é a voz.

Em seis anos de participação, Portugal conta já com um vencedor internacional (2017), um 3º prémio (2018) e uma menção honrosa (2021) neste Concurso Internacional de Música Lions Thomas Kuti que tem lugar todos os anos no Fórum Europeu, com o patrocínio da Fundação dos Lions de Portugal e, este ano, com a colaboração da Fundação Conservatório Regional de Gaia.

Com o objetivo de incentivar jovens músicos talentosos, o Lions Clube Portugal entrega anualmente três prémios em Portugal: 1º prémio: 1.500 €; 2º prémio: 750 €; 3º prémio: 250 €. O vencedor representará o país no “LEMC – Lions European Music Competition” que terá lugar no Fórum Lions Europa, onde também se habilitará ao prémio internacional, que este ano se realizará em Zagreb, na Croácia.

Os interessados podem consultar toda a informação do concurso em: https://www.lionsclubes.pt/premio-musica/ e entrar em contacto com o Lions Clube de Vila Nova de Famalicão para efeitos de validação da candidatura, através dos email: lionsclube.vnfamalicao@gmail.com; lionsfamalicaocomunicacao@gmail.com>

Famalicão tem 3 886 desempregados

Já são conhecidos os números do desemprego em cada um dos concelhos do território nacional.

Segundo os dados agora revelados pelo IEFP, que dizem respeito ao mês de janeiro, o concelho de Vila Nova de Famalicão regista 3 886 desempregados.

Em comparação com o mês anterior, verifica-se uma ligeira descida do número de pessoas sem emprego ( – 83 ).

Grande parte dos desempregados são do sexo feminino e já com experiência no mercado de trabalho.

Luto: Morreu aos 43 anos a cantora Paulinha Abelha dos “Calcinha Preta”

Faleceu esta quarta-feira aos 43 anos de idade a cantora brasileira Paulinha Abelha.

A artista integrava o grupo “Calcinha Preta” e o seu desaparecimento deixou o Brasil de luto.

Paulinha Abelha tinha sido internada na sequência de problemas renais que acabaram por se revelar fatais.

Comunicado na página oficial da artista

“É com profunda tristeza que comunicamos que a nossa querida Paulinha Abelha nos deixou e partiu para o outro plano. Com certeza já está nos braços do Pai. Nenhuma palavra será suficiente para expressar o sentimento de imensurável de dor pela perda deste ser de luz. Muita honra para todos nós termos compartilhado a vida, a arte, a voz, a alegria, a amizade, o sorriso…

Tantos momentos que ficarão na lembrança de cada um de nós. Vá em paz! Paulinha respirava a sua família, a arte e cultura, os fãs, o palco… Ela era tão leve, que o seu pouso nesta existência foi breve. Mas o suficiente para polinizar amor e paz em abundância.

Foram 30 anos de carreira profissional e mais de duas décadas dedicadas a banda Calcinha Preta. E será eterna a sua colaboração na nossa música, na nossa vida. Paulinha fechou as cortinas aqui na Terra, hoje, para ir falar de música e amor lá no Céu. Por uma eternidade vamos lembrar desta doce criatura!”.

 

Famalicão: Bombeiros acionados para incêndio em apartamento na freguesia de Calendário

Os Bombeiros Voluntários de Famalicão foram, ao final da tarde desta quarta feira, acionados para uma situação de incêndio num apartamento.

O alerta foi dado por volta das 18h50 para um edifício localizado na Rua do Outeiro, ao lado da farmácia Paula Reis, em Calendário, Famalicão.

Não há, até ao momento, informação da existem de feridos.

A PSP também foi chamada ao local.

Ministra da Saúde diz estar revoltada com agressões no Hospital de Famalicão: “É inqualificável”

A ministra da Saúde, Marta Temido, repudiou hoje a agressão a dois profissionais de saúde e a um segurança do Hospital de Vila Nova de Famalicão, solidarizando-se com as vítimas deste ato que considerou “inqualificável”.

“Só posso repudiar tudo aquilo que são atos de agressão contra quem está a fazer o seu trabalho, particularmente pessoas que estão a trabalhar no sentido do socorro a outros e solidarizar-me com as vítimas deste ato inqualificável”, afirmou Marta Temido aos jornalistas, à margem do curso temático “SARS-CoV-2 e Covid-19 – Onde estamos e para onde vamos?” que está a decorrer em Lisboa e que antecede as Jornadas de Atualização em Doenças Infecciosas do Hospital de Curry Cabral.

A ministra disse ver com “grande preocupação e uma sensação de grande mágoa” o que ocorreu no Hospital de Vila Nova de Famalicão, em que um grupo de pessoas, alegadamente da mesma família, agrediu dois profissionais de saúde e um segurança.

Adiantou que já falou com o presidente do conselho de administração do hospital e que o secretário de Estado Adjunto da Saúde, António Lacerda Sales, “que acompanha mais a área do programa de luta contra a violência em profissionais de saúde”, falou com os profissionais.

“O relato é de facto de uma situação de extrema violência que culminou em agressões físicas a um elemento da segurança e a elementos de enfermagem que só foi possível relatar às autoridades em momento posterior porque, entretanto, os agressores deixaram o local”, contou.

A ministra da Saúde relatou que foi uma agressão “inesperada” perpetrada por “um grupo de vários indivíduos que irrompeu pelo serviço de urgência e iniciou uma agressão completamente despropositada”.

Segundo Marta Temido, o hospital está a acompanhar os profissionais de saúde a nível de apoio jurídico e psicológico e a administração “está já a intervir no sentido de implementar algumas medidas que reforcem a vigilância e a segurança deste local”.

“Naturalmente que o Ministério da Saúde, através do hospital, está a fazer o mesmo tipo de acompanhamento e de apoio”, sublinhou.

Marta Temido disse que o Ministério da Saúde tem feito um acompanhamento deste tipo de situações, através de um gabinete específico, do programa de prevenção e de combate à violência contra profissionais de saúde e com o reforço dos dispositivos de prevenção no terreno.

Quando o caso se transforma num caso de agressão, as vítimas são acompanhadas, explicou, adiantando que no ano anterior houve mais relatos, mas também maior adesão das instituições e dos profissionais para notificar a este tipo de situação.

Marta Temido salientou que este é um problema com variadas dimensões: “Há uma dimensão evidentemente de prevenção que é essencial e há uma dimensão de apoio às vítimas destas situações e de melhoria das condições infraestruturais e de policiamento quando são identificadas falhas”.

Dados divulgados em janeiro pelo coordenador do Gabinete de Segurança do Ministério da Saúde, indicavam que nos 10 primeiros meses de 2020 foram reportadas 752 situações de violência contra profissionais de saúde, mais 4% face ao período homólogo de 2020 e menos 24% relativamente a 2019, ano pré-pandemia.

A “grande maioria” destas situações reportadas são de violência psicológica, que representaram, em 2021, 63% das queixas, em 2020, 66%, e em 2019 57%”, adiantou o subintendente da Polícia de Segurança Pública Sérgio Barata.

Relativamente à violência física, afirmou que tem tido uma evolução decrescente. “Se em 2019 representava 23% das situações reportadas, em 2021 representou 17%”.

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