Tenha cuidado com esta burla: CTT fazem alerta “não responda a SMS’s com valores para pagar aos correios”

Os CTT emitiram, esta quarta-feira, um novo comunicado com o objetivo de alertar a população para mais uma tentativa de burla onde é usado o nome daquela instituição.

Segundo os correios, a prática ilegal estará agora a ser feita via SMS.

“Saiba que se essas mensagens não são verdadeiras e que se trata de um esquema fraudulento com vista à obtenção de dados pessoais e bancários, sem qualquer ligação aos CTT. Este é apenas um dos vários esquemas de Phishing que já detetámos”, avisam os CTT.

A empresa recomenda que as mensagens sejam ignoradas e, em caso de dúvida, a população deve recorrer aos serviços dos CTT através dos contactos oficiais.

F.C. Famalicão: Já há datas os primeiros quatro jogos de 2022

A Liga revelou, esta quarta-feira, as primeiras quatro jornadas de 2022.

Confira aqui o calendário:

Jornada 17 – 9 de janeiro (domingo)
Braga – Famalicão (18.00 horas – Sport TV)

Jornada 18 – 14 de janeiro (sexta-feira)
Famalicão – Paços e Ferreira (20.15 horas – Sport TV)

Jornada 19 – 23 de janeiro (domingo)
F. C. Porto – Famalicão (20.30 horas – Sport TV)

Jornada 20 – 31 de janeiro (segunda-feira)
Famalicão – Arouca (21.15 horas – Sport TV)

 

 

Covid-19: Aumento de casos leva o Hospital São João a ativar o nível 2 do plano de contingência

Segundo a resposta dada pelo hospital à Lusa, com esta medida há um aumento de cerca de 50% de camas em enfermaria, que passam de 23 para 37.

“A ativação deste nível surge na sequência do incremento de afluência ao Serviço de Urgência do CHUSJ de doentes que testaram positivo à covid-19 com necessidades de internamento”, informa o São João, ressalvando que “alguns destes doentes não possuem a doença covid-19, mas padecem de outras patologias” e testam positivo ao vírus “aquando do internamento, mas sem impacto direto no quadro clínico”.

O plano prevê também o alargamento da capacidade de internamento no Serviço de Medicina Intensiva, mas apenas no nível 3, com um aumento de 15 para 28 camas.

“Toda a atividade assistencial não covid-19 está assegurada, não sofrendo qualquer perturbação, fruto do planeamento e organização que permite manter assegurada a resposta assistencial a todas as áreas”, garante o CHUSJ.

O mesmo acontece no Hospital de Santo António, garantiu à Lusa fonte interna, que adiantou que estão internados atualmente, 15 pacientes com covid-19 na enfermaria e seis em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI).

A mesma fonte realça que estes números ficam muito aquém dos que se registaram por esta altura no ano passado, em que os internamentos ultrapassavam as duas centenas em enfermaria e havia cerca de 60 pessoas em UCI.

Quanto ao Serviço de Urgências, a fonte refere que “há mais pessoas a virem à urgência, mas está controlado” e lembra que esse fenómeno “é normal nesta altura do ano”, que tende a ser a que tem maior afluência.

No Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho estão hoje internados 12 doentes em enfermaria e seis em UCI.

A covid-19 provocou mais de 5,41 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.921 pessoas e foram contabilizados 1.330.158 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

Governo da Madeira já decidiu: Isolamento de infetados passa para 5 dias

As mudanças devem-se à predominância da variante Ómicron do vírus SARS-CoV-2 e à “atual evidência científica”, que “sugere que a maior parte da transmissão” ocorre “no início do curso da doença”, geralmente, nos dois dias “antes do início dos sintomas” e dois a três dias depois, segundo uma circular de hoje da Secretaria Regional de Saúde e Proteção Civil da Madeira.

Assim, em casos confirmados de infeção com o vírus, deve haver “isolamento imediato, independentemente do estado vacinal”, e “o período mínimo de isolamento” passa a ser de cinco dias se não houver sintomas da doença covid-19 “ou se os sintomas forem resolvidos durante esse período”, segundo as autoridades da Madeira.

Além disso, nos cinco dias seguintes ao isolamento, “é necessário o uso de máscara”, com “capacidade de filtração mínima de uma máscara cirúrgica, bem ajustada”.

Nos casos de infetados com sintomas, “o isolamento deve ser mantido até ao desaparecimento dos sintomas”, lê-se no documento hoje divulgado.

Também passam a ter um isolamento mínimo de cinco dias aqueles que contactaram com infetados e não estão vacinados, os que já foram vacinados há mais de seis meses com a segunda dose ou as pessoas que já receberam há mais de dois meses a toma única da vacina da Janssen e ainda não receberam o reforço.

Estas pessoas devem depois fazer um teste ao quinto dia e, em caso negativo, terminam o isolamento, devendo, nos cinco dias seguintes, usar máscara.

Já para quem está vacinado com a dose de reforço da vacina contra a covid-19 e contactou com um infetado, deixa de haver isolamento obrigatório, tendo de usar máscara nos dez dias seguintes ao contacto e fazer um teste ao quinto dia.

“Se o indivíduo apresentar sintomas, em qualquer altura, deve ficar em isolamento e realizar um teste”, realçam as autoridades madeirenses.

“Em situações excecionais, a autoridade de saúde pode determinar o isolamento profilático superior, até 10 dias, em circunstâncias não previstas na norma, com base na avaliação do risco”, lê-se na mesma informação.

As autoridades da Madeira realçam que “a atual prioridade é a prevenção”, pelo que recomendam a vacinação, o uso de máscara em ambientes públicos e a realização de um teste regularmente, “em especial antes de participar numa atividade de grupo”.

A Madeira é assim a primeira região do país a reduzir os períodos de isolamento de infetados com o vírus da covid-19 e contactos, seguindo o que foi já adotado noutros países.

O ministro dos Negócios Estrangeiros, na conferência de imprensa de hoje relativa ao Conselho de Ministros, remeteu a decisão sobre uma eventual redução dos períodos de isolamento relacionados com a pandemia para as autoridades de saúde, sublinhando que é uma decisão técnica e não política.

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