Volta a ser proibido circular entre concelhos

A circulação entre concelhos volta a estar proibida entre as 20h00 de hoje e as 05h00 de segunda-feira, salvo algumas exceções.

De acordo com o diploma do Governo, que regula o estado de emergência, decretado pelo Presidente da República, existe um conjunto de exceções à proibição de circulação entre concelhos, como deslocações para desempenho de funções profissionais (conforme atestado por declaração emitida pela entidade empregadora ou equiparada), por motivos de saúde e para cumprimento de responsabilidades parentais.

Além desta restrição de circulação entre concelhos, continua em vigor o confinamento obrigatório, a proibição de vendas ou entregas ao postigo em qualquer estabelecimento do ramo não-alimentar, a proibição de venda ou entrega ao postigo de qualquer bebida mesmo nos estabelecimentos autorizados ao ‘take-away’ e a proibição de permanência em espaços públicos de lazer.

Famalicão: Medway quer terminal de Lousado este ano

O terminal de Lousado é uma das principais apostas da Medway para 2021, um investimento que ascende a 55 milhões de euros. O ano transato foi de espera nos planos de crescimento que a empresa tinha definido, fruto da pandemia e de outras incertezas.

O presidente da operadora, em entrevista ao “Negócios”, mostrou-se confiante que 2021 será diferente e, entre outros investimentos, assinalou o terminal de Lousado, apresentado em janeiro de 2019, como uma aposta segura. O projeto ainda não saiu do papel e aguarda uma decisão da Agência Portuguesa do Ambiente. Carlos Vasconcelos acredita, no entanto, que as obras podem começar em breve e, se tudo correr pelo melhor, ficar terminadas ainda este ano.

O maior terminal rodoferroviário da Península Ibérica foi apresentado em janeiro de 2019 para servir um dos maiores aglomerados industriais do país com grande capacidade exportadora.

Marcelo proíbe governo de proibir a venda de livros em superfícies comerciais

Os livros vão poder voltar a ser comercializados em superfícies comerciais.

A informação já estava a ser avançada esta quinta-feira e acabou por ser confirmada pelo Primeiro Ministro, António Costa.

O governante diz que esta exceção é a que resulta do decreto do Presidente da República. Assim sendo, livros e material escolar podem voltar a ser vendidos nos estabelecimentos que se mantêm abertos, como super e hipermercados.

Não há Carnaval e a Páscoa «será diferente», promete António Costa

Depois da reunião do Conselho de Ministros, o Governo está a apresentar as medidas a adotar ao abrigo do estado de emergência, que foi renovado até 1 de março.

O primeiro-ministro avançou que não haverá festejos de Carnaval, enquanto que a Páscoa, que se celebra a 4 de abril, «será seguramente diferente», mantendo um regime de confinamento semelhante ao que está em vigor, prometeu António Costa.

Recorde-se que o primeiro-ministro anunciou esta tarde que as atuais medidas de confinamento são para ser mantidas durante os próximos 15 dias, tendo avançado a possibilidade da sua continuidade até final do mês de março.

 

Confinamento pode ir até finais de março

O primeiro-ministro acaba de anunciar que as atuais medidas de confinamento são para ser mantidas durante os próximos 15 dias, tendo avançado a possibilidade da sua continuidade até final do mês de março.

Aprovada mais uma renovação do estado de emergência

A renovação do Estado de Emergência até 1 de março foi aprovada hoje no Parlamento com os votos favoráveis do PS, PSD, PAN, CDS-PP, e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues. PCP, PEV, Chega e IL votaram contra, enquanto o BE absteve-se.

Recorde-se que Marcelo Rebelo de Sousa submeteu ontem à Assembleia da República o décimo primeiro diploma do estado de emergência no atual contexto de pandemia de covid-19.

Na exposição de motivos para renovação do estado de emergência, Marcelo Rebelo de Sousa realçou que «não é recomendado pelos peritos reduzir ou suspender, de forma significativa, as medidas de confinamento, sem que os números desçam abaixo de patamares geríveis pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), que sejam aumentadas as taxas de testagem, ou que a vacinação possa cobrir uma parte significativa da população mais vulnerável».

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